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quinta-feira, 23 de abril de 2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

A Tentação de Jesus – Lição 4

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Cercas para a Tentação 

No final dos anos 80 eu cursava Teologia no Seminário Batista de Te- resina. Na cadeira de Antigo Testamento nós tínhamos um professor muito divertido e que demonstrava sempre estar de bom humor. Ele costumava ilustrar suas aulas com lições práticas do cotidiano e quase sempre extraía dos alunos largas gargalhadas. Era uma forma bem didá­tica de fazer com que os seus alunos pudessem assimilar as lições dadas.
Pois bem, uma dessas ‘histórias’ que ele nos contou e que eu não consegui esquecer era relacionada à realidade da tentação. Toda vez que passo essa estória à frente logo percebo que os ouvintes imediatamente assimilam a “moral” da mesma.

A estória é a seguinte: “Um nobre e abastado homem que viveu em um pequeno lugarejo medieval e, que teve muitos problemas com sua natureza adâmica, sofrendo muitas tentações, idealizou algo até então inusitado. Projetou que quando gerasse um filho homem este seria livre de toda tentação e não sofreria dos mesmos desejos que o atormentaram a vida toda. Seu filho, diferentemente dele, jamais iria pecar! Acreditava firmemente nas suas convicções porque, segundo di­zia, seu filho jamais iria ter contato algum com algo pecaminoso. Dessa forma ele estaria livre de toda e qualquer tentação.
O tempo passou e como ele havia imaginado, o primeiro fruto de seu casamento foi um belo e saudável menino! Ele não perdeu tempo! Imediatamente entregou a criança a uma clausura, algo parecido com um convento, prometendo aos responsáveis pelo lugar que só voltaria lá novamente vinte anos depois! A criança viveria totalmente confina­da nesse período, não lhe sendo permitido ver qualquer imagem do mundo exterior. O único mundo que ela conheceria, portanto, seria dos muros para dentro. Enquanto isso, imaginava o abnegado pai, ele lutaria com suas tentações lá fora, mas o filho estaria protegido das mesmas lá dentro.

Os anos passaram e vinte anos depois, aquele pai voltou para buscar o seu filho! Agora não era mais uma criança, mas um jovem de porte atlético e bela aparência. O pai estava ansioso para saber como seu filho se comportaria ao contemplar o mundo lá fora, já que ele jamais havia entrado em contado com o mesmo. Mas antes de colocar seu filho na rua, ele tratou de ter certeza junto aos responsáveis pela clausura que o seu filho jamais teria visto o mundo exterior. Todas as garantias lhe foram dadas!
A hora havia chegado! Os enormes portões foram abertos! Os primeiros passos do jovem rumo a um mundo desconhecido foram dados! As primeiras imagens do mundo arrancaram do jovem um olhar de fascinação! Seus olhos se enchiam com as primeiras e belas imagens do mundo à sua volta. O pai acompanhava atento todos os gestos do filho e como ele reagiria a tudo isso. As perguntas se tornaram inevitáveis e se multiplicavam à medida que o jovem se distanciava da clausura.
Foi então que algo inesperado aconteceu! De repente uma bela e linda moça, de corpo escultural e uma beleza ímpar, cruzou o caminho do estonteado jovem! Com nunca tinha visto uma garota, o jovem perguntou: ‘Papai o que é aquilo?’ O pai apavorado com a pergunta do filho, e mais temeroso ainda qual seria a reação do filho à sua resposta, disse bruscamente: ‘Meu filho aquilo é o Diabo!’ O jovem, com os olhos brilhando, comentou: ‘Papai, oh Diabinho bonito!’” Essa estória, embora seja engraçada, nos traz uma lição muito clara — a tentação é uma realidade bem presente na vida de cada ser humano! Não há ninguém que não esteja sujeito à tentação. Numa linguagem mais popular, podemos dizer que ainda não foi inventada uma vacina para a tentação! Todos são tentados, desde os mais jovens até os mais velhos. Até mesmo, Jesus, o Homem Perfeito, também foi tentado.
Há algum tempo lembro ter lido uma história que aconteceu com David Du Plessis (1905-1987), pioneiro pentecostal sul-africano. Após sair exausto de uma Conferência, onde ministrou para milhares de pes­soas, um jovem aparentando ter 18 anos de idade o procurou. Ainda ofegante, o jovem lhe perguntou: “Irmão Du Plessis, o que o senhor faz para não ter problemas com a tentação?” Du Plessis franziu a testa enrugada pelo peso de seus quase 80 anos e respondeu: “quando eu tiver idade para não ter problemas com a tentação, eu lhe procuro para informar”. Mesmo já velho, DuPlessis demonstrou que continuava sujeito à tentação!

Vitórias e Derrotas de um Homem de Deus 

Quando comentei as Lições Bíblicas de Jovens e Adultos em 2009, chamei a atenção para a tentação do rei Davi e suas conseqüências.1 Destaquei ali que ninguém pode negar que a tentação é uma realidade bem presente na vida dos humanos. Todos somos ou seremos tentados de alguma forma. Ninguém é imune à tentação. A tentação em si não é pecado e ninguém deve se culpar por ser tentado, todavia o cristão deve manter-se vigilante, pois a tentação uma vez consumada costuma produzir frutos amargos. Todos nós, homens e mulheres, somos possuidores de desejos e inclina­ções. Portanto, a resposta à tentação não é negar quem nós somos (Rm 8.5). Somos seres tentáveis e deveríamos estar conscientes desse fato. A resposta adequada a essa inclinação encontra-se na Palavra de Deus, que nos proporciona recursos para lidarmos com a tentação (1 Co 10.13).
Por certo Davi, como um hebreu educado nos valores judaicos, estava consciente da realidade do pecado. Todavia, demonstrou indiferença diante do perigo que o circulava. O certo é que a tentação já era tentação nos dias de Davi e seu modus operandi não se diferencia muito do de hoje. O alerta está dado por toda a Escritura e mesmo no Antigo Testamento Deus já havia criado mecanismos para proteger seu povo do pecado. Nas tábuas da Lei estava dito que não era permitido ao povo de Deus cobiçar aquilo que era do próximo (Êx 20.14,17), e no Novo Testamento esse alerta contra a impu­reza continua de uma forma mais contundente (1 Co 6.18; 1 Ts 4-3).

Tentação no Deserto 

Pois bem, voltemos ao assunto principal deste capítulo que é a Tentação de Jesus, nosso Senhor. Todos os evangelhos sinóticos registram esse fato ocorrido com Jesus, e aqui nós analisaremos o registro de Lucas: “Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. E quarenta dias foi tentado pelo dia­bo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome. E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão. E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus. E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe, num momento de tempo, todos os reinos do mundo. E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. Portanto, se tu me adorares, tudo será teu. E Jesus, res­pondendo, disse-lhe: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás. Levou-o também a Jerusalém, e pô-lo sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo, porque está escrito: Mandará aos seus anjos, acerca de ti, que te guardem e que te sustenham nas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Dito está: Não tentarás ao Senhor, teu Deus. E, acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo” (Lc 4.1-13).

Tentado e Testado 

A palavra grega peirasmos (Lc 4.2), dependendo do contexto, pode significar “tentação” ou “prova”. Quando usada em um contexto onde Deus está por trás da ação, então nesse caso o crente está sendo provado. Por outro lado, quando é o Diabo quem está induzindo ao mal, então o crente está sendo tentado. Em palavras mais simples, Deus prova-nos e o Diabo nos tenta. Deus testa-nos para aperfeiçoar-nos enquanto o Diabo nos tenta para nos derrubar. Aqui em Lucas 4.1-3, assim como Gênesis 22, onde a Septuaginta usa a mesma raiz grega de peirasmos, Jesus é enviado pelo Espírito ao deserto para ser testado. E nessa mesma ocasião que recebe a visita do Diabo para ser tentado.

Na Esfera do Espírito 

O papel do Espírito Santo, como Lucas faz em outros lugares, também recebe destaque especial no evento da Tentação. Roger Stronstad comenta que cada um dos evangelistas sinóticos conecta a tentação de Jesus com sua recepção do Espírito Santo. Depois do seu batismo o Espírito Santo leva (Mt 4.1, Lc 4.1) ou impulsiona (Mc 1.12) Jesus a ir ao deserto para um período de provas com o Diabo. “A oração para ser tentado pelo Diabo”, observa o exegeta Genival C. Silva, meu ex-professor de exegese e grego no Seminário Batista de Teresina, “na língua grega em que foi escrito este texto, trata-se de uma oração reduzida de infinito subordinada adverbial consecutiva. O termo grego peirasthenai, exprime uma consequência ou resultado e não uma ideia final, como se acha traduzida. Portanto, a tradução deve ser esta: ‘A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto de modo que foi tentado pelo Diabo’. Numa tradução livre a ideia é: e como consequência lá foi tentado pelo Diabo, exprimindo assim uma consequência ou resultado”.2 Por outro lado, destaca Stronstad “somente Lucas qualifica Jesus de ‘cheio do Espírito Santo’ (Lc 4.1). Em seu comentário sobre o Evangelho de Lucas, Alfred Plummer observa que se havia dotado a Jesus com o poder sobrenatural; e foi tentado a usá-lo para promover seus próprios interesses sem considerar a vontade do Pai... Foi ao deserto de acordo com o impulso do Espírito. O que foi testado ali foi o propósito divino a fim de prepará-lo para sua tarefa.1 

Jesus e a Tentação 

Há um longo debate teológico em torno da Tentação de Jesus há muito discutido nos meios acadêmicos. A opinião dos teólogos, mesmos os mais conservadores, não são unânimes sobre esse assunto. A questão diz respeito à realidade ou não da Tentação de Jesus. A Tentação foi ou não real? Jesus poderia ceder ou não à Tentação? As respostas a essas perguntas não são consensuais entre os estudiosos, porque em última análise se referem à pecabilidade ou impecabilidade do Redentor!4 Não há, portanto, resposta fácil para esse assunto. Até mesmo os teólogos cuja erudição e conservadorismo são inquestionáveis reconhecem esse fato. Como diz Millard J. Erickson: “Aqui nos defrontamos com um dos grandes mistérios da fé”.5 Foge do propósito desse capítulo analisar os paradoxos e aporias existentes nesse debate teológico e também entrar no mérito das questões cristológicas relativas à natureza da Tentação de Jesus. Todavia parto do princípio de que a Tentação de Jesus foi real e que uma análise do texto revelará que ela foi decisiva na vida de Jesus. Feito isso verificaremos que a prova pela qual Jesus passou serve de modelo e parâmetro para todos os cristãos em todos os tempos. William Barclay comenta: “Vimos que havia certos marcos na vida de Jesus, e aqui temos outro dos mais importantes. No tempo quando tinha doze anos, havia chegado à convicção de que Deus era seu Pai de maneira única e exclusiva. Com o surgimento de João Batista veio a hora de Jesus, e em seu batismo recebeu a aprovação de Deus. Nesta ocasião Jesus está a ponto de iniciar sua campanha. Antes de iniciar uma campanha, se há de escolher os métodos. A passagem da Tentação nos apresenta Jesus elegendo, de forma definitiva, o método com o qual se proporia ganhar os homens para Deus. Vemos Jesus rejeitando o caminho do poder e da glória, e aceitando o caminho do sofrimento e da cruz”.6

Pedras e Pães 

A primeira tentação é uma tentativa de fazer com que Jesus transforme pedras em pães. Satanás sabia por certo que Jesus, após quarenta dias de jejum, encontrava-se com fome. Todavia há algo muito mais sutil por trás da artimanha do Diabo. A intenção é fazer com que Jesus ponha as coisas materiais em primeiro lugar, e uma forma que Satanás via como eficaz era apelar para os apetites. Os desejos não são pecaminosos em si mesmos. Não há nada de errado com o desejo de se alimentar. Todavia, quando esses desejos ou apetites quebram algum princípio estipulado pelo Criador, então se convertem em algo mal. Jesus venceu Satanás citando a Palavra de Deus que se encontra em Deuteronômio 8.3.
William Barclay observa que era como se o Diabo dissesse: “Se você quer que o povo lhe siga, usa teus poderes para dar-lhes coisas materiais”. De fato o foco da tentação está na centralização das coisas materiais. Ainda hoje essa continua sendo a artimanha do Diabo. O apelo ao ego, ao desejo de consumo e outras guloseimas espirituais continua sendo a tentação de homens, mulheres e crianças. Na cultura pós-moderna o consumismo é um deus que não se apieda de ninguém. Por ele os homens roubam, por ele os homens matam!

Reinos e Tronos 

Tendo fracassado no primeiro ataque, o Diabo volta com uma propos­ta ainda mais tentadora. Na segunda tentação do Diabo, ele: “Mostrou-lhe, num momento, todos os reinos do mundo. Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda essa autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser” (Lc 4.6). O teólogo Ivo Storniolo denomina essa tentação de a “tentação do poder e da riqueza”. Não há dúvida de que este mundo, como um sistema caído, foi entregue ao Diabo. Foi o próprio Jesus quem disse que o Diabo é príncipe deste mundo (Jo 12.31). Storniolo observa que o poder e a riqueza se convertem em coisas pecaminosas porque são contrárias ao projeto de Deus. Isso acontece porque o poder se constrói às custas das liberdades humanas. E a riqueza se constrói graças ao roubo e acúmulo dos bens que deveriam ser partilhados entre todos. Neste aspecto uns enriquecem às custas da miséria dos outros.7 Jesus rechaça essa tentação citando Deuteronômio 6.13.

Holofotes e Celebridades 

Na terceira tentação, a exemplo da primeira, Satanás usa a expressão: “se tu és o filho de Deus” (Lc 4.3,9). No meu livro Defendendo o Verdadeiro Evangelho, mostro que o “se” que aparece nesse tipo de expressão no original grego tem a sua tradução dependente da estrutura gramatical na qual ele está inserido. Esse “Se”, como uma cláusula condicional, pode expressar dúvida e às vezes, dependendo do contexto, até mesmo certeza.8 Satanás já sabia que Jesus era o Filho de Deus: “Bem sei que és, o Santo de Deus” (Lc 4.34) e quer que Jesus faça uso dos seus atributos divinos. Vimos quando comentamos a kenosis, isto é, o esvaziamento de Jesus por ocasião da sua encarnação, que Ele não perdeu os seus atributos, mas que como homem não fez uso dos mesmos. Aqui Satanás, astutamente, quer que Jesus faça uma demonstração sensacionalista de sua divindade. Quer que Ele renuncie a sua condição de homem e aja como Deus. Os estudiosos imaginam que Jesus se encontrava no Pináculo do Templo que se unia ao Pórtico de Salomão e o Pórtico Real. Desde que Jesus se jogasse dali, haveria uma queda livre de 150 metros até o fundo do ribeiro de Cedron. Sem dúvida Satanás queria que Jesus fizesse um espetáculo.
Não existem dúvidas de que a tentação de ser visto, celebrado e admirado continua sendo o que mais atrai os homens! Está na moda hoje o evangelho “ostentação” e os cantores, pregadores e pastores que se renderam ao mesmo estão fazendo o jogo do Diabo.
Jesus venceu essa tentação com Deuteronômio 6.16!

                                                    Pastor José Gonçalves

NOTAS

1 GONÇALVES, José. In Davi: vitórias e derrotas de um homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. 

2 SILVA, Genival Costa. Exegese Gramatical do Novo Testamento. Edições do Autor. 

3 STRONSTAD, Roger. La Teologia Carismática de Lucas. Op.cit. 

4 O teólogo reformado Heber Carlos de Campos, escreve: “Embora [Jesus] tenha sido perfeitamente homem, ele manteve o seu atributo divino da santidade. Esse atributo o fazia forte bastante para assegurar não somente que ele poderia evitar o pecado, mas também que ele nunca poderia pecar. A vontade divina pertencente a Cristo era determinante. A natureza santa e a vontade do Verbo impediam que o Redentor pecasse” (CAMPOS, Heber Carlos. A União das Naturezas do Redentor.

Editora Cultura Cristã. São Paulo, SP). Por outro lado, o renomado escritor e teólogo A.W.Tozer, diz: “Não posso aceitar a premissa de que o Senhor Jesus Cristo não podia pecar. Se ele não pudesse pecar, então a tentação no deserto teria sido uma farsa, e Deus estaria fazendo parte dela. Não. Como ser humano ele podia ter pecado, mas o fato de que ele não pecou demonstrou que ele era o Homem santo que foi. Não é incapacidade de pecar que torna alguém santo, mas sim a sua condição de não querer pecar. Uma pessoa santa não é alguém que não pode pecar, mas é alguém que não vai pecar. Uma pessoa de confiança não é alguém que não pode falar. É antes alguém que pode falar e que poderia menti, mas que não vai mentir. Uma pessoa honesta não é alguém que está numa prisão, onde não tem como ser desonesta com ninguém. Uma pessoa honesta é alguém que tem toda a liberdade para ser desonesta, mas que não vai ser desonesta” (TOZER, A. W. A Tragé­dia da Igreja — a ausência de dons. Rio de Janeiro: Editora Danprewan, 1999). Há ainda uma outra posição que busca o meio termo: “Mas será que Jesus poderia ter pecado? As Escrituras nos dizem que Deus não faz o mal e não pode ser tentado (Tg 1.13). Teria sido, portanto, de fato possível que Jesus, embora seja Deus, pecasse? E, se não, sua tentação foi genuína? Aqui nos defrontamos com um dos grandes mistérios da fé, a relação entre as duas naturezas de Jesus. Contudo, cabe-nos destacar, que embora pudesse pecar, era certo que não pecaria. Houve lutas e tentações genuínas, mas o resultado sempre era certo” (ERICKSON, Milard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova). 

5 ERICSKSON , Millard. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova.

 6 BARCLAY, William. Comentário Al Nuevo Testamento. 17 tomos em 1, obra completa. Editorial CLIE, Barcelona, Espanha. 

7 STORNIOLO, Ivo. Como Ler o Evangelho de Lucas. São Paulo: Editora Paulus, 1992. 

8 Quando o “se” está numa sentença condicional de primeira clas­se, como é o caso aqui, então ele expressa certeza e não dúvida. É como se Satanás estivesse dizendo: “Se tu és o filho de Deus, como eu sei que tu és, então joga-te daqui para baixo”. Essa mesma estrutura gramatical ocorre em Jo 15.20 onde temos o “se” mais o indicativo. “Se eles me perseguiram, eles também perseguirão a vós”. A sentença introduzida por “se” (gr. ei), e o indicativo pode expressar algumas vezes a verdade ou a realidade. A sentença anterior assume que Jesus foi realmente perseguido. Na verdade Jesus estava dizendo: "Se eles me perseguiram, como de fato aconteceu, então eles também perseguirão a vós. Veja mais detalhes em meu livro Defendendo o Verdadeiro Evangelho. CPAD, Rio de Janeiro, 2009.

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Dinâmica da Lição 4 - A Tentação de Jesus

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Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!.
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A Tentação de Jesus.
- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Tesouro Escondido” ou “Luz do Mundo”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Tesouro Escondido
Objetivo: Incentivar a leitura bíblica e a observância da Palavra de Deus, como parâmetro para resistir às tentações.
Material:
01 Bíblia pequena
01 caixa em forma de coração.
Observação: A Bíblia deve caber dentro da caixa em forma de coração
Procedimento:
1 - Antes da aula:
Coloquem a Bíblia dentro da caixa, deixando a tampa bem fechada, se necessário usem durex. Realizem esta ação ainda em casa, para que os alunos não vejam o conteúdo.
2 - Durante a aula:
- Falem que dentro da caixa há um objeto e vamos ver quem descobre?
 - Passem a caixa para cada aluno, para que descubram o que há dentro; orientem que podem balançar a caixa, mas não podem abri-la.
- Se alguém descobrir, abram a caixa, mostrem a Bíblia e leiam Salmo 119:11: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.
Peçam para que os alunos repitam este versículo.
- Se não descobrirem o conteúdo da caixa, façam o mesmo procedimento do item anterior.
- Para concluir, falem sobre a importância da leitura bíblica e da obediência a Palavra de Deus, para resistir as tentações, pois elas aparecerão, mas quem está firmado na Palavra não cede as tentações.
Por Sulamita Macedo.

Dinâmica: Luz do Mundo
Objetivo:
Refletir sobre a atitude do crente como luz do mundo.
Material:
01 prato transparente
01 copo transparente
 01 vela
Água
01 caixa de palito de fósforos ou isqueiro
Procedimento:
- Falem que o crente é luz do mundo e acendam a vela e a coloquem no centro do prato, em posição vertical, observando se a mesma está firme.
- Coloquem a água no prato, tendo cuidado para não transbordar. Falem que o crente, representando pela vela acesa, é luz do mundo. O meio em vivemos está simbolizado pelo prato e a água é a Palavra de Deus. Leiam Ef. 5.26.
- Falem ainda, que estamos no mundo, mas temos a Palavra de Deus como guia na vida cristã, além de gozarmos da purificação, santificação. Leiam Sl. 119.105.
- Falem ainda, que o copo representará aquilo que pode apagar nossa luz, como: a desobediência, não vencer as tentações, a prática de coisas ilícitas etc. Então, em seguida, coloquem o copo emborcado sobre a vela.
- Perguntem: O que aconteceu? Mostrem para os alunos as reações ocorridas.
Além da vela ter se apagado, toda a água foi sugada para dentro do copo! Que lições podemos tirar deste procedimento?
- Para finalizar, leiam: Mt 5. 14 a 16 e Rm 12. 2.
Autoria desconhecida.

                            Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/ 

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

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Dinâmica da Lição 04 : Jesus e a Lei (Jovens)

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Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Jesus e a Lei.
- Depois, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Para concluir, apliquem a dinâmica “O Mandamento do Amor”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Mandamento do Amor
Objetivo: Apresentar os 10 mandamentos e enfatizar que se resumem em amar a Deus e ao próximo.
Material:

01 relação dos 10 mandamentos(Ex 20:3-17) e recorte cada um
Palavras digitadas: Amor, Deus, Próximo
01 coração de tamanho médio (vermelho) feito de cartolina ou EVA
01 coração pequeno para cada aluno
01 quadro branco ou outro tipo
Procedimento:
- Distribuam os 10 mandamentos(Ex 20:3-17) separados para 10 alunos.
- Peçam para que os alunos apontem quais os mandamentos que se referem a Deus e ao próximo.
- Dividam o quadro em 02 colunas, numa escreva DEUS, na outra a palavra PRÓXIMO.
Peçam para que os alunos fixem, com fita adesiva, o mandamento na coluna que ele escolher.
Espera-se que o resultado seja este: os 04 primeiros fazem referência a Deus e 06 últimos ao próximo.
Não terás outros deuses diante de mim
Não farás para ti imagem de escultura
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão
Santificarás o sábado
Honra a teu pai e a tua mãe
Não matarás
Não adulterarás
Não furtarás
Não dirás falso testemunho
Não cobiçarás
- Depois, solicitem que leiam Marcos 12: 30 e 31 e falem que este é o resumo dos 10 mandamentos: Amar a Deus e ao próximo, conforme as palavras de Jesus.
“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”.
- Falem: Os 4 primeiros mandamentos fazem referência ao relacionamento vertical, isto é, com Deus, a parte espiritual. Os 6 últimos referem-se ao relacionamento horizontal,  com o próximo, a parte social.
- Em seguida, coloquem um coração no alto do quadro e fixem a palavra AMOR.
- Perguntem: A quem amamos?
Aguardem as respostas, que deverão ser variadas como: A Deus, aos pais, irmãos, amigos etc., mas que se resumem em: a Deus e ao Próximo.
- Então, coloquem as palavras DEUS e PRÓXIMO, logo abaixo da palavra AMOR.
- Falem que o AMOR é o que nos motiva a servir a Deus, obedecê-lo e ter atitudes de amor ao próximo.
- Falem: O que fazemos para o próximo é uma evidência do nosso amor a Deus, conforme lemos em I  Jo 3:17-18:
“Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”.
- Para concluir, entreguem um coração pequeno para cada aluno e peçam para que eles troquem entre si o coração, simbolizando o amor que deve haver entre eles e ao próximo.


                                   Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/ 

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

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Dinâmica da Lição 04 : A Legalização das Drogas, uma ideia maligna (Juvenis)

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Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: A Legalização das Drogas, uma ideia maligna.
- Falem sobre o que é droga, os tipos de drogas e os efeitos no corpo do usuário e as mudanças de comportamento.
- Levem para a classe alguém que já foi dependente ou está em tratamento, para falar:
Como entrou no mundo das drogas.
O que mudou na sua vida pessoal e familiar.
Tratamento da dependência.
Mensagem para a turma.
Vocês também podem levar alguém do PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas. Acesse:www.proerdbrasil.com.br/
- Caso vocês, não consigam alguém para a atividade do item anterior, vocês e os alunos podem conversar sobre situações que já conhecem de pessoas da família, vizinhos, colegas ou de relatos de casos divulgados na mídia, com envolvimento em drogas. O objetivo dessa reflexão é o de conscientizar os alunos quanto aos malefícios do uso das drogas.
Vejam abaixo, indicação de leitura de 02 cartilhas sobre drogas, uma para pais de adolescentes e outra para educadores
- Depois, apresentem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Para concluir, apliquem a dinâmica “Droga é uma droga”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Droga é uma droga

Objetivo: Concluir o estudo sobre drogas.
Material:
01 caneta
02 folhas de papel ofício
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Falem: Depois do que estudamos e discutimos sobre as drogas, vamos organizar um esquete sobre este tema.
O que é um esquete? Refere-se a uma pequena peça de teatro, com duração de 10 minutos aproximadamente.
- Os alunos devem elaborar o texto de forma conjunta, sob a supervisão e orientação dos professores. É interessante a escolha de um título, vejam esta sugestões: Drogas, tô fora! ou Droga é uma droga!
- Depois do texto elaborado, os alunos devem fazer a encenação, para isto é necessário definir quem serão os atores.
Observação: se possível, em outro domingo os alunos poderiam fazer a encenação para as demais classes da EBD. Para tanto, seria necessário acordar previamente com o superintendente.

                                       Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

 
Indicação de Leitura

Sugestão de Leitura sobre Drogas, como abordar o aluno, o filho, o tratamento, orientações, sugestões de filmes etc.

1 - Drogas: Cartilha para pais de adolescentes

Acessem o link abaixo e leiam.


2 - Drogas: Cartilha para educadores
 
 Acessem o link abaixo e leiam.




Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

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Dinâmica da Lição 04 : Como Pude Desperdiçar meus Talentos (Adolescentes)

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Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Iniciem a aula utilizando a dinâmica “Regra não é brincadeira”.
- Apresentem o título da lição: Como Pude Desperdiçar meus Talentos.
- Falem: Esta frase se refere ao personagem bíblico por nome Sansão.
- Falem da história de Sansão, solicitando ajuda dos alunos. Depois, reflitam sobre as atitudes de desobediência deste personagem bíblico.
- Depois, apresentem os demais pontos da lição, sempre de forma compartilhada e contextualizada.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Regra não é brincadeira!
Objetivo: Enfatizar a importância de obedecer às normas.
Material:
O material pode ser improvisado de acordo com o tipo de brincadeira escolhida pelos grupos.
Procedimento:
- Dividam a turma em dois grupos.
- Orientem cada grupo para pensar numa brincadeira ou jogo de infância. As regras deverão ser lembradas e explicadas para o outro grupo.
Estipulem um tempo de no máximo 05 minutos.
- Falem: Agora, cada grupo deverá expor para os colegas qual a brincadeira, as regras e fazer uma demonstração, realizando a brincadeira.
- Depois, perguntem:

Havia alguém que fugia das regras? Caso positivo, havia punição? Por quê?
Havia também alguém que queria mudar as regras para ser favorecido, isto é, ganhar o jogo ou a brincadeira? Qual a atitude do grupo com relação a isto?
- Depois, falem que como nas brincadeiras e jogos, que há regras e punições, também em todo lugar há necessidade de normas para que haja melhor convivência e que nesta vamos estudar sobre o jovem Sansão que deveria cumprir regras e que ele não cumpriu e por isso sofreu as consequências de sua desobediência a Deus.
- Agora, trabalhem o conteúdo proposto na lição.



                                                 Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/ 

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

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Dinâmica da Lição 04 : “Filho de Deus” (Pré-Adolescentes)

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Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: “Filho de Deus”.
- Depois, apliquem a dinâmica “Sou Filho de Deus”.
- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Sou filho de Deus
Objetivo:
Refletir sobre a forma de se tornar filho de Deus.
Material:
01 giz
Procedimento:
- Desenhem com giz 02 círculos separados, com uma comunicação entre eles como se
fosse uma ponte.

Cada círculo deve caber todos dos alunos.
- Coloquem dentro de um dos círculos todos os alunos. No outro círculo, escrevam a palavra “DEUS”.
- Falem, apontado para os alunos: O pecado separa a humanidade de Deus. Vejam que vocês estão separados de Deus.
- Depois, apresentem o que Deus fez para restabelecer o relacionamento com a humanidade, após o pecado.
Leiam: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”(João 3:16).
- Lemos que Deus com seu grande amor providenciou uma solução para que não houvesse mais esta separação.
Em seguida, escrevam na ligação entre os dois círculos a palavra “JESUS”.
- Falem: E agora, vocês continuam separados de Deus! Mas, comecem a citar os nomes dos alunos, falando: Deus amou tanto “Fulano de tal” que...(citando o versículo de João 3. 16)

Nesse momento, o aluno deve passar pela “ponte” que é Jesus e entrar no outro círculo, à medida que o nome dele for citado dentro do versículo.
- Quando todos os alunos estiverem dentro do círculo “Deus”, falem que esta é uma demonstração do grande amor de Deus para com eles e a humanidade.
- Leiam: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”(Romanos 5:8).
- Para concluir, falem que quando aceitamos Jesus como Salvador, tornamo-nos filhos de Deus, conforme lemos em Jo 1.12: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”.

                                          Por Sulamita Macedo.


 Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/ 

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

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