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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Lição 13 – O Tempo da Profecia de Daniel

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Daniel 12.1: “E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro”.

“E haverá um tempo de angústia”. Dois pontos focais devem ser analisados no presente versículo: 1) O período sombrio da Grande Tribulação. 2) O grande livramento de Deus para todo aquele que se encontrar “escrito no livro da vida”.
Observemos o primeiro ponto: "... tempo de angústia”. O texto em foco deve ser confrontado com Marcos 13.19, onde lemos: “Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá”. Todos os estudiosos das profecias sabem claramente que período está em foco.
- E o da Grande Tribulação. Este período de sete anos, que chamamos de contagem regressiva, é um período de acontecimentos singulares. Há mais profecias concernentes a este período do que a qualquer outro descrito em toda a extensão da Bíblia.
Todos sabemos que a Grande Tribulação será um tempo de angústias sem precedentes na história humana; o seu centro será Jerusalém e a Terra Santa, mas, de um certo modo, envolverá todo o mundo (Ap 3.10). A sua duração será de sete anos, ocupando, assim, a última semana profética da visão de Daniel, conforme cap. 9.24-27. Esse termo “tribulação” é citado com referências escatológicas, como são vistas em Mt 24.21; Mc 13.19; Dn 12.1. (Ver 2 Ts 1.6 e ss.; Ap 7.14). O “Dia do Senhor” que, em 2 Ts 2.2 se traduz também por “dia de Cristo” em outras versões, e refere-se exclusivamente a esse tempo do fim. Todos esses acontecimentos aqui narrados, terão lugar, logo após o arrebatamento da igreja do Senhor aqui deste mundo (1 Ts 4.17).  A vinda da Grande Tribulação sobre a terra será de repente, inesperada; virá sobre todos os moradores da terra, num tempo em que disserem: “Há paz e segurança”. Aquele dia virá como uma destruição do Senhor; isso está em toda a extensão profética, tanto dos profetas como dos apóstolos do Senhor; ele virá como um fogo devorador; será um dia de angústia, de aflição; será o dia da vingança do nosso Deus, conforme está escrito; será um dia de ira e de nuvens, um dia de tristeza e de escuridão, de negrura e de trevas. As estrelas e as constelações do céu não darão a sua luz. O sol escurecerá ao nascer (Is 13.10; Zc 14.7; Ap
19.17).          A lua se tornará em sangue. Os céus e a terra serão abalados e a terra será removida do seu lugar (Is 24.20). A indignação do Senhor cairá sobre todos os povos. Ele castigará o mundo pela maldade existente e os ímpios, pela sua iniquidade. Trará aflição sobre os homens, porquanto pecaram contra Deus. 2) “Mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro”. O apóstolo João, em sua visão futurística, faz referências especificadas ao “Livro da Vida”. Ele estará presente no Juízo Final do Grande Trono Branco (Ap 20.13). Mas ali João observa que, além do livro das obras, à direita do Juízo, “... abriu-se outro livro, que é o da vida”. O Livro da Vida vem citado nas Escrituras, nas seguintes passagens: Ex 32.33; SI 69.28; Lc 10.20; F14.3. Em Isaías 4.3 e Daniel 7.10 e 12.1 (o texto em foco), deve ter o mesmo sentido. Este livro é chamado de “O Livro da Vida” porque, do ponto divino de observação, é o que ele é (Ap 3.5; 5.13; 8.17; 20.12, 15). No Livro da Vida constará o nome da nação israelita. Por essa razão, a Grande Tribulação não apagará o seu nome da face da terra. (Ver Mt 24.34).
12.2: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”.
O presente versículo fala sobre ressurreição em sentido geral: dos justos e dos ímpios; mas é evidente que, pelo procedimento das regras teológicas dentro da hermenêutica sagrada, uma deve estar distante da outra cerca de mil (1.000) anos; a primeira terá lugar no arrebatamento da igreja, sendo depois complementada por outros exemplares deste gênero (as duas testemunhas e os mártires da Grande Tribulação); enquanto a outra (a dos ímpios), só mil (1.000) anos depois (Jo 5.29; 1 Co 15.23), cada uma por sua ordem. As Escrituras Sagradas usam pelo menos três (3) termos técnicos sobre “ressurreição”, que são desenvolvidos em vários de seus elementos doutrinários:
Ressurreição de Mortos. No Antigo Testamento, são: 1) O filho da viúva de Serepta, de Sidom - Elias é a personagem em foco nesta ressurreição - (1 Rs 17.21, 22). 2) O filho da Sunamita - Eliseu é o personagem em foco nesta ressurreição - (2 Rs 4.34, 35). 3) O homem que foi lançado de improviso na sepultura de Eliseu - os ossos de Eliseu foi o ponto marcante nesta ressurreição - (2 Rs 13.20, 21). 4) Para alguns expositores das Escrituras, Jonas morreu e foi levantado da morte, tornando-se assim, uma figura muito expressiva da morte e ressurreição de Cristo (Mt 12.40). "... se isso realmente aconteceu, o fato somente acrescenta mais uma às ressurreições registradas na Bíblia. Para aqueles que creem em Deus, não há dificuldade em crer em ressurreição, uma vez suficientemente provada” (doutor Torrey). Se assim foi, o personagem nesta ressurreição foi a pessoa de Deus. No Novo Testamento, são: 5) O filho da viúva de Naim - Jesus foi o personagem em foco nesta ressurreição - (Lc 7.11-17). 6) A filha de Jairo - Jesus foi o personagem em foco nesta ressurreição - (Lc 8.54, 55). 7) Lázaro de Betânia - Jesus foi a figura central nesta ressurreição - (Jo 11.43, 44). 8) Dorcas ou Tabita - Pedro foi o personagem em foco nesta ressurreição - (At 9.40, 41). 9) Um jovem de nome Eutico - o personagem nesta ressurreição foi o apóstolo Paulo - (At 20.9-12).
Ressurreição dentre os mortos. Esta compreende: 1) CRISTO (1 Co 15.20 e 23). 2) Os que ressuscitaram por ocasião da ressurreição de Cristo (Mt 27.52, 53). Esses santos foram incluídos na palavra “primícias”, dita a respeito de Cristo; “primícias” não pode ser “uma só” mas “um feixe” (Lv 23; 10.1; Sm 25.29), e, por essa razão devem seguir a ordem da ressurreição de Cristo. O leitor deve observar bem a frase: “E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele [Jesus]”. Na ressurreição para a imortalidade, todos têm de seguir a ordem da ressurreição de Cristo (At 26.23), visto que, na qualidade de “colheita”, Cristo foi “o primeiro exemplar”. 3) Os que são de Cristo, na sua vinda (1 Co 15.23, 42). 4) As duas testemunhas escatológicas (Ap 11.11, 12). 5) Os mártires da Grande Tribulação (Ap 20.4).
Todos esses são exemplares da primeira ressurreição, que é para a imortalidade; ainda que cada “um por sua ordem”. Paulo chama este gênero de "... a redenção do nosso corpo” (Rm 8.23).
Ressurreição dos mortos. Esta é geral e abrangente quanto ao tempo. O texto em foco, neste capítulo 12, fala dela como sendo uma ressurreição “para vergonha e desprezo eterno”. Ela alcança a todos os pecadores que morreram em seus delitos e pecados (Dn 12.2; Jo 5.28, 29; Ap 20.5). Em Is 26.14, temos a frase de difícil interpretação no que diz respeito à ressurreição: “Morrendo eles, não tornarão a viver; falecendo, não ressuscitarão”. Nós subentendemos que, eles não ressuscitarão para a vida eterna, pois todos hão de ressuscitar um dia; a menos que seja esta uma exceção na Bíblia, como bem podemos ver nas palavras do próprio Deus quanto a Amaleque: “Eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus” (Êx 17.14).
12.3: “Os entendidos pois resplandecerão, como o resplendor do firmamento: e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente”.
“Os entendidos pois resplandecerão”. A sabedoria faz brilhar o rosto do homem de Deus (Ec 8.1), por essa razão, ele é sempre comparado a uma “estrela refulgente”, quando se trata de um mestre. Os falsos mestres, são também chamados de “estrelas errantes”, em razão de seus ensinos terem origem no coração de “uma estrela caída” (Is 14.12; Ap 9.1). Entre os cinco dons ministeriais, um se destaca para o ensino (Ef 4.11). Paulo destacava este ministério na igreja cristã; ele próprio foi um ardoroso ensinador, tanto “publicamente” como “pelas casas”. Sabemos qual foi o zelo de Paulo nesse sentido, na escola de Tirano, em Éfeso. (Ver At 19.9, 10), onde ficava ensinando diversas horas por dia. O Senhor Jesus, como o verdadeiro Mestre, "... deu uns para... mestres” e nos recomenda, através de Paulo: “Haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7). Neste livro de Daniel, fica declarado por ele próprio que o entendimento é dado por Deus (9.22), e deve ser passado aos outros conservos (11.33), para fortalecê-los no sofrimento. Os crentes de todos os tempos devem dar exemplo das mesmas características, especialmente a cuidadosa atenção à Palavra de Deus, pois a sabedoria é a sabedoria de Deus.
12.4: “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até o fim do tempo: muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”.
“Muitos correrão de uma parte para outra”. O presente texto fala do arrependimento de Israel, no tempo do fim. Eles de fato “correrão” em direção à Terra Santa. Em maio de mil novecentos e quarenta e oito (1948) houve o primeiro estádio dessa grande profecia, e, logo a seguir, veio ao mundo o “multiplicar da ciência” em escala assombrosa. O leitor deve observar que, não só o repatriamento de Israel, tem prenunciado o retorno do Messias nas nuvens para o arrebatamento da Igreja, mas outros sinais correlatos estão também predizendo a mesma coisa. Observemos 24 sinais precursores deste grande acontecimento: 1) Guerras, fomes, pestes e terremotos marcantes. 2) Desassossego em escala mundial: os homens desmaiando de terror (Lc 21.26). 3) O incremento do saber (o texto em foco) - (Dn 12.4). 4) A descoberta do automóvel (Na 2.4). 5) O aparecimento do avião (Is 31.5). 6) A descoberta do Rádio (Ap 11.9), e da Televisão (Jó 38.35). 7) As armas nucleares (Ap 13.13). 8) O bramido do mar e das ondas, isto é, a oscilação de nações inquietas e angustiadas (Lc 21.25). 9) A reta final na plenitude dos tempos dos gentios (Lc 21.24). 10) A reconstrução de Jerusalém (Jr 31.28-40). 11) A restauração da Palestina (Ez 36.33-35). 12) A Confederação Russa (Ez caps. 38 e 39). 13) Gogue move-se em direção ao sul, contra a Palestina, no “fim dos dias” (Ez 38.15,          16). 14) Os reis do Oriente se preparando para uma investida mortal à Terra Santa (Ap 16.12). 15) Flagelos em escala marcante (Mt 24.7). 16) Luta entre o Capital e o Trabalho (Tg 5.1-4). 17) O presente ressurgimento do sobrenatural (J12.28, 29). 18) Igrejas mornas no caráter de Laodicéia (Ap 3.15, 16). 19) Os escarnecedores do após-Milênio (2 Pe 3.3, 4). 20) Ressurgimento de falsos cristos (1 Tm 4.1-3). 21) Tempos similares aos dias de Noé (Mt 24.38; Lc 17.26, 27). 22) Suicídio mundial (Mt 24.22). 23) A Evangelização do mundo (Mt 24.14). 24) Juventude sem lei (2 Tm 3.1, 2). Esse grande sinal é observado recentemente por um jornal norte-americano, que publicou a seguinte nota: “A situação nos Estados Unidos, no que tange aos jovens na área do ensino, é calamitosa; há muita confusão nos estabelecimentos de ensino: atingindo colégios, universidades, ginásios, e escolas primárias por todo o País. Os professores têm medo do Superintendente, o Superintendente tem medo da Junta de Educação, e a Junta de Educação tem medo dos pais, e os pais têm medo dos jovens, e os jovens não têm medo de ninguém”. Todos esses sinais, e outros ainda, foram preditos pelos profetas, apóstolos e pelo próprio Senhor; eles estão se cumprindo à risca, a nível e a prumo em seus mínimos detalhes. (Alterado).
12.5: “E eu, Daniel, olhei, e eis que estavam outros dois, um desta banda, á beira do rio, e o outro da outra banda, á beira do rio”.
O leitor deve observar que, no presente texto, o velho profeta começa novamente a relatar a visão escatológica e vê, “dois” outros mensageiros celestes nas margens daquele rio. (Ver notas expositivas sobre o rio Hidequel, no capítulo 10.4 deste livro). Daniel observa um dos mensageiros perguntar ao “homem vestido de linho” quando todos aqueles acontecimentos se consolidariam. Esse “mensageiro” bem pode ser “O arcanjo Miguel”. (Ver Jd v. 9), enquanto que o “homem vestido de linho” é o próprio Cristo. Se realmente é o “arcanjo Miguel”, trata-se de um ser de elevado poder, e que tem autoridade para exercer missões especiais ou mais importantes. Aqui, no texto em foco, ele é o arauto de uma proclamação de grande importância para o povo de Deus. No decorrer da grande visão, Daniel observa ainda o “homem vestido de linho” a andar “sobre a face das águas” à semelhança do Espírito de Deus no princípio da criação (Gn 1.2). Ezequiel, o profeta do cativeiro, em sua visão sobre a cidade de Jerusalém, contempla também “entre seis (6) personagens, um homem vestido de linho” (Ez cap. 9). Comparando Ezequiel cap. 9, com Daniel cap. 12 vv. 5-7, e com Apocalipse cap. 10.5 e 6, podemos afirmar que o “homem vestido de linho” é o próprio Cristo em uma de suas missões pré-encarnatórias.
12.6: “E ele disse ao homem vestido de linho que estava sobre as águas do rio: Que tempo haverá até o fim das maravilhas?”
“Que tempo haverá...” O presente texto nos mostra o “anjo” se dirigindo ao “homem vestido de linho”, ao que pergunta: “Que tempo haverá até o fim das maravilhas?” Isso nos mostra, conforme está declarado nesta passagem e em outras do mesmo gênero, que os anjos, apesar de serem seres celestiais, contudo não são oniscientes, pois esse atributo só é peculiar à Santíssima Trindade. (Ver Gn 19.12). A visão era tão grande que nem mesmo o próprio mensageiro a entendeu. As maravilhas de que falou o anjo, certamente serão aquelas que terão lugar durante o tempo sombrio da Grande Tribulação e no próprio Milênio de Cristo sobre a terra. Os grandes sinais durante aqueles dias de tantas trevas são, em suma, também chamadas de maravilhas. (Comparar Êx 7.3; SI 136.4). O personagem divino, esclarece ao seu “companheiro” (Comp. Hb 1.9) que, no fim da presente Era, todos esses acontecimentos narrados neste livro de Daniel teriam seu devido cumprimento, e, para uma maior e mais firme confiança, ele confirma estas profecias com um “juramento” (Ver Hb 6.13-16).
12.7: “E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a sua mão direita, e a sua mão esquerda ao céu, e jurou por aquele que vive eternamente, que depois de um tempo, de tempos e metade de um tempo, e quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo, todas estas coisas serão cumpridas”.
O versículo em foco, é paralelo à passagem de Apocalipse 10.5, onde o anjo também levantou “a sua mão ao céu”. Em virtude deste feito pelo “homem vestido de linho”, que jurou em nome de outro, alguns teólogos chegam até a discutir que este personagem não seja o Cristo, baseando-se em Hebreus cap 6.13, que diz: "... quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurar, jurou por si mesmo”. Assim pensam alguns: Jesus sendo igual a Deus, não podia jurar por outro como fez o “homem-sacerdote” na margem do rio. Nosso ponto de vista na presente passagem é: Jesus levantando sua mão ao céu e, jurando em nome do Pai, é evidentemente lógico, que “jurou por si mesmo” (Comp. Jo 14.10,11, 28), a fim de confirmar um juramento, como era costumeiro; talvez mostrando o “livrinho” que trazia na sua mão direita. A mão foi levantada ao céu, lugar da habitação de Deus, chamando-o como testemunha. O leitor deve também observar a eternidade de Deus. Neste ponto encontramos a fórmula “pelos séculos dos séculos”, uma expressão de uso frequente no Apocalipse; é uma expressão idiomática comum no grego para exprimir o conceito de “eternidade”. Neste caso, a eternidade é encarada como uma “interminável série de ciclos”. Isto é, o infinito quanto ao tempo, colocando, assim, a pessoa de Deus, como sendo o “mesmo” quanto ao tempo e à importância.
12.8: “Eu, pois, ouvi, mas não entendi; por isso eu disse: Senhor meu, qual será o fim destas coisas?”
“Eu, pois, ouvi, mas não entendi’. O presente versículo, confrontado com o versículo 7 (o anterior), e com o versículo 5 do cap. 10, nos dá entender que Daniel seria um dos personagens que estavam na banda do rio, vendo esta maravilhosa visão. Daniel contemplava a visão e ouviu as palavras, que iam sendo proferidas, mas nada entendia! O anjo também ficou sem entender aquela visão tão sublime. O apóstolo João entendeu muito bem o sentido da voz dos sete trovões, porém, a exemplo de Paulo, foi-lhe vedado escrever ou revelar a mensagem (2 Co 12.4 e Ap 10.4). Porém a Daniel, nem isso lhe foi concedido. Existem, no eterno propósito de Deus, mistérios desconhecidos até mesmo pelos anjos. Mas Daniel sabia que “as coisas encobertas são para o Senhor nosso Deus”, por isso, com toda a humildade, pediu a interpretação dessas coisas (Dt 29.29).
12.9: “E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fím”.
"... fechadas e seladas...” No versículo quatro (4) deste capítulo, observamos que foi ordenado a Daniel fechar as palavras e selar este livro até o “tempo do fim”. O ser celestial afirma a Daniel que, ao chegar o assinalado “tempo do fim”, todas essas coisas sofreriam uma como reação em cadeia, e “todas estas coisas serão cumpridas”. Daniel viveu cerca de 600 anos antes de começar propriamente o chamado “tempo do fim”, mas a expressão ocorre cerca de 15 vezes só no seu livro. No Novo Testamento, essa expressão é aplicada para: 1) A época do Evangelho de Cristo (Hb 1.2). 2) A época do Espírito Santo em sua plenitude (At 2.17). 3) E também para os “últimos dias maus” (2 Tm 3.1). Eis a razão por que fora ordenado a Daniel selar o livro e a João não selar, pois num contexto geral, João já pertencia a uma geração da “última hora”, e não podia fazer o mesmo que fizera Daniel; assim, as Escrituras são proféticas e se combinam entre si em cada detalhe (Dn 12.4, 9; 1 Pe 1.11,12; Ap 22.10).
12.10: “Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão”.
"... nenhum dos ímpios entenderá”. O texto diz que os ímpios não entenderão, mas o contexto afirma que “os sábios entenderão”. O escritor do livro de Eclesiastes descreve que o “coração do sábio discernirá o tempo e o modo” (Ec 8.5). Todos sabem, através de historiadores contemporâneos, que, na destruição de Jerusalém pelo general Tito, no ano 70 d.C., não pereceu nenhum crente. Eles estavam avisados de antemão pelo próprio Salvador, para fugirem da cidade em tempo. Antes do grande assalto, eles fugiram (Lc 21.20, 21). Fugiram para a cidade de Pela na Peréia, logo no início do sítio. O exército invasor tomou conta da cidade num dia de sábado, enquanto os fiéis cristãos tinham deixado a cidade na quarta-feira. Eram “os sábios” que não ignoravam os sinais dos tempos. Mas, segundo Flávio Josefo, os judeus incrédulos se deram por seguros e zombaram da advertência do Filho de Deus, e, assim, pereceram, morrendo sem misericórdia. Os humildes estão prontos a se humilharem e a buscarem a iluminação de Deus. E justamente isso que o ímpio não quer fazer. Uma velha lenda babilónica dizia o seguinte a respeito de Noé: “Navega, velho Noé, sobre a areia com teu barco”. Os ímpios zombavam deste grande servo de Deus, mas “veio o Dilúvio, e os levou a todos”.
12.11: “E desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias”.
"... a abominação desoladora”. O Senhor Jesus cita esta passagem em seu sermão escatológico narrado em Mt 24. Ali Ele diz: “Quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda”. (Ver Mc 13.14). Nos dias de Antíoco Epifânio, o monarca selêucida, cremos que esta profecia sobre a “abominação desoladora” sofreu seu primeiro estádio e teve, do ponto de vista histórico, seu cumprimento parcial. Antíoco ordenou que fosse oferecida carne de porco no santuário de Deus; porém, no que diz respeito ao seu cumprimento final, certamente será durante o tempo sombrio da Grande Tribulação quando o Anticristo se introduzirá no templo de Deus, apresentando-se como se fora o próprio Deus (2 Ts 2.4). O texto de Marcos 13.14 bem poderia ser traduzido: "... de pé onde não deve”. A expressão dá a idéia de um ídolo “de pé onde não devia estar”. O conceito geral é, tanto o Anticristo como a sua imagem posta no lugar santo (2 Ts 2.4; Ap 13.14). (Para uma melhor compreensão do estudante, ver notas expositivas no versículo 31 do cap. 11 do mesmo Livro).
12.12: “Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias'”.
"... mil trezentos e trinta e cinco dias”. A Grande Tribulação, que se prolongará por sete anos, terá seu auge nos três anos e meio finais (a última metade da semana profética de Daniel) - Dn 9.25-27; Mt 24.21. Seu ponto marcante dar-se-á com a vitória do arcanjo Miguel sobre os exércitos espirituais de Satanás (Dn 12.1; Ap 12.7 e ss.), e terminará com a ressurreição corporal dos santos da Grande Tribulação. Embora o período final deste tempo sombrio tenha a duração de apenas 1.260 dias (Ap 12.6), um período adicionado de mais trinta dias parece ser exigido para a purificação e restauração do templo (Dn 12.11). E ainda outro período de quarenta e cinco dias antes que seja experimentada a plena bênção do reino milenar. (Ver Dn 12.12). Nos presentes versículos 11 e 12 do capítulo em foco, lemos que “desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias”. Esta abominação será posta no lugar santo, no início da segunda metade dos sete anos - o período propriamente dito da Grande Tribulação.
A divisão dos dias. 1) Um período de 1.260 dias (três anos e meio) até a destruição e prisão da Besta (Dn 12.7, 11; Ap 19.19, 20). 2) Um período de 1.290 dias (Dn 12.12), acrescentado de mais 45 dias. Está escrito em Mateus 24.22, que, “se aqueles dias (1.335) não fossem abreviados (para 1.260), nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos (os judeus), serão abreviados aqueles dias”. O leitor deve observar bem a frase: “abreviados”. Com a interpretação que pode ser depreendida dos versículos acima, podemos chegar à seguinte conclusão: A Grande Tribulação, terminará no final dos 1.260 dias (parte final dos sete anos) - Ap 12.6, 14. Durante os trinta (30) dias que seguem, se dará o julgamento das nações; no período dos 45 dias restantes, a terra passará por uma espécie de “purificação”. (O número 30 e 40 fazem parte da LEI da purificação). E a bem-aventurança, descrita no cap. 12.12 deste livro, terá, seu cumprimento na introdução do reino milenar de Cristo.
12.13: “Tu, porém, vai até o fim; porque repousarás e estarás na tua sorte, no fim dos dias”.
“Vai até o fim”. No livro de Provérbios 4.18, lemos as magnas palavras: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. Essa é uma das razões expostas na Bíblia, que “melhor é o fim das coisas do que o princípio delas” (Ec 7.8). Para o salvo ele espera a bem-aventurança da “ressurreição dos santos”, o bem-estar espiritual, ou a felicidade dos que vão receber a “vida última”. Daniel devia seguir o seu caminho, e esperar a aurora do “dia da eternidade”. O Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador, fez uma promessa para aquele que “perseverar até o fim” (Mt 24.13). Daniel devia ir (e foi) até o fim, pois, na eternidade, esperava-lhe uma “sorte” que o faria repousar entre os santificados. Uma bênção particular espera aquele que continua numa atitude de prontidão. Daniel estava contado entre os “sábios” do versículo 3 do cap. em foco. Nosso magno conselho, ao terminar esta humilde obra é dar a mesma saudação ao nobre leitor: “Vai até o fim; porque repousarás e estarás na tua sorte, no fim dos dias”. Amém!

Autor: Severino Pedro da Silva


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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Lição 12 - Um Tipo Futuro do Anticristo

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Leia Dn 11.1-45

Neste capítulo trataremos de um personagem que se destaca dentro da profecia de Daniel e envolve fatos que já aconteceram e se cumpriram historicamente. O cumprimento dessas profecias fortalece a confiança e a credibilidade das visões e revelações de Daniel. Porém, o personagem que aparece é um dos últimos reis do Império Grego, chamado Antíoco Epifânio IV, da família dos ptolomeus, o qual será destacado pela crueldade e pelo desprezo às coisas sagradas. Ele aparece mais no final do capítulo 11.
O capítulo 11 traz uma profecia que abrange os dois últimos Impérios, o Medo-persa e o Grego. O seu cumprimento se inicia, literalmente, a partir do final dos dias da vida de Daniel sob o reinado de Dario, o medo. Neste capítulo Deus revela a Daniel eventos proféticos que se cumpriram no período interbíblico, ou seja, aquele período entre o Antigo e o Novo Testamentos. Porém, a revelação maior dessa profecia diz respeito ao personagem histórico Antíoco Epifânio. Esse personagem refere-se a um futuro rei com as mesmas caraterísticas que aparecerá, escatologicamente, no futuro, como o Anticristo revelado no Novo Testamento. As profecias do capítulo 11 se cumpriram e ocorreram entre os reinados de Dario, o medo (539 a.C.) e Antíoco Epifânio (175-163 a.C.).
Porém, a parte do texto dos versículos 36-45 diz respeito a Israel em tempos ainda não cumpridos e que estão relacionados intimamente com os capítulos 12 de Daniel e 13 de Apocalipse.

I - PREDIÇÕES PROFÉTICAS CUMPRIDAS COM EXATIDÃO

(11.1-20) A exatidão do cumprimento das profecias (11.1)

“Eu, porém, no primeiro ano de Dario, o medo” (11.1). A importância dessa profecia é constatar a fidelidade e exatidão do cumprimento das profecias especialmente no período inter-bíblico. O primeiro ano do reinado de Dario foi em 539 a.C., conforme se pode constatar nos textos de Dn 6.1 e 9.1.0 anjo de 11.1 é mesmo anjo de 10.20,21 que veio a Daniel, não apenas para confortá-lo, mas continuar a revelar o futuro de dois Impérios: o medo-persa (com todos os seus reis) e o grego (11.2-4).

A revelação sobre o fim do Império Medo-persa (11.2).

Aparece no versículo 1 o rei “Dario, o medo” que é o mesmo de Dn 5.31. No capítulo 9.1, ele é chamado “Dario, filho de Assuero”.A história bíblica diz que Ciro constituiu a Dario como rei enquanto ele estava no campo de batalha na conquista de outras terras e nações. Porém, o versículo 2 fala de três reis e destaca um quarto. Os três primeiros reis persas em sequência normal são, segundo Scofield, em seu comentário: Ciro II (550-530 a.C.), Cambises II (529-522 a.C.) e Dario I Histapes (521-486 a.C.). O quarto rei é Xerxes (486-465 a.C). Existe pouca informação acerca desses reis, sobre os quais Daniel citou que reinariam em sequência, não por muito tempo. Porém, os dados proféticos são precisos e confirmados pela própria história. As evidências históricas do cumprimento da profecia são tão reais, que os críticos da Bíblia sugerem que a profecia foi escrita, pelo menos 400 anos depois de Daniel, depois que tudo tinha acontecido. Entretanto, a revelação futura dada a Daniel encontra respaldo histórico e credibilidade porque Deus cumpre sua palavra. Além dos fatos cumpridos, a profecia aponta para o futuro, com o aparecimento do Anticristo, um tipo de Antíoco Epifãnio.

A revelação profética sobre o Império Grego (11.3).

Xerxes I, sucessor de Dario, o persa, foi o quarto e último rei do Império Medo-persa. Foi um rei que juntou muita riqueza, mas ao enfrentar a Grécia, conquistou a cidade de Atenas e isto irritou aos gregos. Despontava naquele tempo a liderança de Alexandre, o Grande, que reuniu todas as forças bélicas e humanas dos seus exércitos e derrotou a Xerxes, da Pérsia, vingando a nação grega. Portanto, em 331 a.C., Alexandre, o grande, “o rei valente” se levantou e suplantou o último rei dos medos-persas com grande força e domínio sem qualquer resquício de misericórdia (v. 3). Era jovem e cheio de energia, inteligente e perspicaz, porque foi capaz de persuadir com carisma seus subordinados para que se unissem a ele a fim de conquistar o mundo de então. Com força pujante e implacável, Alexandre foi aumentando seu domínio geográfico e cultural conquistando outras nações. Ele procurou agregar os povos conquistados e tornar o seu domínio num “império unido”. Ele promoveu a miscigenação das nações conquistadas, para ter o domínio sobre todos. Ele formou um exército coeso e forte recrutando homens de todas as nações conquistadas. Em pouco tempo, para o contexto da época, suas conquistas ultrapassaram todos os índices de tempo para dominar e fazer o que lhe aprouvesse. Cumpria-se, de fato, a soberania de Deus dirigindo a história e fazendo valer a sua soberana vontade. Era a sua vontade exercida nos destinos das nações e, acima de tudo, especialmente para Israel.

A divisão do Império Grego por quatro generais (11.4-20)

“estando ele em pé, o seu reino será quebrado” (11.4). Muito cedo, aos 33 anos de idade, Alexandre morreu na Babilônia. Ele era “chifre ilustre” ou “a ponta grande” do bode peludo do capítulo 8.8, que representava a Grécia. Esse chifre foi quebrado (8.8) que representa o rei grego, cujo reino foi quebrado em 11.4. Sem seu líder principal, Alexandre, o Magno, o seu reino perdeu a força da unidade imperial e foi dividido por seus quatro generais: Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu. Ainda que os historiadores neguem a questão da soberania de Deus no destino das nações, não temos o que duvidar. Fazendo uma relação comparativa das visões dos capítulos 7 ,8 e 11, temos no texto de Dn 7.6 a figura das quatro cabeças do leopardo alado, e depois, no texto de Dn 8.8 temos a visão do bode peludo com quatro chifres notáveis. As figuras são diferentes, mas as representações dessas figuras são as mesmas, porque falam do Império Grego e sua divisão, depois da morte de Alexandre, pelos quatro generais. São eles: Cassandro que reinou na Macedônia; Lisímaco que reinou sobre a Trácia e a Ásia Menor; Ptolomeu que reinou no Egito e, por último, Seleuco que reinou sobre a Síria e o restante do Oriente Médio. Essa divisão de reinos aguçou a vaidade e a presunção desses generais que se fizeram reis e tramas de traição e morte envolveram esses reinos.
(11.5-20) Nos versículos 5 a 20 temos uma sucessão de guerras entre esses quatro reis, especialmente, entre Egito e Síria, entre os reinos do norte e do sul. Suplantou o rei do Norte, Antíoco Epifânio (entre 175 e 164 a.C.) o qual se tornou um tipo perfeito do Anticristo. Porém, dois desses reis da divisão do império se destacam: o rei do Sul e o rei do Norte. Da divisão do império, o rei do Sul é Ptolomeu. Com ele se iniciou a dinastia dos ptolomeus. O texto diz que ele (o rei do sul — Egito) seria mais forte que o outro rei (o rei do norte — Síria). O sul era representado pelo Egito e o norte pela Síria. Detalhes históricos envolvendo esses dois reinos culminam com conflitos entre ambos e com a superação do reino do sul (Síria). Nos versículos 5 a 20 temos uma sucessão de guerras entre esses quatro reis, especialmente, entre Egito e Síria, entre os reinos do norte e do sul. Esse conflito entre os reis do norte e do sul (Egito e Síria), revelou ao final um personagem por nome Antíoco Epifânio, quando no ano 198 a.C., Jerusalém e Judeia passaram a ser província da Síria. No versículo 15, o rei do norte, Antíoco III, o Grande, se impõe sobre a Judeia e Egito e se apodera fortemente da Palestina (11.16). Esse rei, por causa da dívida com Roma, a fim de pagá-la, estabeleceu impostos financeiros pesados, tirando-os dos tesouros da Casa de Deus em Jerusalém. O filho de Antíoco III foi Antíoco IV, conhecido como Antíoco Epifânio.

II - O RETRATO DO CARÁTER MAU DE ANTÍOCO EPIFÂNIO

(11.21-35) Antíoco Epifânio, o glorioso

A presunção desse rei o fez adotar um novo nome e ele chamava a si mesmo “Teos Epifanes” , isto é, “deus revelado”. Ele ascendeu ao trono da Síria em 175 a.C., e mesmo sendo rejeitado por muitos, fez questão de impor seu domínio pela crueldade. Sua ascensão foi ilegal, porque, para abrir caminho para o trono da Síria, ele o fez pelo modo mais ignominioso e detestável. Suas caraterísticas diabólicas o tornaram o tipo mais próximo do futuro Anticristo.
“Depois, se levantará em seu lugar um homem vil” (11.21). Os quatro generais que se tornaram reis depois da morte de Alexandre, não se contentaram com suas regiões geográficas porque suas ambições os fizeram tramar intrigas entre si, matando e assassinando opositores para ostentarem mais riquezas do que já tinham. Queriam mais e mais e começaram a buscar mais terras e partiram para a luta entre si. Seleuco IV, da Síria, ocupava o trono da Síria em Antioquia e reinou de 187 a 175 a.C., morreu envenenado e seu filho deveria assumir o trono, mas seu tio Antíoco Epifânio tomou o trono da forma mais ignominiosa e detestável possível. Antíoco Epifânio assumiu o trono sírio e mudou seu título de Antíoco IV para Antíoco Epifânio, isto é, o glorioso.
Antíoco Epifânio foi um rei perverso
“mas ele virá caladamente e tomará o reino com engano” (11.21). Ele chegou ao poder em 175 a.C. e tinha apenas 40 anos de idade. Segundo a história, reinou apenas onze anos, e morreu em 164 a.C. Porém, em seus poucos anos de reinado usou de todos os artifícios de mentira, engano, astúcia, lísonjas e crueldade como ninguém o fizera. Para se manter no poder Antíoco Epifânio não tinha qualquer escrúpulo. Sua ascensão ao trono da Síria foi através de intrigas e engano (11.21) e tinha sede de conquista derramando o sangue dos seus adversários em muitas guerras. Enriqueceu com os despojos das guerras, quando lutou contra o Egito (11.25-28).
O versículo 21 o chama de “homem vil”, porque fingindo amizade e aliança, entrou n o Egito e se apoderou do reino de Ptolomeu Filometer.

Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém (11.25-28) Antíoco Epifânio, depois de ter entrado no Egito e ter tomado posse do reino de Ptolomeu VI ( w. 25,26), resolveu investir contra a Terra Santa, especialmente, Jerusalém. Ele tinha um ódio enorme contra Israel. Por isso, partiu para a profanação do templo dos judeus e fez cessar os sacrifícios diários (11.30,31). Houve resistência da parte de judeus fiéis que não cederam aos abusos de poder e de arrogância desse rei sírio. Ele ordenou o sacrifício de porcos sobre o altar sagrado dos judeus para profanar o Santuário.
Antíoco Epifânio era cruel
(11.31-35) Ao invadir Jerusalém, Antíoco Epifânio não teve escrúpulo algum para desrespeitar valores morais, éticos e higiênicos tão importantes na sociedade de Israel. Estabeleceu regulamentações contra a circuncisão, a observação do sábado, e outras práticas dietéticas do povo de Israel. O versículo 31 fala da “abominação desoladora”, quando construiu um altar a Zeus, deus pagão, sobre o altar dos holocaustos no templo.

III - ANTÍOCO EPIFÂNIO, ARQUÉTIPO DO ANTICRISTO

O “homem vil” que chega ao poder

“E esse rei fará conforme a sua vontade ”(11.36). Até o versículo 35 a história se cumpriu perfeitamente. A partir do versículo 36, os fatos acontecem de modo especial e fala de um rei que agirá segundo a sua própria vontade. Trata-se de um homem que chega ao poder, prospera, cresce em poder e, então, investe contra o Deus de Israel. Esse rei, na figura de Antíoco Epifânio, assume o papel de divindade. Essa profecia tem o respaldo do Novo Testamento nas palavras de Paulo, quando diz que “se opõe contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto”( 2 Ts 2.4).
Esse “homem vil” prefigura o futuro líder mundial no “tempo do Fim”
“E no fim do tempo” (11.40). Na verdade, os versículos 40 a 45 retratam as lutas finais de Antíoco Epifânio com o Egito, o rei do Sul, seu rival maior naquele tempo. Porém, a descrição desses conflitos prenunciam os atos futuros do Anticristo. No versículo 45 está descrito o fim de Antíoco Epifânio. Ninguém ostenta uma glória que só pertence ao Deus Todo-Poderoso. Nos versículos 36-45 está descrito que ele fará conforme sua própria vontade. Quando o versículo 40 fala do “fim do tempo” estava apontando, não só para o fim do personagem histórico Antíoco Epifânio, mas estava apontando para um tempo especial que a Bíblia descreve como sendo a Grande Tribulação, identificada como a 70a Semana do capítulo 9.27.
(11.41) Segundo o texto, os reis do norte e do sul (Egito e Síria) se unirão numa coligação de nações na “terra gloriosa”(11.41) para a grande batalha do Armagedom, onde o Anticristo será derrotado na  Segunda Vinda de Cristo (Ap 19.11-20).
(11.41-43) Escatologicamente, esses versículos falam da extensão do reino do Anticristo. Ele entrará na “terra gloriosa” que é Jerusalém e promoverá grande perseguição aos judeus existentes. Os povos que rodeiam como Edom,Moabe e Amon, identificados hoje, como a Jordânia e pequenas nações próximas estarão sob o seu domínio. Porém, os povos do Oriente, como a China e rumores vindos do Norte, a Rússia, mobilizarão seus exércitos e poderes bélicos para combater o Anticristo na “terra santa”.
(11.44,45) A destruição do Anticristo. Esses versículos indicam que a força de governo do Anticristo será arrojada por terra e suplantada pela vinda gloriosa de Jesus Cristo, o glorioso Messias, desejado e sonhado dia e noite pelos judeus (Zc 14.1,2). Depois de sete anos da Grande Tribulação, no seu final, o Senhor matará com o sopro da sua boca e com o esplendor da sua vinda (2 Ts 2.7,8).
“mas o seu fim virá” (11.44,45). Subtende-se que a expressão “entre o mar Grande e o monte santo” refere-se ao Mar Mediterrâneo (“o mar grande”, e “o monte santo e glorioso” não é outro que não o lugar do Templo de Deus em Jerusalém. O Anticristo armará suas tendas militares em Jerusalém , nas cercanias do vale do Armagedon (Ap 16.16; Zc 14), mas será neste vale que ele será derrotado pelo Messias glorioso. O falso Profeta e ele serão lançados no lago de fogo para sempre, e o Senhor instalará seu reino de mil anos (Ap 19.11-21).

CONCLUSÃO


A Bíblia declara que o “último dia” não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja manifestado “o homem da iniquidade, o filho da perdição” que é o Anticristo (2Ts 2.3).
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os objetivos da educação cristã

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        A Educação Cristã trata dos ensinos de Cristo nas Escrituras. Ela é essencial na Igreja para a formação dos discípulos de Jesus Cristo. Era o curso que o Mestre ministrava aos Seus discípulos. Ele tinha como objetivo treiná-los para cumprirem a missão do Pai – anunciar o Seu evangelho para a salvação e alegria dos povos. O Senhor deixou esta missão bem definida no Seu encontro com o publicano Zaqueu, em Jericó. “O Filho do homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10). Paulo, um dos maiores mestres do Novo Testamento, coloca de forma muito clara ao jovem pastor Timóteo: “O que ouviste de mim, diante de muitas testemunhas, transmite a homens fiéis e aptos para também ensinarem a outros” (2 Tm 2.2). Este texto revela os três objetivos da Educação Cristã: informar, formar e transformar. Timóteo foi informado (conteúdo), formado (caráter) e transformado (testemunho). Um educador disse que há três elementos fundamentais na formação de uma pessoa: a genética, o ambiente e as escolhas. Os dois primeiros independem de nós, mas o terceiro depende de nós, pois trata das nossas escolhas, decisões. Vejamos os três objetivos da Educação Cristã.
                O primeiro é informar. Aqui trata de passar conteúdo. Vivemos num mundo de informações muito volumosas e muito rápidas. São muitos os meios de informação. Elas hoje são muito valiosas. Há muitos que pagam pelas informações, pois as empresas que as  vendem estão valendo muito no mercado. Mas o que significa informação? Por exemplo, temos as lições bíblicas de nossas revistas e demais publicações. Todas estas informações precisam ser decodificadas, processadas e assimiladas. O conteúdo publicado deve ser interpretado de forma correta. Sabemos que temos no Brasil muitos analfabetos funcionais, isto é, que leem, mas não entendem. Por que razão? Uma questão cultural. O povo brasileiro lê muito pouco. Isto é muito antigo. Uma herança muito ruim. Os nossos governantes não levaram a sério o que disse Monteiro Lobato: “Um país se faz com homens e livros”. Mas as informações estão à nossa disposição. Precisamos lê-las e interpretá-las eficientemente. A literatura está muito mais acessível em nossos dias. Há um volume muito grande de material para ser lido. Muita coisa boa e também muita coisa de péssima qualidade. Sabemos que as informações não chegam só pela página impressa, mas pelas produções midiáticas – Tv, Internet, radio, celular, etc. Devemos aprender a selecionar o que lemos. Buscar uma cultura geral, mas sempre pela ótica da Revelação de Deus, dos princípios do Evangelho de Jesus. Então, é objetivo da educação trazer luz. Mas há outro objetivo que queremos considerar.
                O segundo é formar. Aqui tem a ver com caráter. Trata de valores assimilados. Formar é bem mais difícil do que informar. O conteúdo da noticia ou recado precisa ser assimilado para fazer parte do caráter do aluno. Informar não dói, mas formar sim. Posso receber apontamentos sem codifica-los. Posso ouvir comunicações, mas não absorvê-las. A formação depende de um ouvido apurado e entranhas bem preparadas para processarem a matéria-prima. As inteirações são a matéria-prima para a formação do indivíduo. Paulo disse aos irmãos Gálatas: “Sinto dores de parto até que Cristo seja formado em vós” (4.19). Há sofrimento entre as informações e a formação. Também, muitos obstáculos neste mundo pós-moderno. Vivemos numa sociedade larga e rasa, baseada em sentimentos e em leis formadas pela pessoa (ela é a sua própria lei), ou seja, o que ela pensa é que vale. A sociedade pós-moderna é pluralista. Infelizmente na maioria das igrejas isto também é verdadeiro. Há uma longa distancia entre expor conteúdo e formar. Entre receber as informações e assimilá-las, apreendê-las e aprende-las. Há muitas coisas que impedem que o conteúdo do Evangelho entre na mente e no coração para a  formação do caráter cristão. Então, o coração tendente ao erro, a incredulidade, o entretenimento, a falta de prioridade, a desatenção ou falta de concentração, as barreiras culturais e pessoais, a falta de interesse e outros pontos afins, são elementos complicadores na assimilação do conteúdo cristão. Há uma aritmética do aprendizado que precisa ser utilizada abundantemente em nossas famílias e igrejas: INFORMAÇÃO + FORMAÇÃO = TRANSFORMAÇÃO. Não podemos fugir desta realidade bíblica tão clara. Este foi o método utilizado pelo Senhor Jesus. Seus ensinos por meio de parábolas, exemplos da natureza, da revelação do Velho Testamento e de Si mesmo foram instruções que visavam a formação a partir dos Seus discípulos. Sabemos que o fato de que alguém seja bem instruído não significa ser bem formado, pois depende do interesse da pessoa. O problema básico seja do País, da Igreja e da sociedade não é de informação, mas de formação. O custo da instrução é muito menor do que da formação do caráter. É muito triste percebermos membros de igrejas vivendo uma vida de incredulidade, mundanismo e alienação. Não será por que falta conversão, regeneração ou novo nascimento? Parece também que é uma questão de fundamentos não assimilados e, portanto, não vivenciados. Como pastores e educadores cristãos, precisamos investir tempo no preparo pessoal com muita oração e treinamento de pessoas a partir do nosso exemplo. O que precisamos é de pastores e educadores que preguem e ensinem a partir da coerência bíblica dominando a vida. Não adianta pregação e ensino sem exemplo, sem vida. É deste ponto que desejo tratar com você agora o último objetivo da nossa reflexão.
                O terceiro é transformar.  Aqui tem a ver com mudança percebida, sentida, avaliada positivamente. Se o informar é inicio, o formar é meio e  o transformar  fim ou produto final. Então, você tem a matéria-prima (informar), o meio de produção (formar) e o manufaturado (transformar). Paulo usa a palavra metamorfose para o verbo transformar. “E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”  (Rm 12.2).  A metamorfose só acontece a partir da informação e da formação. As pessoas são transfiguradas pelo conhecimento experimentado ao longo a vida. Sabemos que a mudança deve ser sempre avaliada e aperfeiçoada. O produto da informação e da formação nunca é acabado, mas sempre aperfeiçoado. O caráter de Cristo a partir do ensino da Palavra vai sendo formado trazendo transformação do ser cristão. O fato de sermos transmudados significa o prazer de glorificar a Deus em nossas atitudes e em nossos atos. O ser convertido tem prazer nas coisas de Deus e não as guarda para si. O seu testemunho é coerente e contundente. Prazeroso e vigoroso. Ele aproveita todas as oportunidades para repartir o que Cristo fez e continuará fazendo em sua vida. A pessoa que experimentou mudança de vida não se conforma com o erro. Ela se indigna com o sistema que está posto aí. O cristão autêntico é agente de mudança. Não se deixa influenciar pelos que estão no erro, mas os influencia. Aproveita todas as oportunidades para revelar Cristo, o Senhor. Fomos transmudados para levarmos esta experiência às pessoas sem Cristo. É interessante que as pessoas regeneradas buscam o aperfeiçoamento dentro do ciclo do crescimento. Mudadas, buscam mais informações para formação de outros conceitos do cristianismo autentico. Como diz Paulo: “Porque agora vemos como por um espelho, de modo obscuro, mas depois veremos face a face. Agora conheço em parte, mas depois conhecerei plenamente, assim como também sou plenamente conhecido” (1 Co 13.12). Uma vez mudados, sempre em mutação até que Cristo volte. Parece um contrassenso, mas não é, pois quando Paulo diz aos Gálatas “sinto dores de parto até que Cristo seja formado em vós”, ele está se referindo a cristãos que necessitavam de crescimento espiritual. 
                Que a nossa Educação Cristã tenha estes três objetivos para a glória do nosso Grande e Santíssimo Deus Pai. Sejamos pregadores e educadores comprometidos com o ensino de qualidade bíblica. Seja Cristo o centro do nosso ensino, o Espírito Santo o iluminador e encorajador na aplicação do conteúdo e Deus, o Pai, exaltado. Pregadores e professores cristãos sejam o exemplo de amor, compaixão, excelência, santidade, disciplina e ética. Que haja sempre aplicabilidade em nossos conteúdos. Sejamos capazes da parte do Senhor de reconhecermos os nossos erros, as nossas limitações na ministração de pessoas tão preciosas. Tenhamos a consciência de Paulo: “Não que sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se viesse de nós mesmos, a nossa capacidade vem de Deus” (2 Co 3.5). Aprendamos com Jesus o que significa educar pessoas. Façamos uma leitura da personalidade do Mestre dos mestres a partir do conteúdo bíblico como a Revelação.  Sejamos seus imitadores. Busquemos nEle a nossa inspiração. Aprendamos com Ele como tratar as pessoas com profundo amor. Tenho aprendido que aqueles que não se assentam para aprender com o Mestre não podem ficar em pé ou sentados para ensinarem a outros. Fomos chamados para fazermos toda a diferença no ensino cristão. Que o Senhor nos livre da arrogância, da autossuficiência e da mediocridade. Sejamos mestres à semelhança do Mestre que deu a Sua vida pelos Seus alunos visando, acima de tudo, a Gloria do Pai.

Fonte: http://prazerdapalavra.com.br

Autor: Oswaldo Jacob
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Dinâmica da Lição 12: Um Tipo do Futuro Anticristo (Jovens e Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Um Tipo do Futuro Anticristo.
- Peçam para que os alunos abram a Bíblia no final do Antigo Testamento e o início do Novo Testamento.
- Em seguida, falem que entre o término do AT e o início do NT há um período chamado de interbíblico de aproximadamente 400 anos.
Falem ainda que o tema da lição de hoje aborda as revelações proféticas de Daniel que se cumpriu neste período, destacando o aparecimento de Antíoco Epifânio, considerado uma figura do Anticristo.
- Agora falem sobre os seguintes pontos:
O fim do império medo-persa
O rei valente do império grego
A divisão do reino
O rei perverso: Antíoco Epifânio, tipo do Anticristo
O Anticristo
- Para concluir, utilizem a dinâmica “A Máscara”.

Dinâmica: A Máscara
Objetivo:
Refletir sobre a forma de manifestação do Anticristo.
Material:
03 máscaras
03 alunos
Procedimento:
1 - Antes do início da aula:
- Escolham 03 alunos ou outros que voluntariamente participem da atividade.
- Falem:
Para o aluno 02: deverá falar para a turma características pessoais(não físicas) e do que gosta de fazer, do que já fez, do que pretende realizar,  relatar acontecimentos ocorridos com ela. Este relato deverá ser de forma exagerada, deve  inventar(mentir), mas que seja moderado para não levantar suspeitas se as afirmações são verdadeiras e ou falsas. Tudo deve ser expresso de forma que convença os ouvintes.
Para o aluno 01 e 03, deve também ter o mesmo procedimento do aluno 02, mas não podem mentir, o que relatar deve ser real.
- Orientem que eles vão usar uma máscara, quando chegar o momento de falar para a turma.
- Peçam para que eles não divulguem para os colegas as orientações dadas a eles.
2 – No momento da realização da dinâmica:
- Chamem os 03 alunos para se posicionar na frente da classe.
- Coloquem a máscara em cada aluno.
- Solicitem para que falem sobre o combinado anteriormente.
- Depois, perguntem: Vocês acham que estão falando a verdade ou mentira?
Aguardem a manifestação dos alunos e perguntem o porquê das respostas, isto é, o que lhes convenceu disto.
- Falem: Os 03 usaram máscara, mas a quem cabe realmente a máscara?
- Peçam, agora, para que eles falem para o grupo se estavam mentindo ou falando a verdade.
O aluno que estava falando a verdade deve retirar a máscara.
O aluno que mentiu, falem: Sua máscara caiu, sua farsa foi descoberta!
- Afirmem: Assim será no governo do Anticristo, baseado em mentira e no engano, convencerá a muitos, mas Cristo destruirá este império, desmascarando-o.
- Para finalizar, leiam:
 “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição; O qual se opõe contra tudo que se chama ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”(II Ts 2. 3 e 4).

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Autora: Sulamita Macedo

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Sugestão para conclusão do Trimestre

Realizar uma Mostra Cultural sobre o livro do Profeta Daniel
No livro de Daniel há muitos relatos de sonhos, visões e fatos que são elementos facilitadores para uma exposição de trabalhos.
O material para apresentação deve ser diversificado. Vejam algumas indicações
- Apresentar curiosidades sobre o livro e também do autor.
- Elaborar cartazes ou banners sobre temas do livro com desenhos ilustrativos dos sonhos, visões ou situações vivenciadas por Daniel e seus amigos.
- Confeccionar maquetes sobre partes do livro, como: Daniel na cova dos leões, os 03 amigos de Daniel na fornalha.
- Exibir filme ou documentário sobre o livro de Daniel, em local adequado.
- Organizar uma encenação simples sobre o 1º. sonho de Nabucodonosor ou sobre os 4 jovens no palácio do rei.
- Elaborar perguntas para os visitantes, caso respondam corretamente entregar um brinde.
- Se possível, organizem um debate ou uma palestra sobre um tema do livro sugerido pelos componentes da EBD. Com antecedência, duas semanas antes da Mostra, vocês podem fazer uma enquete sobre qual tema desejam se aprofundar, pedindo que assinalem qual o tema de preferência, entre vários itens de assuntos sugeridos por vocês; façam um levantamento dos temas e elejam 01 e no máximo 02 para o debate ou palestra.
Para organizar este momento para o desfecho do trimestre, faço a indicação de leitura do texto “Mostra Cultural na EBD”, que você encontra no marcador “Texto Pedagógico” deste blog. Neste texto, vocês encontrarão vários itens que devem ser observados para que a exposição seja um sucesso.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Autora: Sulamita Macedo

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
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Dinâmica da Lição 12: Os disfarces do espiritismo (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: Os Disfarces do espiritismo.
- Neste contexto, expliquem a razão da palavra “disfarce”, afirmando que o espiritismo se apresenta com uma roupagem cristã, mas na verdade seus ensinamentos são contrários a Palavra de Deus.
- Depois, apresentem os seguintes pontos:
O que é o espiritismo
Comunicação com os mortos
Reencarnação
Carma
Sofrimento humano
- Agora, apresentem versículos que desfazem o ensino destes preceitos do espiritismo.
- Em seguida, falem que o espiritismo nega várias doutrinas bíblicas; apresentem as 9 apontadas na página 86.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Nasci de Novo!”, que proporcionará a reflexão do que é necessário para ser um cristão – passar pelo Novo Nascimento, que não tem nada a ver com reencarnação.

Dinâmica: Nasci de Novo!

Objetivo:
Refletir sobre a transformação que ocorre na vida daquele que recebe a salvação.
Material:
01 porção de milho de pipoca
01 porção de pipoca
Alguns piruás(grãos que não estouraram)
01 porção de óleo
01 cópia do texto “Milho de pipoca”(postado abaixo)
Procedimento:
- Falem da transformação que ocorre na vida da pessoa que passa pelo Novo Nascimento.
- Apresentem para os alunos uma porção de milho de pipoca e outra de pipoca.
- Perguntem: Vocês fazem ideia o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca?
Aguardem as respostas. Certamente os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos estouram.
- Falem: Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem goza da salvação, libertando da casca dura do pecado, que o aprisionava para uma vida de alegria na presença de Deus, com ações e pensamentos mudados.
- Distribuam o texto “Milho de Pipoca”(postado abaixo) para cada aluno e leiam.
- Depois, apresentem o piruá, aquele grão que não estourou.
- Falem: Este grão é semelhante as pessoas que não aceitam a salvação e, dessa forma, não passam pelo processo de transformação.
- Agora, falem sobre:
O óleo e o fogo, símbolos do Espírito Santo, podem representar a atuação dEle na vida da pessoa que recebe a salvação.
O barulho pode representar a alegria da transformação.
- Leiam o versículo abaixo e falem que ele enfatiza as novas atitudes e pensamentos que devem pautar a vida do cristão.
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4:8).
- Para concluir, distribuam 01 saco de pipoca para os alunos.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Autora: Sulamita Macedo

Texto: Milho de Pipoca
             Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é melhor. Mas, de repente, vem o fogo.
            O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, um filho, o pai, a mãe, o emprego ou ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
           Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, dentro da panela fechada, cada vez mais quente, pense que chegou a sua hora: vai morrer.
            Dentro da sua casca dura, fechada em si mesma, não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo do que é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, recusam-se a mudar. A presunção e o medo são a casa dura do milho que não estoura.  No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.

Autor do texto: Rubem Alves.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
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Dinâmica da Lição 12: Fale o que convém! (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Falem: Hoje estamos estudando a 12ª. carta de um conjunto de 13 epístolas escritas pelo apóstolo Paulo.  O estudo será sobre a carta endereçada a Tito.
 - Falem:
Quem era Tito.
Qual a finalidade da carta.
Onde estava Paulo quando escreveu a carta.
Aproveitem e mostrem no mapa a Ilha de Creta e falem que Tito estava pastoreando as igrejas deste lugar – Tt 1. 4 e 5.

- Leiam os versículos que embasam o tema da aula de hoje – o cuidado com aquilo que falamos e ouvimos:
Tito. 2. 1 “Tu porém, fala o que convém...”
Tito 2. 6 “Exorta os mancebos para que sejam moderados”.
Tito 2. 8 “Linguagem sã e irrepreensível...”
- Este conteúdo deve ser trabalhado, buscando o envolvimento do aluno com a aula e contextualizando com a vida do aluno.
É interessante que após a leitura dos versículos, os alunos expressem suas vivências de forma objetiva sobre aquilo que eles observam e praticam em casa, na igreja, na escola, na internet quanto ao que falam e ouvem.  Sendo assim, a aprendizagem será mais significativa.
- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “A Lixeira”.

Dinâmica: A Lixeira
Objetivos:
Refletir sobre atitudes negativas quanto ao ato de falar.
Promover mudança de comportamento.
Material:
Figuras de Igreja, casa, escola, computador e de uma pessoa
01 rolo de fita adesiva
01 lixeira
¼ de uma folha de papel ofício para cada aluno.
Procedimento:
- Coloquem em lugar visível as figuras da Igreja, casa, escola, computador e pessoa.
- Distribuam ¼ da folha de papel ofício para cada aluno.
- Peçam para que os alunos escrevam ações que normalmente as pessoas praticam quanto ao ato de falar que precisam ser melhoradas tanto a nível pessoal, familiar e na Igreja, no relacionamento com os colegas na escola e na internet.
Por exemplo: Gírias, palavrões, apelidos maldosos, mentira, fuxico, conversas inadequadas na internet ou com os colegas etc.
- Solicitem para que os alunos coloquem na lixeira os papéis contendo estas atitudes apontadas por eles. Colocar na lixeira significa a retirada, o descarte daquilo que não serve para o cristão, simbolizando a limpeza, a pureza, a santidade requerida para os salvos.
- Agora, falem: Já que foram retiradas as coisas inadequadas, então vamos agora escrever ao redor das figuras aquilo que deve permanecer: o que é bom e apropriado para o cristão.
- Agora leiam:
 Jo 15.1 a 6 e depois falem que a Palavra de Deus nos limpa.
 I Pe 1.15 e enfatizem que precisamos ser santos em toda a nossa maneira de viver.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Autora: Sulamita Macedo

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
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Dinâmica da Lição 12: A Igreja e a ação social (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:

1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o tema da lição: A Igreja e a ação social.
- Falem sobre:
A ação social da Igreja primitiva
O exemplo de Jesus
Outros exemplos do Novo Testamento
Ajudar aos necessitados é fruto do amor
- Agora, utilizem a dinâmica “Amor em Ação”.
- Para finalizar, organizem com os alunos uma ação social para ajudar alguém da igreja e orientem para que os alunos tragam a oferta ou mantimento no próximo domingo. É interessante que ajuda seja entregue para a pessoa diante dos alunos ou parte dos alunos.

Dinâmica: Amor em Ação


Objetivo:
Refletir sobre ajuda aos necessitados e a prática do amor cristão.
Material:
Chocolates para a metade da turma
Obs: vocês se desejarem podem substituir o chocolate por pãezinhos, fatia de bolo etc.
Procedimento:
- Distribuam chocolates somente para a metade da turma. E, continuem falando sobre o tema da aula e observem as reações dos alunos.
 Alguém certamente falará que não recebeu, outro vai dizer que quer receber, outro vai questionar porque não tem para todos etc.
Então, falem: As condições financeiras não são iguais para todos, há pessoas que tem o que comer diariamente, outras que estão passando por situações difíceis.
- Mas, perguntem: Como podemos resolver esta situação dos chocolates vivenciada, agora, por vocês?
Aguardem que algum aluno tenha a iniciativa de repartir o chocolate com o colega, caso isto não aconteça, solicitem que os alunos dividam o chocolate com os que não possuem.
- Depois, falem: É assim que deve ser nosso comportamento com aqueles que estão passando necessidade, o amor em ação nada mais é que a solidariedade.
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição.
- Para finalizar a aula, organizem, com seus alunos, ações para atendimento a pessoas necessitadas, quer seja de alimento, de visita, de remédio, de roupas etc. Espera-se que esta ação social não seja pontual, mas algo sistemático a ser realizado pela classe ou individualmente. Creio que há resistência de realização de um trabalho dessa forma, pois é comum atender aos necessitados em situações eventuais.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz

Autora: Sulamita Macedo

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!
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