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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

2º Trimestre de 2016 - Carta aos Romanos

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Esta é a capa da nova Revista Lições Bíblicas Adulto
para o 2º Trimestre de 2016.
Maravilhosa Graça
O Evangelho de Jesus Cristo revelado na Carta aos Romanos
Comentário: Pr. José Gonçalves
Sumário
Lição 1 - A Epístola aos Romanos
Lição 2 - A Necessidade Universal da Salvação em Cristo
Lição 3 - Justificação, somente pela fé em Jesus Cristo
Lição 4 - Os Benefícios da Justificação
Lição 5 - A Maravilhosa Graça
Lição 6 - A Lei, a Carne e o Espírito
Lição 7 - A Vida Segundo o Espírito
Lição 8 - Israel no Plano da Redenção
Lição 9 - A Nova Vida em Cristo
Lição 10 - Deveres Civis, Morais e Espirituais
Lição 11 - A Tolerância Cristã
Lição 12 - Cosmovisão Missionária
Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais

Aguarde materiais de apoio serão postados aqui no blog.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

As Bodas do Cordeiro - Lição 7

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“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus” (Ap 19.9).


No cenário dos fins dos tempos, segundo a Palavra de Deus, já sabemos que o próximo acontecimento cósmico será o arrebatamento da Igreja de Jesus Cristo. “Jesus vem breve!” É o brado, mesmo silencioso, nas igrejas que amam a sua vinda. Em tempos passados, essa frase estava na parte superior dos púlpitos das igrejas Assembleias de Deus em todo o Brasil. Com os anos, houve igrejas que reduziram-na para apenas “Jesus Vem”; depois, em muitos lugares, resumiu-se numa palavra: “Jesus”. Alguém, não se sabe com que inspiração ou motivo, entendeu que era “mais elegante”, “soava melhor”, colocar apenas o nome de Jesus. Nome maravilhoso, acima de qualquer nome. Contudo, o alerta para a volta de Jesus deve ser uma constante proclamação por parte de sua Igreja.
Porém, nas igrejas mais conservadoras, a frase completa, alertando a todos que entram no templo, continua como alerta eloquente, lembrando que a vinda de Jesus se aproxima para o arrebatamento da Igreja. Mas para que Ele vem? Todos sabemos. Ele vem como Noivo para buscar a sua Noiva para as “Bodas do Cordeiro”, e viver com ela para sempre, na eternidade. Após galardoar seus servos fiéis, no seu Tribunal, Jesus introduzirá a Igreja nas mansões celestiais, onde a espera para servir a grande Ceia, em sua festa nupcial. “Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar à mesa, e, che- gando-se, os servirá” (Lc 12.37).
Naquele momento glorioso, os salvos de todos os lugares do mundo, em todos os tempos, ao longo da História, estarão reunidos,sob os olhares dos milhões de anjos, querubins, serafins e demais seres celestiais, participando da celebração do maior evento nupcial do universo. Haverá os que, na terra, nunca foram convidados para um casamento sequer; haverá os que nunca foram chamados para ser testemunhas de nenhum casamento, nas igrejas; haverá os que sequer fizeram uma pequena festa em seu casamento, por falta de condições; haverá os que foram deserdados por seus pais, por serem fiéis a Cristo; haverá os que foram perseguidos e até torturados por amor a Cristo, por não negarem o nome de Jesus.
Haverá os que não passaram por tantas agruras em sua vida, servindo a Deus, mas foram igualmente fiéis. Sim, porque a “prova” da bonança é fatal para muitos crentes. A ilusão das riquezas permitidas ou concedidas por Deus faz com que muitos percam de vista a expectativa da vinda de Jesus. E passam a ter uma vida de prazeres carnais, de hipocrisia e de fachada, no meio das igrejas. Se não se arrependerem e voltarem ao “primeiro amor” (Ap 2.4), ficarão para trás. Não estarão no Tribunal de Cristo para serem premiados por suas obras, nem participarão das Bodas do Cordeiro. Que Deus nos guarde ante a proximidade da volta de Jesus, que façamos parte da “Igreja que vai subir”, e não da que vai ficar.

I - O Significado das Bodas do Cordeiro

1. O que Será

Será o maior evento matrimonial do universo. Os chamados “casamentos do século” nem de longe podem comparar-se às Bodas do Cordeiro. Jesus previu esse acontecimento: “E eu vos destino o Reino, como meu Pai mo destinou, para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino” (Lc 22.29,30). Na visão do Apocalipse, João teve o privilégio de registrar o anúncio do grande acontecimento, que marcará para sempre a união entre Cristo e sua Igreja. Será o encontro glorioso, já nos céus, entre Cristo e sua Igreja amada: “Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou” (Ap 19.7). Há uma tradução que diz: “a sua noiva se aprontou”.1

2. Quem Participará das Bodas do Cordeiro?

Milhões e milhões de salvos entrarão nas Bodas do Cordeiro. João viu a multidão incalculável de remidos por Cristo, que estarão com Ele nos céus: “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação” (Ap 5.9). A Noiva do Cordeiro (a Igreja) será composta dos cristãos verdadeiros, e os crentes de todas as épocas, incluindo os que morreram fiéis a Deus, no Antigo Testamento, sobre quem o sacrifício de Cristo teve efeito retroativo. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas ves- tiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas” (Ap 22.14).
Serão os que forem arrebatados, na volta de Jesus. Como vimos no capítulo 5, os mortos em Cristo ressuscitarão e terão o privilégio de subir primeiro ao encontro de Jesus, seguidos dos que estiverem vivos e serão transformados. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16,17).

3. Quem Ficará de Fora

O Apocalipse nos diz quem não entrará na nova Jerusalém. Quem não puder entrar lá é porque não terá sido arrebatado. “E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à árvore da vida e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira” (Ap 22.12-15 - grifo nosso).
Diante dessa grave advertência, todo crente em Jesus deve vigiar e orar para não cair na tentação do pecado, e ser apanhado de surpresa pelo arrebatamento e ficar para a Grande Tribulação; e seguir o conselho de Paulo: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Mais incisiva e contundente é a exortação do apóstolo quanto à integridade do crente ante a vinda de Jesus: “Abstende-vos de toda aparência do mal. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Ts 5.22,23).

II - A Rejeição ao Convite do Rei

1. O Convite ao Povo de Israel Na parábola das Bodas,

 Jesus quis antecipar o que acontecerá com os que não estiverem preparados para entrar no céu. No texto de Ma- teus 22.1-14, vê-se que “um certo rei que celebrou as bodas de seu filho” (v. 2). Esse rei representa Deus, o Pai, que já preparou tudo nos céus, para as Bodas do Cordeiro, de seu Filho Jesus Cristo. Num primeiro momento, aquele rei manda “seus servos a chamar os convidados para as bodas; e estes não quiseram vir” (v. 3). Refere-se aos judeus, que, durante séculos, não quiseram ouvir os profetas que lhes transmitiram a Palavra de Deus, convidando-os para viver com Ele. Mas deram as costas para os mensageiros. Noutro momento, o rei manda outros servos, ou outros mensageiros para convidar o povo de Israel para as bodas do Filho do rei, mas eles rejeitam, e até matam os homens enviados (v. 4-6). Esse texto resume, sem dúvida, o que aconteceu no relacionamento de Deus com o povo escolhido, no Antigo Testamento.

2. A Tragédia dos que Rejeitaram a Deus

Figuradamente, o rei da parábola, que representa Deus, executou terrível juízo sobre os que rejeitaram seu honroso convite para as bodas de seu Filho. Os judeus sofreram, ao longo dos tempos antigos, a experiência terrível do cativeiro egípcio, de onde foram libertos por Deus; sofreram os cativeiros assírio e babilônico, onde amargaram a dor por causa de sua desobediência. “E o rei, tendo notícias disso, encolerizou-se, e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade” (Mt 22.7). No ano 70 d.C., Jerusalém foi invadida pelos romanos, sob o comando do general Tito, e todos foram dispersos e perseguidos por várias nações. Até hoje, Israel como um todo não reconhece Jesus como o Messias.
Mas haverá um remanescente que despertará do equívoco espiritual e reconhecerá que Jesus de Nazaré era (e é) de fato o “Desejado de todas as nações” (Ag 2.7). Diz Paulo: “Também Isaías clamava acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (Rm 9.27). João viu, na Ilha de Patmos, a revelação dos últimos tempos, o futuro da Igreja, e o destinos dos salvos em Cristo Jesus, incluindo os que pertencem à nação de Israel. E ouvi o número dos assinalados, e eram cento e quarenta e quatro mil assinalados, de todas as tribos dos filhos de Israel” (Ap
7.4). Certamente, será um grupo especial de israelitas salvos, que terão uma missão muito elevada, de proclamar o evangelho de Cristo às nações, e subirão ao encontro do Senhor para participar das Bodas do Cordeiro e, na segunda fase da volta de Jesus, estarem com Ele em Jerusalém. E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai” (Ap 14.1).

3. O Convite a Todos

A parábola diz que “os convidados não eram dignos” (Mt 22.8). Ou se tornaram indignos por sua rejeição a Deus e a seu Filho prometido, o Messias de Israel. Diante dessa recusa desrespeitosa ao “rei”, este disse: “Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes. E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados” (Mt 22.9,10). Isso se cumpriu, por intermédio de Cristo, quando Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
Por meio de Cristo, Deus lançou o convite inclusivo, a todos os homens, para serem salvos, mediante a condição de arrependerem-se e crerem no evangelho (Mc 1.15). O evangelho de Cristo não é excluden- te, desde que quem o busque aceite as condições para ser seu discípulo (Lc 9.23). Em várias ocasiões, são vistas pessoas que desobedecem fron- talmente à Lei de Deus, e procuram justificar suas práticas abomináveis, invocando o grande amor de Deus. Os homossexuais, normalmente,em seus desfiles ou paradas, usam faixas com dizeres alusivos ao amor de Deus: “Deus não exclui ninguém”, “Deus ama a todos”, etc. Mas tais manifestações só aumentam sua reprovação da parte do Senhor. O amor de Deus jamais encobrirá ou justificará os pecados ou iniquida- des condenados na sua Lei. “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira” (Ap 22.15 - grifo nosso). A palavra “cães”, no texto de Apocalipse, eqüivale a homossexuais.
Em Deuteronômio, vemos Deus rejeitando as ofertas dos homossexuais e das prostitutas, de modo bem incisivo: “Não trarás salário de rameira nem preço de cão à casa do Senhor, teu Deus, por qualquer voto; porque ambos estes são igualmente abominação ao Senhor, teu Deus” (Dt 23.18). Champlin corrobora esse entendimento sobre a palavra “cão”, nesse texto, dizendo: “A palavra sodomita, usada no versículo 18, no original hebraico é keleb, ‘cão’, provavelmente servia tanto a homens como a mulheres, e sem dúvida a bissexuais, em muitos casos”.2 Quanto aos feiticeiros, os que se prostituem, os homicidas, os idólatras e mentirosos, não há necessidade de comentários, pois são qualificações bem conhecidas de pessoas que vivem na prática da impiedade. Destacamos a questão dos homossexuais porque, nos últimos tempos, haverá um aumento acentuado de suas práticas abomináveis, como verdadeira afronta ao Criador.

4. Os que não Estão Preparados

Na parábola das bodas, o rei surpreende um homem que foi convidado, mas não estava trajado adequadamente para a festa nupcial. “E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial” (Mt 22.11). E o rei mandou que seus servos lançassem o intruso “nas trevas exteriores”, onde “haverá pranto e ranger de dentes” (Mt 22.13). Notemos que ele tinha autorização para estar ali, pois fora convidado. Mas sua veste não era apropriada para estar lá. E uma figura dos crentes que estão nas igrejas, fazem parte dos convidados, aceitaram a Cristo um dia, mas não se prepararam espiritualmente para o grande dia das Bodas do Cordeiro. João viu os mártires da Grande Tribulação, que foram salvos e puderam chegar aos céus, pelo fato de terem suas vestes devidamente lavadas para estarem ali. “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse- me: Estes são os que vieram de grande tribulação, lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro” (Ap 7.13,14).

III - A Apresentação da Noiva do Cordeiro

1. Jesus Apresentará a Igreja ao Pai

Será gloriosa a apresentação da Igreja a Deus. Os salvos de todo o mundo, após passarem pelo Tribunal de Cristo, serão apresentados ao Pai, numa solenidade divina, jamais imaginada por qualquer pessoa na história do universo. Os crentes do Antigo Testamento jun- tar-se-ão aos fiéis da Igreja, num só corpo, num só rebanho, num só grupo, para assentar-se à mesa do Rei: “E virão do Oriente, e do Ocidente, e do Norte, e do Sul e assentar-se-ão à mesa no Reino de Deus” (Lc 13.29). Será a festa gloriosa para os que vencerem todas as lutas, obstáculos e barreiras que se apresentam diante dos salvos. “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos” (Ap 3.5); Jesus apresentará sua Noiva, “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante” (Ef 5.27).

2. Características da Noiva do Cordeiro

1) Ela é fiel. “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (2 Co 11.2,3; 1 Co 4.2; Mt 25.21);
2) Ela é santa. “[...] como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.25-27).
3 ) Só pertence a Ele, e não dá lugar ao mundo. “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mt 6.24; Ap 2.10); “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 Jo 2.15);
4) Espera pelo seu Noivo. “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.8);
5) E perfeita. “Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.27; 1 Ts 5.23);
6) Adora a Deus. “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem” (Jo 4.23).
7) Proclama a mensagem do Noivo. “Mas digo: Porventura, não ouviram? Sim, por certo, pois por toda a terra saiu a voz deles, e as suas palavras até aos confins do mundo” (Rm 10.18; Mc 16.15).

3. Haverá uma Grande Ceia nos Céus

1) Serão reunidos os salvos de todos os tempos. Será algo nunca visto. Jesus é quem vai servir à mesa, com os salvos sentados, ao lado de Abraão, Isaque e Jacó: “Mas eu vos digo que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, no Reino dos céus” (Mt 8.11); este versículo dá base bíblica para afirmarmos que, nos céus, conheceremos uns aos outros; se vamos conhecer Abraão, Isaque e Jacó, certamente, também conheceremos os irmãos com quem convivemos na terra. Sem dúvida, será um privilégio indizível poder estar ao lado dos santos da Antiga Aliança, falar com eles, e compartilhar da alegria de estar nas Bodas do Cordeiro.
2) Jesus é quem vai servir. “Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar à mesa, e, chegando-se, os servirá” (Lc 12.37); é uma inferência consistente, pois a parábola é uma figura da realidade que Cristo quis explicar sobre a vida futura. Ele prometeu cear outra vez no reino de seu Pai (Mt 26.29; Mc 14.25). Se estar nas Bodas do Cordeiro já será uma honra jamais vista, imaginemos o que será ser servido pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).
Diante de tamanha revelação acerca do futuro glorioso da Igreja, podemos afirmar que vale a pena ser fiel a Deus; vale a pena renunciar ao mundo e seguir a Cristo; vale a pena buscar a santificação para poder participar dessa maravilhosa festa celestial. Nas Bodas do Cordeiro, só haverá alegria, festa celestial, com a presença de bilhões de crentes salvos, de todo o mundo, de todos os tempos, rodeados de anjos, do arcanjo, de querubins, serafins, dos quatro seres viventes e dos vinte e quatro anciãos.

                                                      Pastor Elinaldo Renovato

Bibliografia


1 Ibid., p. 73.

2 CHAMPLIN, R. N. O Antigo Testamento interpretado - versículo por versículo, Vol. 2, p. 842.




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Dinâmica da Lição 07: As Bodas do Cordeiro (Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: As Bodas do Cordeiro.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Inicie a dinâmica lendo com seus alunos o texto: Entendendo as bodas do Cordeiro através do casamento judaico!
Para concluir, utilizem a dinâmica “O Grande Casamento” ou “As Bodas do Cordeiro”.

Texto: Entendendo as bodas do Cordeiro através do casamento judaico!

Quando um jovem judeu nos tempos de Jesus, encontrava a mulher que queria ( ou a mulher que seu pai dizia que ele queria), ele deveria se aproximar dela com um contrato de matrimônio. Ele deveria ir a casa dela com uma proposta – com um acordo legal e verdadeiro – dando os termos pelos quais ele estava propondo o casamento. O mais importante a ser considerado no contrato, era o preço que o noivo estaria disposto a pagar, para desposar aquela noiva em particular. Então o noivo deveria pagar esse valor. E devemos mencionar que esse valor não era “qualquer valor”, modesto e barato, mas ele deveria expressar o grande custo que aquele item “a noiva” lhe traria – essa era a ideia. O jovem não deveria se iludir que estaria adquirindo algo que não lhe fosse dispendioso – comprando barato. Ele deveria pagar caro, pela noiva que escolhesse. Quando esse assunto estava encerrado, o noivo deveria partir. Ele deveria fazer um breve discurso à sua noiva dizendo: “Eu vou preparar lugar para você”, e ele deveria retornar à casa de seu pai. De volta à casa do pai, ele deveria construir para ela uma câmara de núpcias, uma pequena suíte, na qual eles teriam sua futura lua de mel.
Por sua vez a noiva, estaria obrigada a esperar pacientemente. Ela deveria gastar tempo em preparar seu enxoval, e estar pronta quando o noivo chegasse. A tradição mandava que ela deveria ter consigo uma lâmpada de óleo, em caso do noivo chegar em altas horas da noite escura, pois ela deveria estar pronta para viajar de um momento para outro, assim que solicitada. Durante esse longo período de espera, ela deveria ser conhecida como “consagrada”, “separada” e “comprada por preço”. Ela era verdadeiramente uma “Senhora à espera”, mas não havia dúvida sobre o retorno do noivo. Algumas vezes o jovem poderia se ausentar por período realmente longo, mas obviamente, ele tinha pago um alto preço por sua noiva, e apesar de haverem outras mulheres disponíveis, ele certamente voltaria por sua escolhida, com a qual havia celebrado contrato.
A Noiva, nesse período de espera, deveria usar um véu, sempre que saísse de casa, a fim de que outros jovens soubessem que ela estava comprometida, e assim não se aproximariam dela com outra oferta de casamento.
Quando a Noiva ouvisse aquele grito, ela saberia que seu Noivo chegaria em mais alguns momentos. Ela só teria tempo para acender sua lâmpada, tomar seu enxoval, e sair com ele. Suas irmãs e suas amigas, que quisessem assistir às bodas, também deveriam ter suas lâmpadas prontas. Ninguém poderia andar pela noite escura, no terreno rochoso de Israel, sem carregar uma lâmpada!
Quando o grupo chegasse à casa do pai do noivo, a noiva e o noivo deveriam entram na câmara nupcial, e trancar a porta! Ninguém mais poderia entrar. O pai do noivo, enquanto isso, deveria receber os convidados para as bodas, seus amigos, e estarem prontos para celebrar o novo matrimônio. Já que as bodas de casamento duraria sete dias ( até que noiva e noivo saíssem da câmara de núpcias). Mas as celebrações não começavam imediatamente. Primeiro, o matrimônio deveria ser consumado. Quando o matrimônio fosse consumado, o noivo deveria anunciar ao padrinho à porta, e este deveria anunciar as boas novas aos convidados. Então as comemorações começavam, e deveriam durar toda a semana!
No final da semana, a Noiva e o Noivo deveriam fazer sua tão aguardada aparição, para a celebração e o brinde de todos presentes. Haveria então um delicioso jantar, a ceia das bodas, a qual conhecemos como a festa do casamento para honrar o novo casal. Nesse momento a noiva se apresenta sem o véu, pois agora ela já é uma mulher casada, e todos deveriam conhecer quem era a eleita do noivo. O novo casal e todos os convidados deveriam então encerrar a semana desfrutando de uma magnifica festa nupcial.

Fonte: arlesmarques.blogspot.com.br

Adaptado por Escriba Digital




Dinâmica: O Grande Casamento

Objetivo:
Explicar que para a igreja (a noiva) participar das Bodas do Cordeiro é preciso amar o noivo e ser fiel e pura.
Material didático:
Texto: Entendendo as bodas do Cordeiro através do casamento judaico
Atividade didática:
Antes da Aula:
Reproduza cópias do Texto: Entendendo as bodas do Cordeiro através do casamento judaico.
Durante a Aula:
Entregue cópias do texto sugeridos a todos os alunos, em seguida leia o texto com eles.
Discuta com os alunos as lições espirituais que podem ser extraída desse texto a respeito do noivo e a noiva  antes do grande dia do casamento e da festa nupcial, tais como:
  • O alto valor pago pelo noivo
  • O compromisso que o noivo assumia de voltar para o casamento e a festa nupcial
  • O compromisso da noiva como o noivo
  • Sua fidelidade
  • Sua espera paciente
  • Sua preparação
  • O casamento e as bodas nupciais



Por Escriba Digital


Dinâmica: As Bodas do Cordeiro

Na sétima lição do trimestre, vamos estudar a respeito de um dos acontecimentos mais espetaculares vistos nesta Terra: As Bodas do Cordeiro. Jesus, nosso Noivo, virá, como na Parábola das Dez Virgens, para buscar a sua Noiva. Que vivamos como as noivas prudentes da Parábola das dez virgens.
Objetivo:
Compreender o real significado das Bodas do Cordeiro.
Material didático:
Folhas de papel ofício e canetinhas.
Atividade didática:
 Escreva (de forma inversa), de trás para frente, em folhas de papel ofício as seguintes palavras: AVION (Noiva), OVION (Noivo) e OAIRTIFNA (anfitrião). Dê um tempo para que os alunos descubram as palavras. Em seguida, pergunte o que essas palavras têm a ver com a lição de hoje. Explique que a lição de hoje fala a respeito de um casamento, porém um casamento nunca jamais visto. Explique que nesse casamento também haverá a Noiva, o Noivo e um Anfitrião. Depois escreva no quadro as perguntas abaixo. Peça que os alunos respondam.
BODAS DO CORDEIRO
1.Quem será o anfitrião e qual o seu compromisso nesse casamento?
R: Deus é descrito nas Escrituras como alguém que está preparando a cerimônia e enviando seus servos para chamar os convidados (Lc 14.16-23).
2.Quem é o Noivo e qual o seu compromisso nesse casamento?
R: O Noivo é Jesus Cristo, o Filho de Deus (Mt 3.17; 17.5)
3.Quem é a Noiva e qual o seu compromisso nesse casamento?
R: A Igreja do Senhor Jesus (2 Co 11.2).

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Autora: Telma Bueno


Adaptado por Escriba Digital

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Dinâmica da Lição 07: Adão e o Pecado (Jovens)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Adão e o Pecado.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “O pecado”.




Dinâmica: O pecado

Objetivo:
Reconhecer nossos erros e pedir perdão a Deus
Material didático:
- Um copo (representa o nosso coração);
- Pedras pequenas (representam nossos pecados);
- Água (representa o amor de Deus);
- Uma bacia;
- Uma pinça ou pegador de gelo.
Atividade didática:
Apresentar um copo cheio d´água dentro de uma bacia. Explicar que Deus nos criou no amor e para o amor.
Deus nos fez "cheios" de sua graça, do seu amor de sua bondade, porém quando nos afastamos do amor de Deus o pecado vai entrando em nosso coração (colocar algumas pedras no copo com água) e vai ocupando o espaço do amor de Deus, assim o nosso coração fica duro, brigão, cheio de mágoas, violento, invejoso, mentiroso... tudo isso acontece quando não sentimos o amor de Deus.

E será que depois disso, depois de ter um coração empedrado, Deus nos abandona? Será que Deus deixa de nos amar? NÃO - NUNCA!

Mas como Deus não desiste de nós, nos enviou seu Filho Jesus Cristo com o poder de perdoar nossos pecados e "limpar" o nosso coração do mal. (com o pegador ou a pinça tirar as pedras). Jesus é Deus, Ele quer e pode tirar do nosso coração tudo o que nos impede de sermos felizes. Agora que saíram os pecados (pedras que representam mentira, inveja, etc) o que ficou faltando? (mostrar o copo e esperar que respondam).

Pois é, como Deus nos criou para estarmos sempre cheios de amor, além de tirar os pecados Jesus também quer que sejamos felizes e quer nos encher com o seu amor, seu poder.

Agora, se o nosso coração está em pecado, cheio de pedras, como podemos fazer? Como podemos tirar nossos pecados?

Sabemos que Jesus não veio para nos acusar ou condenar, Ele veio para nos salvar e nos "limpar".

Precisamos confessar nossos pecados ao Senhor Jesus.

Cometemos pecado quando somos egoístas e queremos ser felizes sem Deus e sem os irmãos.

Podemos nos afastar de Deus e dos irmãos fazendo o mal por meio de:

- Pensamentos (quando pensamos mal das pessoas e julgamos)
- Palavras (quando proferimos palavras que não são para o bem, ofensas)
- Ações (quando fazemos o mal de propósito)
- Omissões (quando deixamos de fazer o bem ou falar bem dos outros)

Vamos pedir perdão a Deus porque quando pecamos "jogamos fora" o Seu amor.
Agora cada um vai pensar no que fez e não agradou a Deus, mentiras, brigas, egoísmo, ofensas, preguiça, desrespeito aos pais, aos avós...
Vamos agora agradecer a Deus pelo amor que Jesus tem por cada um de nós e por ser nosso Salvador, vamos nos esforçar para que o nosso coração não seja duro, não seja invejoso, não seja brigão... o pecado é uma falta para com Deus e ao próximo, o pecado ofende muito a Deus, o pecado é uma desobediência aos mandamentos da lei de Deus.

Encerramento:

Cada aluno deverá escrever num papel seu pecado, colocar numa caixa ou saco e depois colocar no lixo sem serem lidos.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!



Adaptada por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 07: Louvor e adoração: um dever de todos (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Louvor e adoração: um dever de todos.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilize a dinâmica “O cuidado com o que falamos” ou “O uso da Língua”



Dinâmica: Louvando e Adorando ao Senhor com os Salmos

Aplicação: Somente o Senhor é digno de ser adorado. Adoremos a Deus independente das circunstâncias.
Material didático:
Quadro de giz ou branco
Atividade didática:
Nossos jovens precisam saber que podemos encontrar ensinamentos preciosos em cada um dos Salmos sobre os motivos pelos quais devemos louvar e adorar ao Senhor. São lições importantes que podem ser aplicadas em nosso dia a dia. Muitos salmos foram escritos por Davi. Porem é importante ressaltar que as composições sempre marcaram algum momento especial na vida dos autores ou da nação. Algumas canções também são messiânicas. Os poetas descreveram a vida e a morte do Salvador. O próprio Jesus fez várias referencias ao livro de Salmos.
Escreva no quadro de giz o seguinte título: Encontramos no livro dos Salmos motivos para louvar e adorar a Deus.
Divida a turma em três grupos. Peça que os grupos encontrem nos salmos o maior número de versículos possíveis onde possam ser mostrados motivos pelos quais devemos louvar ou adorar a Deus. Estabeleça um tempo para que os grupos possam encontrar os versículos, em seguida os grupos deverão apresentar esses motivos a todos da classe. Ganha o grupo que amostrar maior número de motivos.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Por Escriba Digital


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Dinâmica da Lição 07: O Semeador da Palavra (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: O Semeador da Palavra.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para esta lição sugerimos a dinâmica “O Brasil para Cristo”.



Dinâmica: O Brasil para Cristo

Objetivo:
Conscientizar os alunos de que cada um deve fazer a sua parte na obra de evangelização no Brasil.
Material didático:
Mapa do Brasil com a divisão dos estados,
papeis recortados com o nome dos estados brasileiros,
uma pequena sacola e folhetos.
Atividade didática:
Faça um resumo de 10 minutos da lição. Em seguida coloque o mapa do Brasil em um local visível a todos da sala. Peça para que cada aluno retire da sacola de forma aleatória um papel com o nome de um estado brasileiro, em seguida identifique no mapa o local onde ele está localizado. Peça para que todos deem as mãos e em seguida façam uma oração pelos estados que escolheram pedindo que Deus salve os moradores e os governantes do referido estado. Por fim entregue folhetos aos seus alunos e conduza eles para frente do templo para que possam fazer um trabalho de entrega de folhetos as pessoas que passam. Encerre sua aula pedindo aos seus alunos que durante a semana entreguem o maior número de folhetos possível e continuem intercedendo pelo estado que eles escolheram. Combinem de no próximo domingo ser contado como foi a experiência.



Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Adaptada por Escriba Digital


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Dinâmica da Lição 07: Fui Restaurado (Pré- Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 – Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: “Fui Restaurado”.
- Depois, trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
O personagem bíblico apontado como exemplo deste tema foi Daniel e seus amigos. Se possível exibam parte de um filme sobre Daniel, referente ao conhecimento e sabedoria.
- Para esta lição sugerimos a dinâmica “Um novo nascimento”.



Dinâmica: Um novo nascimento

Objetivo:
Mostrar a importância do novo nascimento na vida cristã.
Materiais Didáticos:
Um(a) boneco(a) sujo com carvão vestido com roupas sujas e rasuradas;
Roupas limpas (Para o(a) boneco(a));
Uma caixa que dê para colocar o(a) boneco(a)
Uma bacia media com água
Atividade Didática:
Apresente aos alunos o(a) boneco(a) sujo com carvão vestido com roupas sujas e rasuradas. Diga para eles que o(a) boneco(a) representa nós antes de conhecermos Jesus, sujos pelo pecado e vestidos com roupas sujas e velhas. Coloque agora o(a) boneco(a) dentro da caixa e em seguida diga: Esse também era o nosso estado, morto no pecado e pelo pecado. Leia com eles a parte inicial de Romanos 6.23 “Porque o salário do pecado é a morte”. Explique que ninguém podia ser salvo por Deus estando em estado de sujeira e morte. Prossiga a dinâmica retirando o(a) boneco(a) de dentro da caixa e lendo Efésios 2.1 "Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados". Agora fale: Cristo nos tirou de um estado de morte para nos colocar em um estado de vida. A criatura velha ficou enterrada para ressurgir uma nova criatura. Fale que é isto que acontece no novo nascimento. Nesse instante tire as roupas do(a) boneco(a) e lave-o por completo na bacia com água retirando toda sujeira. A medida em que for lavando diga que foi isso também que Deus fez conosco ao nos tornarmos novas criaturas. Leia agora Efésios 5.26 "a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra", Deus além de nos ressuscitar Ele também nos lavou com Sua Palavra retirando de nós toda sujeira de pecado, e em seguida nos deu novas vetes, vestes limpas (Neste momento vista o boneco com as roupas limpas).

Encerre a dinâmica dizendo: Agora que você nasceu de novo é necessário que isso seja demostrado através de evidências concretas para que o mundo perceba esta nova vida em você, por isso:
1 - Creia no Filho de Deus: "Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus." I João 5:1.
2 - Ame a Jesus Cristo: "Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis." João 8:42.
3 - Ame as pessoas: "Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus." I João 4:7
4 - Conserva-se a si mesmo: "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca." I João 5:18
5 - Pratique a justiça: "Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele." I João 2:29.
6 - Não viva na prática de pecado: "Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus." I João 3.9.
7 – Aceita a correção com humildade: “porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho” Heb 12.6
8 – Vença o mundo, em vez de ser vencido por ele: "Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é vitória que vence o mundo, a nossa fé." I João 5:4.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Por Escriba Digital


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Dinâmica da Lição 07: Sobre a vingança e o amor (Discipulando 1º Ciclo)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
Para a aula de hoje apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “Sobre a vingança e o amor.”
6 – Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
Para o encerramento da lição sugerimos a dinâmica “Perdão é melhor do que vingança”.




Dinâmica: Perdão é melhor do que vingança

Objetivo:
Entender a mensagem bíblica sobre o Reino de Deus
Perguntas Chaves:
Como podemos abrir as portas do Reino de Deus?
O que significa o Reino de Deus?
Material didático:
Uma chave feita em papel cartão, grande e colorida.
Cartolinas coloridas ou não, cortadas em pedaços do tamanho de uma folha de papel ofício A4. Deve ter o número suficiente para que cada aluno receba um pedaço.
Lápis ou caneta e tesouras
Etiquetas colantes grandes
Atividade didática:
O professor apresenta as perguntas-chaves do estudo para os alunos e mostra a eles a chave grande que trouxe. Diz que aquela chave representa uma chave mestra, isto é, uma chave que abre todas as portas de uma casa ou de uma empresa. Essa chave fica nas mãos da pessoa que tem maior confiança do dono do local. Somente ela pode abrir as portas sem a necessidade da chave original, desde o portão.

Distribua as cartolinas entre os alunos e peça que cada um desenhe uma chave mestra para si, do tamanho da cartolina que receberam. Depois de desenhadas elas serão recortadas.

Em seguida, convide todos a escrever na chave a palavra arrependimento, prossiga a dinâmica solicitando para todos sentarem tranquilamente e lê primeiro o Evangelho de Mateus 3.1-3 e depois Mateus 18. 1-4. Ao concluir a leitura, pede aos alunos que reflitam em silêncio sobre as palavras de João e de Jesus e os seus significados. Dá-lhes alguns minutos para refletirem.

Então, pergunte-lhes o que as leituras dizem; o que João queria dizer com a mensagem de arrependimento? O que Jesus quer dizer com essas palavras “tornar-se como uma criança?” Quais as características de uma criança que a faz ser a maior aos olhos de Deus? Para cada pergunta dá um tempo para o debate e ao chegar à última pergunta, ajuda-os a apontar os verdadeiros valores cristãos. Diga-lhes que o arrependimento e conversão é a chave de entrada para o Reino de Deus e a sinceridade, generosidade, humildade, fidelidade, amor, perdão, fé, esperança, etc, são características das pessoas que vivem nesse Reino. Anote cada característica apontado em uma etiqueta que deve fica colada na chave do aluno.

Conclua mostrando que são esses valores que formam a chave mestra que abre as portas do Reino de Deus. Solicite aos alunos que levem as suas chaves para casa e a cada dia, pela manhã peçam a Deus que os ajudem a colocar pelo menos um valor cristão em sua vida; e à noite anotem na própria chave o valor que conseguiu viver naquele dia, agradecendo a Deus por essa graça.

Palavra de Reflexão:
Para explicar o significado principal dessa expressão precisamos compreender que Deus reina sobre todas as coisas desde sempre. Apesar da Bíblia declarar que o príncipe deste mundo é o diabo (Jo 16.11), isso não significa que ele seja o soberano e aja com liberdade plena como um governante soberano. A Bíblia declara claramente a soberania de Deus sobre tudo e todos (Sl 47.8), inclusive sobre o maligno (Fp 2.10-11).
O que significa reino de Deus?
Dessa forma, o reino de Deus é esse domínio pleno que Deus tem sobre todo ser, sobre toda as coisas existentes nesse mundo, inclusive as nossas vidas. Esse domínio se estende além do presente. Deus dominou ontem, domina hoje e dominará amanhã e para todo o sempre. Esse é o reino de Deus que está progressivamente tomando sua forma designada em cada tempo, até que chegue ao seu formato final na segunda volta de Jesus Cristo.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!



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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O Tribunal de Cristo e os Galardões - Lição 6

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“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10).

Na primeira fase da sua volta (arrebatamento), Jesus vem “para” os seus. Na segunda fase, Ele virá “com” os seus para estabelecer o seu Reino, no Milênio, e implantar o perfeito estado eterno.
Os cristãos, em grande número, esperam a volta do Senhor como um evento “muito distante”, ou bastante “remoto”, a ponto de não se preocuparem com sua vida, seu comportamento e testemunho; não se importarem com suas atitudes e práticas, como se, no final, tudo possa ser arranjado, ajustado e resolvido, perante Deus. Mas essa visão pouco séria do que significa a volta de Cristo para buscar a sua Igreja terá certamente conseqüências eternas de grande repercussão no futuro de muita gente. Já vimos que a volta de Jesus encontrará o mundo, incluindo os crentes, como “nos dias de Noé”, quando a humanidade só se preocupava com as coisas da vida terrena, e não dava o menor valor às coisas espirituais, “até que veio o dilúvio e consumiu a todos” (Lc 17.17).
Também sabemos que, na volta do Senhor, a terra estará vivendo como “nos dias de Ló”, o velho patriarca, que, em meio à corrupção de seu tempo, soube ficar vigilante, mantendo sua comunhão com Deus, ainda que nem toda a sua família o acompanhou em sua vida de santidade, e Deus destruiu Sodoma, Gomorra e cidades vizinhas, mandando fogo do céu, como juízo sobre a impiedade daquela gente que debochava de Deus, especialmente no que tange à sexualidade. Diante desses fatos, a exortação de Cristo é para que seus servos vigiem: “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor” (Mt 24.42).
Mas há outro motivo, de grande importância, diante do qual a Igreja de Jesus, formada pelos salvos, em todos os tempos e lugares, esteja preparada, em termos espirituais, morais e éticos. E que está prevista uma prestação de contas, à qual terão que responder todos os crentes, desde o princípio do mundo até o dia do arrebatamento da Igreja. Esse evento se dará no “Tribunal de Cristo”. Não se trata do Juízo final, que será instaurado para o julgamento dos ímpios (Ler Ap 20.11-15). Será um tribunal para julgar as obras e os atos dos crentes, nas igrejas, ao longo dos tempos. Diz Paulo: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10; Rm 14.10).

I - Definição e Conceituação

1. Os Dois Tribunais

Haverá dois julgamentos, em que as pessoas serão julgadas. No tribunal de Cristo, serão avaliadas as obras dos salvos. No tribunal do Grande Trono Branco, ou no Juízo Final, os ímpios serão julgados, segundo as suas obras (Jr 32.19). Até as palavras serão julgadas. “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado” (Mt 12.36,37).

2. O que Será o Tribunal de Cristo

Será o julgamento das obras dos salvos, praticadas na terra, para receberem, ou não, o galardão correspondente. Não se tratará de julgamento de pecados, pois já são salvos. Os ímpios é que passarão pelo julgamento de suas obras e pecados, no juízo do Trono Branco, após
0 Milênio (cf. Ap 20.11-15). “E o julgamento dos servos de Deus, quanto às suas obras na terra (2 Co 5.10; Rm 14.10). [...] Não seremos julgados quanto à nossa posição e condição de salvos que temos em Cristo, e sim quanto ao nosso desempenho como servos do Senhor”.1
Segundo Olson, “Esse julgamento não foi estabelecido para determinar se as pessoas que diante dele comparecerem serão culpadas ou inocentes, isto é, salvas ou perdidas, uma vez que este julgamento é exclusivamente para os salvos. A questão individual já foi resolvida, há muito. Agora se trata da questão de recompensas, que será resolvida conforme a fidelidade ou infidelidade do crente, como mordomo na casa do Mestre (1 Co 3.11-15)”.2

3. Nenhuma Condenação para os Salvos

Os salvos em Cristo Jesus, desde que permaneçam fiéis, em santificação, não mais passarão por qualquer tipo de condenação. “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1). Estar “em Cristo Jesus” é a condição indispensável para ter sido salvo e permanecer salvo. O salvo não perde a salvação, “se” estiver em comunhão com Cristo, se viver em santificação. “[...] mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (1 Pe 1.15). Diante desse fato incontestável, acerca da salvação em Cristo Jesus, os salvos, que “em Jesus dormem” (1 Ts 4.14), serão ressuscitados, e os estiverem vivos, em sua vinda, serão transformados para o encontro com Jesus nos ares (1 Ts 4.17). Esses comparecerão perante o Tribunal de Cristo, para serem recompensados por suas obras, ações, atividades, alegrias e tristezas, êxitos e sofrimentos. O Justo Juiz saberá avaliar as obras de cada um. “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.8). Os que amam a vinda do Senhor são conservados irrepreensíveis para encontrar-se com Cristo (1 Ts 5.23).

II - O Julgamento no Tribunal de Cristo

1. A Natureza do Tribunal de Cristo

Aqui na terra nenhum tribunal é instaurado para dar recompensas a ninguém. Via de regra, todos os tribunais são estabelecidos para julgar casos de infração da lei. Nesses julgamentos, comparecem pessoas acusadas de crimes ou infrações contra a pessoa humana, contra a ordem pública, contra o patrimônio público ou privado, e contra outros entes jurídicos, de acordo com o que é estabelecido nas leis do país. Os que comparecem aos tribunais, de um lado, são os reclamantes ou os autores de ações judiciais. De outro, são os réus, acusados de delitos ou descumprimento das normas legais, acompanhados de seus advogados, que os representam perante o juiz. O Tribunal de Cristo é o único, no universo, que tem por finalidade fazer justiça, recompensando as obras dos salvos, com maior ou menor galardão, ou recompensa. Jesus disse: “E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12).

2. Quando Acontecerá?

Logo após o Arrebatamento da Igreja, os salvos comparecerão perante o Tribunal de Cristo. Naquele tribunal celeste, os crentes terão o julgamento das obras. De acordo com a Bíblia, o Tribunal de Cristo ocorrerá antes das Bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9), antes daquela que será a maior e mais gloriosa festa nupcial do universo. Os salvos em Cristo serão reunidos com Jesus, nos ares, ou nas nuvens (1 Ts 4.13- 17; 2 Ts 2.1). Ali, certamente, Jesus recepcionará a sua Noiva, lhe dará as boas vindas, e se assentará no trono do seu Tribunal para julgar as obras dos crentes, e lhes anunciar qual o prêmio ou galardão de cada um pelo que tiver feito na terra.

3. Quem Será o Juiz e quem Será Julgado?

O Juiz, como indica a Bíblia, será nosso Senhor Jesus Cristo. “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.8; ver Jo 5.22). Por isso será chamado o Tribunal de Cristo (2 Co 5.10). Serão julgados, para receber a recompensa, todos os crentes: “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10 - grifo nosso). A expressão “todos devemos” indica que se refere aos cristãos fiéis que forem arrebatados, na vinda de Jesus.

III - As Obras e seu Julgamento

O cristão deve ter cuidado com o que faz, pois seus atos serão julgados no tribunal de Cristo. “E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas” (Cl 3.23-25).

1. Os Salvos e as suas Obras

a) O valor das obras do salvo. Jesus disse: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.16 - grifo nosso). São obras, vistas pelos homens, que demonstram a grande mudança na vida do crente e contribuem para a glória de Deus. Mesmo assim, elas serão julgadas. Será um julgamento individual (1 Co 3.13). A salvação do crente em Jesus é pela graça. Não depende das obras (Ef 2.8,9). Mas as obras dos salvos têm muito valor diante de Deus. As obras aperfeiçoam a fé (Tg 2.22); as obras justificam a fé (Tg 1.21); e a fé sem as obras (de salvo) é morta (Tg 2.17) e as obras (da lei, dos atos humanos, da carne - G1 5.19; 2 Tm 1.9) sem a fé são mortas. A fé salvífica tem que andar lado a lado com as obras de salvo, demonstradas pela obediência, pela “santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). No Tribunal de Cristo, serão avaliadas ou julgadas as obras dos salvos, as quais poderão ser aprovadas ou reprovadas. As que forem aprovadas darão direito ao galardão (cf. 1 Co 3.14,8). Não serão julgados os pecados cometidos na terra. Esses já terão sido perdoados
por Jesus (Hb 8.12; 10.17).

b) O testemunho do salvo. As obras dos salvos falam de seu testemunho, comprovando que os mesmos já morreram para o mundo e são novas criaturas em Cristo (Mt 5.16; 2 Co 5.17). Precisamos dar bom testemunho perante a igreja e o mundo. “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Somos salvos, tendo passado pelo processo divino da regeneração. Paulo diz que foi Deus quem preparou “as boas obras [...] para que andássemos nelas”. De forma mais abrangente, podemos dizer que será julgado o nosso trabalho, ou a nossa administração, na casa do Senhor, como mordomos, encarregados das coisas de Deus aqui na terra. É tarefa por demais sublime para ser tratada de qualquer forma, sem zelo ou cuidado. Na parábola do mordomo infiel, o seu senhor o chama à prestação de contas (Lc 16.2). Jesus também nos pedirá a prestação de contas do que nos entregou para administrar como seus mordomos.

Deus nos concede muitos bens ou talentos para que façamos a sua obra. No sermão profético, Jesus proferiu a parábola dos dez talentos. E comparou o seu Reino a um senhor que, tendo de ausentar-se, entregou todos os seus bens a seus três servos ou mordomos. E deu a um dez talentos; a outro, cinco, e a outro, apenas um talento (Mt 25.14-30). Essa parábola nos diz que Deus dá a cada parte dos seus bens, espirituais, morais, físicos, ministeriais ou eclesiásticos, de acordo com a capacidade de cada um (Mt 25.15). Os talentos representam nossos recursos, nosso tempo, nossa vida, nossas habilidades, concedidas por Deus. Notemos que o senhor não dá a todos a mesma responsabilidade. Desde o dia da conversão, o salvo torna-se servo de Cristo, e tem o dever espiritual e moral de cooperar na casa do Senhor. Uns de uma forma, outros, de outra. Cada um conforme a sua capacidade.

2. Como as Obras Serão Julgadas?

A precisão do julgamento. O julgamento será tão preciso que é comparado à passagem de materiais pelo fogo: “a obra de cada um se manifestará; na verdade, o Dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1 Co 3.13-15). O Espírito Santo será o assistente naquele julgamento. As obras serão comparadas a materiais, na linguagem humana. Cada tipo de material simbólico mostra o tipo, a natureza e a forma com a qual terão sido praticadas pelos crentes, em todos os lugares do mundo, em todas as igrejas. Vejamos, na seqüência do texto, a comparação das obras com os respectivos materiais.

2.1. Obras que Serão Aprovadas

a) Obras comparadas a ouro. Na Bíblia, o ouro é símbolo das coisas de Deus, das coisas divinas (Jó 22.23-25; Ap 22.18,22). São obras que são feitas para a glória de Deus, feitas em comunhão com Ele, “feitas em Deus” (Jo 3.21), de pleno acordo com sua palavra. O crente que glorifica a Deus com suas obras está praticando obras comparáveis a ouro (Mt 5.16). São “as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Se tratamos os irmãos e os outros com o amor de Deus, isso é comparado a ouro. Quando usamos bem os talentos dados por Deus, realizamos obras “de ouro” (Mt 25.14,20). São obras que glorifi- cam a Deus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.16 - grifo nosso).

b) Obras comparadas a prata. Na tipologia bíblica, a prata é símbolo de redenção. No Antigo Testamento, a redenção dos filhos de Israel era paga em prata (Êx 30.11-16; Lv 5.15; 27.3). No Novo Testamento, simboliza a redenção feita por Cristo: “sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais” (1 Pe 1.18; 1 Co 6.20). São obras feitas em Cristo. O crente que ganha almas, que prega a Palavra, que dá bom testemunho da sua fé em Jesus, está realizando obras de prata. Os obreiros do Senhor que cuidam bem do rebanho realizam obras de prata. Visitar os enfermos, os carentes, evangelizar, podem ser obras de prata.

c) Obras comparadas a pedras preciosas. São símbolos do Espírito Santo, ou da glória de Cristo no crente (ver Jo 17.22). Os crentes que possuem os dons espirituais (1 Co 12) têm o adorno do Espírito Santo. São obras feitas pelo poder do Espírito Santo (Fp 3.3; Tt 3.5). É adorar a Deus “em Espírito e em verdade” 0o 4.23). São obras na unção do Espírito Santo. Evangelizar, pregar, cantar na unção, podem ser pedras preciosas. E o testemunho eloqüente do servo ou da serva de Deus, andando de acordo com a sã doutrina (Tt 2.10).
As obras que forem comparadas aos três materiais acima serão aprovadas, e os seus praticantes terão galardão de Deus (1 Co 3.13,14).

2.2. Obras que Perecerão

“Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1 Co 3.15). Esse texto mostra que haverá crentes cujas obras não serão aprovadas no julgamento de Deus, no Tribunal de Cristo. São obras mortas, obras que não têm valor diante de Deus. São obras que alguns crentes praticam, para sua própria glória, mas não glorificam a Deus. São obras feitas por muitos de modo relaxado, sem o zelo necessário a quem serve a Deus. As obras não serão recompensadas, mas “o tal será salvo, todavia como pelo fogo”. Isso quer dizer que, como não se trata de julgamento de pecados, quem pratica tais obras poderá ser salvo, mas sem recompensas ou galardões. Não haverá inveja ou tristeza, pois tais sentimentos são carnais e não entrarão no céu. Só o fato de chegar lá já será motivo de grande alegria. Mas é melhor fazer o melhor para Deus.

a) Obras comparadas a madeira. Na Bíblia, madeira é símbolo das coisas humanas. E uma figura da árvore, que cresce por si mesma. Há crentes que fazem muitas coisas, mas buscando a glória humana. No fogo do julgamento, elas vão desaparecer. Há quem trabalha muito nas igrejas, mas não o fazem para a glória de Deus. Não terão o reconhecimento por parte do Senhor.

b) Obras comparadas a feno. Feno é capim, é erva seca. São obras aparentes, mas sem consistência, como erva seca (Is 15.6). O capim precisa ser renovado. É coisa perecível (Is 51.12). Representam obras de crentes que fazem muita coisa para aparecer. A preocupação deles é com a quantidade, e não com a qualidade. Um monte de feno pode ser muito grande, mas, no fogo, desaparece em segundos. Não haverá galardão para esse tipo de obra. Pregar para aparecer; pregar por dinheiro; cantar para aparecer, para ter a glória dos homens, buscando o aplauso das multidões, sem dúvida alguma, são obras de feno; aparecem muito, mas não têm consistência, e já receberam seu galardão, em termos de dinheiro; nada terão lá, no céu. “Já receberam o seu galardão”, aqui mesmo (cf. Mt 6.2,5,16).

c) Obras comparadas a palha. A madeira tem certa consistência, mas a palha é muito fraca. Não resiste à força do fogo. O vento leva com facilidade (SI 1.4; Jó 21.18; Os 13.3). É instável. Não pode se misturar com o trigo (Jr 23.28). Segundo o Pr. Eurico Bergstén, “Palha também fala de escravidão: foi palha que os israelitas tiveram de colher no Egito (Ex 5.7). Devemos, portanto, servir a Deus na liberdade do Espírito, e não numa escravidão imposta por nós mesmos ou por outros”. Palha representa obras sem firmeza. Há crentes que não sabem o que querem na vida cristã. Vivem mudando o tempo todo. Mudam de cargo, mudam de igreja com facilidade. São levados por “todo vento de doutrina” (Ef 4.14).
As obras que forem comparadas a esses três últimos tipos de materiais não ensejarão galardões: “Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1 Co 3.15). Deus é um Deus de bondade, de amor, e também de justiça. No seu julgamento, Ele não falhará: “[...] porque vem a julgar a terra; com justiça julgará o mundo e o povo, com equidade” (SI 98.9). Ninguém escapará do julgamento de Deus. No Juízo Final, os ímpios darão contas de todas as suas obras de impiedade que cometeram (SI 9.17). “Porque está escrito: Pela minha vida, diz o Senhor, todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Rm 14.11,12 - grifo nosso). Mais uma vez, Paulo usa o verbo de forma inclusiva, em relação aos crentes - “cada um de nós”, mostrando que cada crente dará contas a Deus de todas as obras que houverem praticado aqui. Sem dúvida, é uma alusão ao Tribunal de Cristo.

IV - Os Galardões dos Salvos em Cristo

Galardão significa prêmio, recompensa. Os salvos em Cristo, que participarem do arrebatamento da igreja, serão reunidos nas regiões celestiais para receberem o seu galardão, individualmente, conforme a avaliação de Cristo. A entrega dos galardões é prevista por Jesus: “E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Ap 22.12 - grifo nosso). Cada crente é considerado um “despenseiro de Deus”, que deve trabalhar com fidelidade para ser reconhecido por seu Senhor: “Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel. [...]
Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o louvor” (1 Co 4.1,2,5). Cada crente receberá o galardão e o louvor da parte de Deus pelo que houver realizado na igreja e em sua vida pessoal. Na Bíblia, vemos alguns tipos de galardões e a quem se destinam.

a) Coroa da vida. E o galardão previsto para todos os salvos, que permaneceram fiéis até à morte ou à vinda de Jesus. “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam” (Tg 1.12; Ap 2.10).

b) Coroa da vitória. E o prêmio para todo o salvo, que vencer as lutas e tentações da vida terrena. “E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível” (1 Co 9.25). O crente fiel se abstém de tudo o que não agrada a Deus, mesmo com perda de vantagens, posições ou lucros, por causa da coroa incorruptível que receberá no julgamento de suas obras. A vitória é sua chegada aos céus, ao lado de todos os salvos, na vinda de Jesus.

c) Coroa de glória. E a recompensa especial para os obreiros do Senhor, que labutam na sua obra, com fidelidade, humildade, desprendimento e amor. “Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória” (1 Pe 5.2-4).

d) Coroa de gozo. É o galardão do ganhador de almas, daquele que, além de ser fiel, vencer as tentações e as barreiras da vida, esforça- se para ganhar almas para o Reino de Deus (Pv 11.30; Dn 12.3). Não só pastores, evangelistas e dirigentes de igrejas, mas muitos pregadores e evangelizadores anônimos, que fazem um excelente trabalho, divulgando o evangelho de Cristo, nas casas, nas ruas, nos hospitais, nas escolas, em toda a parte; principalmente em lugares, onde arriscam a própria vida para tornar Cristo conhecido. “Porque qual é a nossa esperança, ou gozo, ou coroa de glória? Porventura, não o sois vós também diante de nosso Senhor Jesus Cristo em sua vinda? Na verdade, vós sois a nossa glória e gozo” (1 Ts 2.19,20; Fp 4.1).

e) Coroa da justiça. É o prêmio ou recompensa dos que per- severam até o fim de sua jornada. Como disse Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). Jesus disse: “E sereis aborrecidos por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mc 13.13). E o coroamento da vida do crente, “pelas veredas da justiça” (SI 23.3b).

f) Galardão de servos. São recompensas que Jesus dará a todos os que servem a seus servos, na condição de profeta, justo, pequeninos ou discípulos. “Quem recebe um profeta na qualidade de profeta receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão” (Mt 10.41,42).
Esses galardões, com poucas exceções, como no caso do galardão de obreiros ou de ganhadores de almas, podem ser recebidos por todos os crentes fiéis e santos que aguardam a vinda de Jesus. No Tribunal de Cristo, eles verão que valeu a pena suportar as aflições do tempo presente: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rm 8.18). Jesus é que fará a criteriosa avaliação das obras dos salvos para dar a cada um conforme o seu trabalho (Ap 22.12).

                                                              Pastor Elinaldo Renovato

Bibliografia:

1 ZIBORDI, Ciro Sanches. “Escatologia - a doutrina das últimas coisas”. In: Teologia sistemática pentecostal, p. 506.

2 OLSON, N. Lawrense. O plano divino através dos séculos, p. 152.
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