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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O Líder Diante da Chegada da Morte - Lição 10

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As cartas pastorais de Paulo são ricas em ensinamentos, conselhos, exortações e doutrinas, que têm grande valor para a vida cristã, tão carente de consistência e fundamentos, como nos dias atuais. Paulo escrevia à mão, em pergaminhos que, transformados em rolos, eram enviados a lugares os mais distantes, por intermédio de mensageiros ou portadores de suas missivas.

Depois que escreveu a Timóteo, na segunda carta, acerca da corrupção que haveria de dominar o mundo “nos últimos dias” (2 Tm 3.1), Paulo chama a atenção do seu discípulo amado para alguns aspectos preocupantes da realidade que viria sobre a igreja do Senhor Jesus Cristo, não só em Éfeso, na Ásia Menor, mas em todo o mundo, como se depreende de seu ensino pastoral. Em primeiro lugar, o apóstolo usa uma expressão forte, que poderia assustar Timóteo, pela veemência da recomendação do mestre ao jovem obreiro. Mas Timóteo já conhecia o linguajar de Paulo. Ele diz: “Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redar- guas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Tm 4.1,2). Timóteo deveria transmitir a mensagem da “sã doutrina” de modo insistente, quer os ouvintes aceitassem quer não a palavra que lhes era enviada. A experiência, fundada na Palavra, mostra que, quando a mensagem é de Deus, o pregador deve falar, não o que o povo gosta de ouvir, mas o que Deus quer falar.

O verbo conjurar, no primeiro versículo, tem o sentido de rogar, suplicar, e não de tramar, maquinar, como ocorre, nas conjurações políticas. Paulo expressava seus sentimentos, de modo dramático, para que Timóteo levasse em consideração até as últimas consequências a nobilíssima missão que lhe era confiada, para que pregasse a Palavra de Deus, de modo insistente, em caráter de urgência, “a tempo e fora de tempo”, tendo em vista o que haveria de ocorrer, conforme o sentir profético do apóstolo. E sua forte recomendação deveria ser aceita, “diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo”; e numa perspectiva escatológica: “que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino”! Talvez seja o trecho da carta de maior gravidade. E o que estava por vir não era nada desejável nem comum.
Além da corrupção dos últimos tempos, Paulo antevia tempos em que, dentro da própria igreja local, levantar-se-iam homens que seriam usados pelo Diabo para rejeitar a sã doutrina e usar sua influência intelectual ou teológica para deturpar a verdade do evangelho de Cristo. Por isso, ele determina, em sua súplica, que Timóteo usasse a Palavra para redarguir, repreender e exortar “com toda a longanimidade e doutrina”. Aqui, há um grande ensinamento de ordem prática para a vida ministerial do obreiro, especialmente dos que lideram, na igreja local. A exortação não deve ser dada de forma pesada ou agressiva, como ocorre em muitos púlpitos. A palavra exortar vem do grego, parakaleo, que tem o sentido de chamar para fora, para consolar. Daí, porque o Espírito Santo é nosso paraldeto, nosso Consolador.

Timóteo deveria ser um obreiro firme na palavra na exortação, mas com “longanimidade” (gr. makrothumia), isto é, com paciência, diante dos que precisavam da mensagem firme e incisiva. Mais ainda. Paulo demonstra, nesse texto, que a exortação só tem sentido se, além de ser dada com longanimidade, tem que estar fundamentada na “doutrina” (gr. didache). Exortar não é “dar carão”, “sentar a ripa”, ou “sentar o pau”, nas ovelhas, como o fazem alguns pastores, em sua neurastenia descontrolada ou radicalismo exacerbado. Exortar é orientar com segurança, com firmeza, mas com amor, compreensão e longanimidade. Em seguida, Paulo esclarece o motivo da sua veemente recomendação.
A premência da recomendação incisiva de Paulo tinha motivo muito mais sério do que se poderia imaginar. Ele diz a Timóteo, seu filho na fé, e portador da mensagem para a igreja: “Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2 Tm 4.3,4). Era a incumbência mais significativa que Paulo ciaria a Timóteo, pois estava em análise o futuro e a sobrevivência da fé cristã e da igreja de Jesus, ameaçada pelos falsos mestres, e “doutores” falsos e hereges, que levariam os crentes a se desviarem da verdade da Palavra de Deus, da “sã doutrina”.
Preparando-se para o fecho da carta, Paulo dá sua última palavra pessoal a Timóteo: “Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Tm 4.5). Será que essas palavras foram só para Timóteo? Certamente, não. O Espírito Santo pôs na mente e na escrita de Paulo recomendações que se aplicam de modo perfeito aos obreiros do Senhor em todos os tempos, incluindo o tempo presente, em que há tantas aberrações ministeriais, na consagração cie homens despreparados para a elevada missão de um ministro do evangelho. O texto diz que o obreiro deve ser “sóbrio”, ou seja, simples, humilde. Deve ser sofredor, ou seja, capaz de saber suportar as aflições que possam surgir no ministério. E Timóteo deveria saber fazer “a obra de um evangelista” e cumprir o seu ministério, ou sua missão ou tarefa que lhe fora confiada.
Em seguida, tal como um corredor de “corrida de revezamento”, Paulo prepara-se para “passar o bastão” a Timóteo. O apóstolo estava perto de terminar a corrida (ou o combate), e Timóteo deveria substituí-lo, pois Paulo sentia que sua missão apostolar estava perto do fim. Lembremos que Paulo estava na prisão, e não no púlpito de uma igreja. Ainda esperava ver Timóteo, mas a urgência da mensagem apertava seu coração. Talvez Timóteo não percebesse tal situação, até que seus olhos pousaram nos últimos parágrafos da carta. E viu com profundo sentimento de santa tristeza que seu mestre, seu mentor e tutor, tinha consciência de que a morte se aproximava, no fim do seu ministério. Mas, em lugar de demonstrar medo ou pavor diante da morte, Paulo escreve o que poderia ser considerado um “cântico de vitória” no final da missão: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7). O jovem obreiro deve ter-se detido mais tempo ante essa declaração de Paulo do que no restante de sua epístola. E sentido o peso da responsabilidade, ao pensar se estaria à altura de substituir o maior evangelista do cristianismo, o maior intérprete dos evangelhos, que se considerava, contudo, “o menor dos apóstolos” (1 Co 15.9).

I - A CONSCIÊNCIA DA MORTE NÃO TRAZ DESESPERO AO CRENTE FIEL

1. A Serenidade diante da Morte

Enquanto Timóteo ainda era um jovem obreiro, Paulo já era de certa idade, “o velho” (Fm 9), e já tinha consciência, dada por Deus, de que estava no final de sua longa, sacrificada e honrosa missão, que lhe fora confiada por Jesus Cristo, quando de sua dramática conversão no caminho de Damasco.
Ao escrever a Timóteo, sobre os últimos dias de sua vida e de seu ministério, Paulo usou uma figura emprestada dos antigos sacrifícios do Templo em Jerusalém. “Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo” (2 Tm4.6). É uma linguagem “técnica”, por assim dizer. Só pode entender quem lê acerca dos rituais dos sacrifícios na Antiga Aliança. Aquele que oferecia sacrifício ao Senhor, como “oferta de manjares”, o fazia com “flor de farinha”, misturada com azeite, na proporção indicada pela lei; e também derramava sobre ela uma porção de vinho, ou uma “libação” (Nm 15.5,7,10), uma oferta de caráter voluntário, “de cheiro suave ao Senhor” (Lv 2.2). Não era uma oferta pelos pecados, mas uma oferta de gratidão a Deus. Paulo considerava a sua vida, salva por Cristo, e toda a sua experiência no cristianismo, como uma “oferta de manjares”, uma “libação” ou “aspersão do sacrifício”, ante a proximidade da morte, que ele encarava com paz e serenidade.

2. A Certeza da Missão Cumprida

Ao se deter nas últimas linhas da carta, Timóteo deve ter sentido muita admiração pelo velho obreiro, quando este diz: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.7,8). No texto, que indica antecipadamente a consciência da proximidade da partida para a eternidade, vemos três aspectos a destacar:
1) “Combati o bom combate”
Paulo diz a Timóteo que está chegando ao fim da jornada, como servo de Deus, como apóstolo e fiel testemunha do Senhor, mas, como um lutador que enfrentava a luta, na arena, havia combatido “o bom combate”, ou seja, o bom combate da fé. Paulo conhecia as competições atléticas de sua época, E imaginou essa metáfora para indicar sua vitória, ante as lutas que houvera enfrentado, desde sua conversão e o desenvolvimento do seu ministério, sempre envolvido com opositores humanos, além da luta espiritual contra os inimigos do crente em Jesus.
Seu combate da fé era em defesa da igreja, lutando pelos irmãos em Cristo (Cl 2.1); era a luta contra os opositores que se levantavam contra sua missão (1 Ts 2.2). Todos os apóstolos de Jesus eram homens que combatiam “pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Mas nenhum teve tantas oposições e ameaças quanto Paulo. Ele foi um obreiro muito perseguido, mas nunca desistiu da luta espiritual em prol do evangelho (2 Tm 3.11,12; 2 Tm 4.14; 1 Tm 1.20).
2) “Acabei a carreira”
No original, o texto indica que Paulo se referia à “pista de corrida” ’, nas competições em Atenas, em Roma, ou em outra cidade que conhecia. Em sua carreira ou “corrida”, Paulo diz que não olhava para trás, mas para as coisas que estavam diante dele, prosseguindo “para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13,14). Muitos têm começado a carreira da vida cristã, mas desistem, ante os obstáculos e os problemas que surgem pela frente.
Nessa “carreira”, as dificuldades são enormes, porque, além de ser uma luta constante, o crente tem que carregar uma cruz “de cada dia” (Lc 9.23). Diante dessa realidade, após as experiências vividas em seu ministério, Paulo mostrou a Timóteo que tinha a certeza de que sua carreira como ministro do evangelho houvera terminado. Mas o fazia com a consciência tranquila, mesmo diante da morte, de que cumprira o seu dever para com Deus e sua Igreja.
3) “Guardei a fé’’
Paulo quis dizer que não apenas lutou o “bom combate” e concluiu “a carreira”, mas não o fez de qualquer maneira. Ele guardou “a fé”. Isso quer dizer que ele foi fiel a Deus, em todas as circunstâncias de sua vida cristã. Ele não se embaraçou “com os negócios dessa vida” e militou legitimamente (2 Tm 2.4,5). Guardar a fé significa guardar a fidelidade estrita a Cristo e a seus ensinamentos. E Paulo ensinou de modo eloquente sobre esse cuidado. O crente é consolado pela fé (Rm 1.12); a justiça de Deus é pela fé (Rm 3.22); o homem é justificado pela fé (Rm 3.28; 5.1; G1 2.16); o justo vive pela fé (Gl. 3.11); a salvação é pela fé em Jesus (Ef 2.8). Paulo sabia o que era lutar e guardar a “fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3).

II - O SENTIMENTO DE ABANDONO

O apóstolo Paulo contribuiu de forma decisiva e marcante para a expansão do evangelho de Jesus Cristo, não só no Oriente Médio, mas na África e na Europa. Foi o maior missionário de seu tempo. Além de seu trabalho missionário, Paulo foi um escritor extraordinário, que contribuiu para a formação do pensamento cristão, não só para sua época, mas para a Igreja do Senhor em todos os tempos. Dos 27 livros do Novo Testamento, ele escreveu treze. Mas, por permissão de Deus, terminou seus dias num cárcere de uma prisão romana.
Pela grandeza do seu ministério, como um verdadeiro formador de líderes e de discípulos de Cristo, como fruto de sua pregação, de suas mensagens e ensinos profundos, era de se esperar que, nos momentos cruciais em que estava vivendo, não faltassem os amigos e os irmãos ao seu lado. Mas, infelizmente, não foi o que aconteceu. O texto em apreço demonstra que ele experimentou a solidão e o abandono dos que faziam parte do seu círculo de relacionamentos. Como um fiel discípulo e imitador sincero de Cristo, Paulo soube o que era ficar só quando mais precisava de companhia.

1. O Clamor de Paulo na Solidão

Jesus exclamou sua solidão na cruz, sentindo a ausência necessária do Pai, por ter recebido sobre si os pecados da humanidade. Deus não poderia estar em comunhão com o pecado, no momento em que Cristo morria como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” 0o 1.29). Paulo clamou pelo amigo, de dentro da prisão. Ele não tinha meios de comunicação rápidos, como hoje qualquer pessoa pode dispor. Sua carta deve ter demorado dias para chegar às mãos de Timóteo. No início da carta, ele já sentia a falta do amigo, quando escreveu: “desejando muito ver-te, lembrando-me das tuas lágrimas, para me encher de gozo” (2 Tm 1.4). No final da missiva, consta a premente súplica de Paulo ao seu filho na fé: “Procura vir ter comigo depressa” (2 Tm 4.9). Nas linhas seguintes, ele diz o porquê de sua pressa.
1) Demas o desamparou
“Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica” (2 Tm 4.10a). Tal expressão dá a entender que Demas, que era um cooperador e amigo de Paulo (Cl 4.14; Fm 24), na hora em que mais precisava dele, sentiu sua falta de amor.
2) Dois amigos tiveram que viajar
“Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia” (2 Tm 4.10b). Não fica claro o motivo da viagem desses dois irmãos. Provavelmente, foram a serviço do ministério, a lugares distantes. Em alguns momentos, Paulo estivera cercado de amigos. Mas, por razões diversas, muitos tiveram que deixá-lo só. Tíquico foi mandado para Éfeso (2 Tm 4.12). Os textos das cartas dão a entender que Tíquico fora o mensageiro que levou a carta a Timóteo (cf. Tt 3.12; Cl 4.7; Ef 6.21,22), assim como foi portador de outras missivas; Erasto ficou em Corinto e Trófimo ficou doente em Mileto (2 Tm 4.20).
3) Só o médico amado ficou com Paulo
“Só Lucas está comigo” (2 Tm 4.11). Lucas, “o médico amado” (2 Tm 4.14), escritor do livro de Atos dos Apóstolos, e cooperador do apóstolo (Fm 24), fez-se presente, dando assistência a Paulo. Sem dúvida alguma, fora providência de Deus. Em idade avançada (Fm
1.9), Paulo precisava de cuidados médicos, de remédios e orientações clínicas. E ali estava o Dr. Lucas, seu amigo, que não o desamparou.
4) A necessidade de um amigo
“Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério” (2 Tm 4.11b). E interessante esse apelo de Paulo. Marcos, ou João Marcos, filho de Maria (At 12.12), era um obreiro jovem, que, por seus impulsos, deixou de acompanhar Paulo, em uma de suas viagens missionárias, o que muito lhe desagradou (At 13.13), e foi motivo de contenda e separação entre Paulo e Barnabé (At 15.36-38). Foi um incidente muito desagradável entre aqueles irmãos. Mas, na carta em apreço, Paulo demonstra que deve ter refletido sobre Marcos, e conclui que, apesar do acontecido, aquele jovem obreiro lhe era “muito útil” ao seu ministério. O perdão é assim. Sara as mágoas e reaproxima os amigos e irmãos.

2. A Serenidade nos Últimos Dias da Vida

É impressionante o comportamento de Paulo, registrado na segunda carta a Timóteo. Mesmo consciente de que sua vida estava prestes a findar, ainda tem a calma para interessar-se por coisas que seriam absolutamente desprezadas por outras pessoas, naquela circunstância. Na primeira vez, Paulo ficou em prisão domiciliar, durante dois anos, quando podia receber visitas (At 28.16). Mas, no segundo encarceramento, deve ter ficado recluso em cárcere fechado. Contudo, sua serenidade era tal que ainda teve ânimo para solicitar a Timóteo algumas coisas e fazer recomendações importantes. “Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos” (2 Tm 4.13).
Como se aproximava o inverno (2 Tm 4.21), e Paulo sentia a necessidade da capa que deixara na casa de Carpo. Mas para quê os livros, os pergaminhos, se sua morte estava iminente? Antes de tudo, percebe-se quanto valor Paulo dava à leitura de livros, anotações, feitas em pergaminho. Talvez aqueles livros fossem livros da lei ou do Antigo Testamento. Ao que tudo indica, o seu julgamento, perante a justiça de Roma, pudesse demorar alguns dias ou meses. De qualquer forma, é um eloquente testemunho de que o homem de Deus, quando está seguro em sua comunhão com o Senhor, não teme a morte ou qualquer outra adversidade.

3. Preocupações Finais com o Discípulo

Parece algo desconexo, em relação às preocupações anteriores, quando solicitou objetos pessoais a Timóteo. Paulo passa de escrita sobre sua situação e necessidades, e se refere a um homem de mau caráter que lhe causara muitos problemas, e orienta Timóteo a respeito do mesmo (2 Tm 4.14,15). “Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras. Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras” (2 Tm 4.14,15). Pela sua designação, “latoeiro”, esse indivíduo era um lanterneiro ou funileiro, que se tornou cristão, aparentemente, mas tornou-se inimigo de Paulo e de seu ministério.

III - A CERTEZA DA PRESENÇA DE CRISTO

1. Sozinho no Tribunal dos Homens

“Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado” (2 Tm 4.16). De acordo com estudiosos, Paulo se referia à primeira audiência a que se fez presente, na sua segunda prisão, e não ao primeiro julgamento, do qual foi liberado, após ter ficado em prisão domiciliar, alugada por ele próprio, durante dois anos (At 28.30,31). Na situação de que trata o presente texto, Paulo se encontrava respondendo a processo judicial, e esperava o julgamento final. Esse juízo poderia demorar ainda algum tempo, como ocorreu na primeira detenção do apóstolo. Por isso, ele diz a Timóteo que volte depressa. E relata que sentiu a falta dos companheiros, naquela hora tão difícil em que se encontrava, dizendo “todos me desampararam”. Parece que Tíquico e Lucas, o “médico amado” não se encontravam na cidade, quando Paulo compareceu àquela audiência. Mas Paulo não era murmurador, nem guardou mágoa dos amigos ausentes. Pelo contrário, demonstrou que os perdoara, pedindo a Deus “Que isto lhes não seja imputado”.

2. Sentindo a Presença de Cristo

“Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão” (2 Tm 4.17). Na carta, Paulo declara que, não obstante ter sentido a falta dos irmãos e amigos, sentiu de perto a gloriosa presença de Deus. E acentua que Cristo, seu Senhor, lhe concedeu duas grandes bênçãos, naquela circunstância tão desconfortante. Primeiro, o assistiu. Ele não tinha advogado humano; respondeu sozinho as acusações injustas contra sua pessoa, fazendo sua própria defesa; mas o Senhor estava ao seu lado.
A segunda grande coisa que o Senhor proporcionou foi o fortalecimento do seu espírito, dando-lhe energia e ânimo para enfrentar não só o julgamento injusto, mas a própria morte, que se aproximava. Em terceiro lugar, Paulo diz que por ele fosse “cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem”, indicando que, de alguma forma, antes da sua morte, os gentios haveriam de ouvir a mensagem do evangelho. Há quem diga que ele se referia ao primeiro encarceramento, do qual fora liberto. E continuou a pregar o evangelho. Em seguida, ele diz: “e fiquei livre da boca do leão”. Há dificuldades de entendimento quanto a essa expressão.
Teria sido Paulo mais uma vez liberto da prisão, após o segundo julgamento? Teria sido ele inocentado e solto? Estudiosos das epístolas pastorais entendem que, em sua própria defesa, Paulo proclamou sua fé em Cristo, perante as autoridades e assistentes do júri. E que, dizendo que ficou “livre da boca do leão”, refere-se à sua libertação espiritual, de Nero, o imperador sanguinário, ou de Satanás, ainda que passando pelo “vale da sombra da morte” (SI 23.4). Tal entendimento se fortalece quando recordamos seu brado de vitória: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7).

3. Palavras e Saudações Finais

“E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém!” (2 Tm 4.18). Vencendo as lutas do combate da fé, acabando a carreira que lhe foi proposta e guardando sua fé em Cristo, Paulo sentia-se liberto para sempre de “toda má obra”, e sentia-se guardado “para o seu Reino celestial” (de Cristo), a quem dá “glória para todo o sempre, amém”.
Paulo, com o ânimo fortalecido pelo Senhor, encontra forças para mandar saudações a seis amigos (2 Tm 4.19,20); lembra-se de Erasto, que ficou em Corinto, e do amigo Trófimo, que ficou doente em Mileto. E pede que Timóteo procure chegar a Roma antes do inverno, naturalmente, levando a sua capa, que deixara na casa de Carpo (2 Tm 4.21). E, de modo elegante, envia saudação em nome de “Eubulo, e Pudente, e Lino, e Cláudia, e todos os irmãos” que saudavam Timóteo. Isso mostra o quanto ele estava tranquilo, aguardando a vontade de Deus sobre sua vida e o fim do seu ministério. E conclui, saudando seu jovem discípulo, dizendo: “O Senhor Jesus Cristo seja com o teu espírito. A graça seja convosco. Amém!” (2 Tm 4.22).

CONCLUSÃO


Os últimos trechos da segunda carta de Paulo a Timóteo demonstram que um servo de Deus que se pauta pela obediência ao Senhor, vivendo em santidade, e fazendo a vontade divina, não se desespera, mesmo ante a iminência do dia final. Noutra carta, Paulo diz: “Ora, o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte” (1 Co 15.26), referindo-se à vitória de Cristo sobre todos os poderes e forças contrárias à vida do crente fiel. Ele tinha consciência de que a morte física aniquilava apenas o corpo, mas seu espírito e sua alma (o homem interior — 2 Co 4.16) estavam guardados em Cristo Jesus.

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Dinâmica da Lição 10: O Líder Diante da Chegada da Morte (Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: O Líder Diante da Chegada da Morte.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “A morte para o verdadeiro cristão”.

Dinâmica : A morte para o verdadeiro cristão

Objetivo:
Refletir sobre a importância da morte para o cristão
Materiais didático:
Papeis recortados com várias frases escritas sobre o porquê precisamos morrer.
Sugestão de frases:
- Para poder ressuscitar como Cristo ressuscitou;
- Para termos um corpo transformado em corpo celestial, apropriado para o novo céu e a nova terra;
- Para termos um corpo poderoso, não sujeito às enfermidades, nem à fraqueza;
- Para recebermos um corpo se revestirá da imortalidade, ou seja, não sujeito à deterioração e à morte;
- Para que os crentes venham a ser tudo quanto DEUS pretendeu para o ser humano, quando o criou;
- Para que os crentes venham a conhecer a DEUS de modo completo, conforme Ele quer que eles o conheçam (Jo 17.3);
- A morte é o fim da peregrinação terrestre do cristão para uma vida melhor.

Você poderá criar outras frases dentro da realidade de sua classe.

Atividade didática:
Inicie a dinâmica dizendo que o tema da lição será sobre a morte. Em seguida, pergunte: Quem nesta sala já teve a tristeza de perder algum parente ou um amigo querido? Agora pergunte, como você sentiu?
– Fale que existem muitos problemas e tribulações que veem sobre o crente nesse "vale de lágrimas", mas nenhum deles é tão perturbante como a morte. A morte é algo que lança temor no mais forte coração, pois é o fim dessa vida terrena. Na morte o corpo se dissolve e volta ao pó, e com essa dissolução do corpo tudo o que pertence à nossa vida terrena é destruído. Além do mais, não há como escapar das garras da morte. Com a exceção daqueles que estarão vivos no retorno de Cristo, todos devem morrer. Deus diz: "… aos homens está ordenado morrerem uma vez …" (Hebreus 9:27). Isso é verdade do jovem, bem como do velho. Não sabemos o dia, nem a hora quando Deus nos dirá: "Esta noite te pedirão a tua alma" (Lucas 12:20). Qualquer um de nós pode morrer a qualquer momento. Mas afinal de contas por que precisamos morrer? Diga que a resposta eles vão encontrar no papelzinho que será distribuído. Agora distribua entre os alunos todos os papeis. Em seguida peça para que todos leiam silenciosamente. Depois solicite que cada aluno que recebeu o papel vá à frente e leia para a classe o seu papelzinho dizendo o que entendeu da frase lida. Reflita com os alunos sobre cada frase lida.
Encerre a dinâmica perguntando: O que você faria se descobrisse que iria morrer amanhã? Aguarde as respostas. A maioria das pessoas certamente responderão que querem ter um conserto com Deus ou estar mais perto das pessoas que ama. Encerre mostrando que não temos que esperar o dia da morte para fazer as coisas que devem ser feitas imediatamente.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!



Por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 10: A Ascensão Econômica (Jovens)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: A Ascensão Econômica.
– Introduzam a aula refletindo com a classe sobre a palavra Injustiça Social
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Justiça e injustiça Social”.

Dinâmica: Justiça e injustiça Social

Objetivo:
 Refletir sobre o papel da igreja diante das desigualdades sociais.
Materiais didático:
Giz
Bombons
Atividade didática:
– Utilize o giz para fazer um grande circulo onde caibam todos os alunos. Faça também dentro do circulo grande um circulo menor onde só possam caber uns três ou quatro alunos. Convide a todos a entrar no círculo maior, apenas no maior. Diga que o círculo grande neste momento representa a nossa nação, cujas leis afirmam que todo ser humano deve ser respeitado em sua dignidade, igualdade de direitos e oportunidades iguais para todos.
– Agora solicitem para que todos os alunos entrem no círculo menor. Com certeza não caberá! Peça para aqueles que estão dentro que ofereçam oportunidade de acesso para os demais.
Mas, é lógico, que por ser espaço pequeno não haverá a igualdade de acesso, permanecendo então a maioria no circulo maior.
Para os que entraram no círculo menor, distribua um bombom.
– Agora, perguntem para os dois grupos:
Como se sentiram diante deste exemplo de inclusão e exclusão social?
Agora, reflitam sobre este tipo de sociedade onde o que está no papel não é a realidade da vida de todos os brasileiros, pois a grande maioria sofre injustiça social, como por exemplo:
- As mulheres recebem salários menores que os homens,
- Os negros ganham menos que os brancos
- Jovens com baixa escolaridade e desempregados.
- A má distribuição dos recursos produzidos.
- Enquanto uma minoria da população tem acesso a todos os bens que desejam, sejam eles necessários para sua sobrevivência ou não, a outra parte da população mal tem condições para se alimentar decentemente.
- Parte de nossas riquezas está nas mãos de poucas pessoas/famílias/empresas, enquanto parte considerável da população não tem acesso a emprego, educação, saúde, moradia, etc.
- Enquanto uns estão jogando fora a comida que lhe sobra a fome e a miséria assola sem piedade em nosso país. É de se espantar o fato de que em uma sociedade civilizada ainda há pessoas morrendo de fome.

Fale que igreja precisa denunciar o pecado, a injustiça social e a corrupção, mas também precisa organizar atos de justiça à nossa sociedade. A Bíblia nos ensina que não somos salvos por obras, mas isto não quer dizer que a igreja não precisa praticar obras. Outras religiões e movimentos têm organizado diversos trabalhos de ajuda social, e a igreja, que é quem deveria fazer isso, muitas vezes fica fora desses trabalhos. Algumas sugestões: organizar orfanatos, asilos, casas para cuidar de aidéticos, distribuição de cestas básicas, de roupas, assessoria jurídica, médica, tirar mendigos e dependentes químicos da rua, creches, ajudar o governo a criar infraestrutura, plantar árvores, ajudar a melhorar o trânsito etc.
A igreja pode e deve fazer muito. Veja os problemas da sua comunidade, ore por uma solução, e faça algo de prático para transformar a situação.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Por Escriba Digital


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Dinâmica da Lição 10: Arrependimento (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Arrependimento.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilize uma das duas dinâmicas sugeridas: “O Pecado e o Arrependimento” ou “O Peso da culpa e a liberdade pelo arrependimento”.

Dinâmica: O Pecado e o Arrependimento

Referência Bíblica: Atos 3:19-20
Objetivo:
Levar os alunos perceberem o seu pecado e se arrependerem
Materiais didático:
Caneta ou lápis
Papel com uma tabela ( Sugerida logo abaixo)
Atividade didática:
Entregue um papel com uma tabela dando as seguintes descrições:

Ação ou Sentimento
Estado que ficou
Sentimento atual
















Na primeira coluna peça para os alunos colocarem 5 atitudes ou sentimentos ruins que fizeram parte de suas vidas na última semana (atitude que não agradou a Deus, momento de raiva, de tristeza). Na segunda coluna peça para escreverem em que estado ficaram diante dessa atitude ou sentimento (calmo, irritado, triste, abatido) e na terceira coluna peça para escrever como se sente neste exato momento, depois do fato acontecido (arrependido, feliz, triste). Avise que ninguém vai ter que expor aquilo que escrever, por isso é importante que todos se sintam a vontade para expressar tudo que quiser no papel.
Depois que todos terminarem faça-os a pensar no que fizeram, explique que não importa o pecado que cometamos, Deus está sempre pronto para nos perdoar. O Senhor quer recolher todos os seus filhos em seus braços e leva-los até a glória dEle (Em seguida leia com eles Provérbios 28.13; Atos 3.19; 1 João 1.9).
Agora diga que arrependimento é mudança em todas as maneiras e em todos os níveis. Arrependimento é mudar no lugar em que é mais necessário. Arrependimento é mudar o interior da pessoa – a maneira como penso, como vejo, como sinto, como ajo. Arrependimento não leva à mudança; arrependimento é mudança. Arrependimento é reconhecer o pecado pelo que é, seguido por uma tristeza do coração e culminando em uma mudança de comportamento. Não penso mais sobre o pecado da mesma forma.
A Bíblia diz que arrependimento é um ato realizado em Deus, você não consegue ver a verdade por si mesmo. Se você ou alguém que você ama é prisioneiro do pecado, fica impossível para vocês enxergá-lo. Quando o filho pródigo estava naquele chiqueiro e voltou à razão, foi porque Deus o havia tocado. De repente, ele olhou em volta de si e pensou: “O que estou fazendo aqui?”. Portanto, em primeiro lugar, ele teve uma mudança de mente. Depois teve uma mudança de coração. Ele teve este sentimento: “Não sou mais digno de ser chamado filho. Mereço ser escravo”. Passou a pensar de modo diferente sobre si mesmo. Antes ele estava inchado, mas depois voltou à razão e caiu em si. Ele teve uma mudança de mente e uma mudança de coração, mas ainda faltava uma outra parte do arrependimento. Quando alguém realmente está se arrependendo, a vontade começa a unir-se à mente e a formar um plano. “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai e lhe direi…” Quando a pessoa está verdadeiramente arrependida, não precisa dizer-lhe o que fazer. Ela descobre por si mesma quando Deus faz a obra em seu coração. Arrependimento é mente, é emoção, é vontade, é ação.
Convide agora os seus alunos para uma oração sincera de arrependimento. Peça para eles apresentarem este rascunho que escreveu a Deus, pedindo perdão um por um e que o Senhor os ajude a nunca mais cometê-los.

Dinâmica: O Peso da culpa e a liberdade pelo arrependimento

Objetivo:
Evidenciar as consequências do pecado e a liberdade divina através do arrependimento.
Material Didático:
01 objeto pesado ou uma fruta grande (Ex: melancia, jaca).
Atividade Didática:
- Inicie a dinâmica falando sobre o pecado e suas consequências, e do fardo que o ser humano carrega quando peca e não se arrepende.
- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.
- Entreguem o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências.
- Depois de um determinado tempo, pergunte para o aluno: Você não acha que enquanto mais tempo você ficar com esse peso mais vai lhe incomodar? Certamente o aluno responderá que sim. Agora fale para a classe: Nenhum de vocês precisa carregar em suas vidas um peso como esse quando tem a opção de estar livre dele. Neste momento peça o objeto ou a fruta e pergunte ao aluno: Está se sentindo melhor sem o peso?
- Fale que a culpa do pecado é sem dúvida um peso insuportável para o culpado, no entanto é importante entendermos, que todo ser humano está sujeito a pecar, e um dos resultados do pecado é a culpa. Podemos ser agradecidos por sentimentos de culpa porque eles nos levam ao arrependimento. No momento em que uma pessoa se vira contra o pecado em direção a Jesus Cristo, seu pecado é perdoado através da confissão. Não existe confissão verdadeira sem arrependimento verdadeiro. Arrependimento é o reconhecimento da culpa, é despojar-me do peso da culpa e crer na obra propiciatória de Cristo. O senso de culpa que nos leva a Deus nos revela, assim, o seu amor e o seu perdão. A confissão, fruto de sincero arrependimento, traz-nos o perdão de Deus; este, por sua vez, vence a culpa e nos traz o alivio e a paz!  “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm. 5.1).

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

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Esta versão da dinâmica por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 10: Igreja e Sociedade (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Igreja e Sociedade.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Eu faço parte do corpo”.

Dinâmica: Eu faço parte do corpo

Objetivos:
Enfatizar a importância de fazer parte da igreja.
Destacar a valorização de cada membro como parte do corpo de Cristo.
Materiais didático:
3 imagens de um corpo humano (podem ser iguais)
Texto: A igreja é um corpo
Atividade didática:
- Recorte as figuras de corpo humano dividindo-a em varias partes (cabeça, mãos, braços, pés, pernas etc). Caso queira deixar as figuras um pouco mais duras cole as mesmas em um papel mais grosso e depois recorte. Retire de cada figura um membro do corpo e guarde, em seguida coloque cada uma das figuras recortadas em uma pequena sacola.
- Divida a classe em três grupos. Divida com os grupos as sacolas com as imagens recortadas faltando uma parte do corpo. É importante que a princípio eles não saibam de nada. Em seguida solicite a cada grupo que montem as figuras humanas o mais rápido que puder. Deixe que eles percebam que está faltando em cada figura humana uma parte do corpo para que ela fique completa. Quando começar as reclamações pergunte: Há necessidade mesmo dessa parte ou dá para formar o corpo completo sem ela? É hora de você entregar a cada grupo a parte do corpo que falta para que o corpo fique completo. Em seguida convide a todos a ler 1 Coríntios 12.12-27. Conclua a dinâmica entregando a todos os alunos uma cópia do texto: A igreja é um corpo. Encerre a dinâmica lendo o texto com os alunos a refletindo sobre o texto lido.

Texto: A igreja é um corpo
A igreja é comparada a várias figuras, porém, a figura predileta de Paulo para descrever a igreja é o corpo. Por que Paulo tem predileção por essa figura? Porque ela é uma das mais completas para descrever a igreja.
Os membros do corpo são belos quando distribuídos com proporcionalidade. Um nariz que se desenvolve além do normal deforma o rosto. O olho é um órgão lindo e nobre. Ele é o farol do corpo humano. Contudo, já imaginou se você encontrasse um olho de 75 quilos na rua? Você sairia correndo, pois esse olho gigante mais se assemelharia a um monstro. A beleza do corpo está na sua diversidade e na sua proporcionalidade.
Outra coisa também importante no corpo é que ele precisa das diversas funções dos membros para sobreviver. Um membro serve ao outro e todos trabalham em harmonia para o benefício e edificação do corpo. Imagine que você esteja com fome caminhando pela estrada e vê um pé de manga cheio de mangas maduras, mangas vermelhas, mangas bonitas, mangas cheirosas. O seu olho vê a manga. No entanto, não basta o olho ver. Você tem de usar a mão para pegar. Você tem de usar a boca e os dentes para morder e mastigar. Você tem de usar a língua para movimentar. Você tem de usar o esôfago para engolir. Você tem de usar o estômago para triturar. Você tem de usar o fígado para jogar a bílis ali. Você precisa de toda uma máquina funcionando para que aquela manga possa nutrir você e atender à sua necessidade. Assim, também, é a igreja. Ela é um corpo e nós precisamos ajudar uns aos outros.
Se eu cortasse o meu braço e o colocasse numa cadeira ao lado, ele seria meu braço ainda. Só que não valeria nada para o corpo. Esse braço só tem valor se tiver ligado ao corpo. Fora do corpo ele não tem valor. E inútil. Se eu cortasse minha mão e a colocasse numa cadeira, no outro lado da sala, ela ainda seria minha mão, mas não teria mais utilidade porque estaria separada dos outros membros do corpo. Da mesma maneira, o apóstolo Paulo está dizendo, que somos uma unidade. O membro tem valor na medida em que está inserido no corpo e na proporção em que ele trabalha para o bem comum do corpo.
Deus colocou você no corpo como Lhe aprouve. Exerça a função que Deus lhe deu no corpo. Ficar ressentido por não ter este ou aquele dom espiritual é imaturidade. Devemos exercer nosso papel no corpo com alegria, zelo e fidelidade. Você é único. Você é singular no corpo.
Vamos imaginar que você esteja doente, com a garganta inflamada. Você precisa tomar antibiótico. O braço que não tem nada a ver com essa inflamação se oferece para tomar a agulhada. Isso significa que um membro está sofrendo pelo outro em benefício de todo o corpo.
Não estamos num campeonato dentro da igreja disputando quem é o mais talentoso, o mais dotado, o mais espiritual. Somos uma família. Somos um corpo. Devemos celebrar as vitórias uns dos outros e chorar as tristezas uns dos outros. Não somos auto-suficientes; dependemos uns dos outros. É assim que a Igreja de Cristo funciona!



Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


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Dinâmica da Lição 10: O Perdão Aproxima-nos de Deus (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: O Perdão nos Aproxima de Deus.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Enchendo meu copo”.

Dinâmica: Enchendo meu copo

Objetivo:
Refletir sobre a importância e a eficácia do perdão, tanto na vertical como na horizontal.
Material didático:
Um copo com água
Uma bacia tamanho médio
Um vasilhame cheio de água (que pegue em média dois litros de água)
Um pouco de suco em pó
Um pouco de café em pó
Atividade didática:
Apresente o copo com água limpa e diga que ele representa o ser humano criado por Deus: Limpo sem nenhuma mancha ou sujeira. Mas diga que a medida que vamos crescendo e nos envolvendo com este mundo vamos perdendo nossa pureza espiritual pois vamos deixando o espaço do copo com água ser ocupado também com sujeiras (coloque um pouco de suco em pó e depois de café) pois vamos abrindo espaço para o pecado, brigas, amarguras, intrigas, falta de perdão etc. Agora pergunte: E agora o que fazer quando perdemos nossa pureza? Diga: Existe solução. Vá derramando a água do vasilhame grande dentro do copo até a água do vasilhame acabar. A medida que você for derramando a água no copo, sua água voltará a ficar limpa. No momento em que for enchendo o copo diga: Precisamos permitir que Deus encha a cada dia a nossa vida, Cada vez que o Senhor vai nos enchendo a sujeira do pecado, amarguras, ressentimentos, intrigas, angústias, mágoas, falta de perdão, etc.  O copo enchendo represente o cristão recebendo o perdão de Deus e ao mesmo tempo recebendo a capacitação divina para perdoar aquele que nos ofendeu e nos magoou. Explique que assim como as pessoas nos ofendem nós também alumas vezes ofendemos as pessoas, por isso precisamos nos perdoar mutualmente.
Ofereça o seu perdão as pessoas da mesma forma como Deus ofereceu o seu perdão a você. Col. 3.13 diz: suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.
Encerre a dinâmica ministrando uma oração aos seus alunos sobre perdão.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!



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Dinâmica da Lição 10: Relacionando-se com a sociedade (Discipulando 3º Ciclo)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Relacionando-se com a sociedade.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Durante a aula veja qual o melhor momento para aplicar as dinâmicas “Eu sou Sal e Eu sou Luz ou Luz no mundo


Dinâmica: Eu sou Sal

Objetivo:
Promover reflexão sobre o caráter do cristão como “sal da terra”.
Material Didático:
03 copos transparentes com água
02 saquinhos com sal
01 colher de chá
sal
Atividade Didática:
- Expliquem que o sal representa o caráter cristão e o copo com água está representando o mundo.
- coloque 03 copos com água sobre uma mesa.
- Coloque:
01 saquinho de sal dentro do primeiro copo – sem retirar a embalagem(situação 01);
01 saquinho de sal ao lado do segundo copo( situação 02);
01 colher de sal dentro do terceiro copo e misture( situação 03).
- Questione: Qual situação melhor representa o caráter do cristão autêntico no mundo?
- Reflita com seus alunos sobre cada uma das situações
Para as situações 01 explique que o sal, apesar de estar dentro da água, não pôde fazer ser efeito, pois estava isolado da água pelo saquinho. Representa o cristão que apesar de estar no mundo não consegue influenciar o mundo com o seu caráter, pois existe algo que atrapalha.
Para as situações 02 explique que o sal não pôde fazer ser efeito, pois estava separado da água. Representa o cristão que se separa do mundo de forma bastante radical, sem querer nenhum contato com ele, nem mesmo para influenciá-lo através do seu caráter.
Para as situações 03 explique que o sal dentro da água representa o cristão que está no mundo e consegue mudar o estado do mundo com o seu caráter. Diga que água mudou em seu estado original pois ela agora mudou de sabor por causa da influência do sal.

Palavra de Reflexão:
Cristo disse: “Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens” (Mt 5.13). O que Jesus fez antes de tudo, foi mostrar-lhes que antes mesmo que eles saíssem para pregar teriam de demonstrar bom caráter e também, boas obras com palavras e ações dando a todos testemunhos de que seriam pessoas diferentes
1. A função do sal (v.13)
No mundo antigo, o sal era algo de muito valor. O sal tem, pelo menos, três características:
a. Sal é tempero que dá sabor à comida – essa é a característica mais conhecida. Já pensou comida sem sal? É tão insípida, como o próprio Jó reconheceu ( Jó 6.6)! A influência do crente no mundo deve ser como o sal para a comida – a presença do crente dá um novo sabor ao ambiente no escritório, na faculdade, na fábrica, etc. Será que a nossa presença tem essa influência positiva? Infelizmente, muitas pessoas consideram que o crente tira o sabor da vida.
b. Sal é preservador – evita a putrefação – no mundo antigo o sal era o preservador mais comum. Antes da invenção da geladeira, o sal era usado para preservar a carne e o peixe do apodrecimento. Até hoje é usado na tão conhecida carne-de-sol do Nordeste. Assim, se o crente vai ser “o sal da terra”, deve ter uma influência antisséptica no mundo. A presença do crente deve evitar o progresso do mal, derrotando a podridão ao seu redor.
Jamais devemos deixar de darmos sabor, se isso vier a acontecer, a podridão deste mundo nos atingirá e nos fará apodrecer espiritualmente. Perderemos o sentido verdadeiro de servos de Deus, e passaremos a servir este mundo tenebroso.
c. Sal é ligado à pureza – não há dúvida que sua brancura brilhante fez essa ligação fácil. Os romanos diziam que o sal era a coisa mais pura de todas as coisas, porque veio das coisas mais puras, o sol e o mar. Se o crente vai ser “o sal da terra”, tem de ser um exemplo de pureza. Uma das características da sociedade em que vivemos é o rebaixamento dos padrões de pureza. Não há mais restrições na área moral – sexo antes de casamento é normal, e infidelidade no casamento é comum. Os filmes com cenas de sexo explícito na TV e no cinema, as piadas sujas na fábrica e no escritório são áreas nas quais o crente tem de demonstrar sua pureza. Quando o crente está presente, os colegas param de contar as piadas duvidosas, a TV é desligada. Em outras palavras, o crente deve ser mais corajoso na condenação do mal. “Às vezes, os padrões de uma comunidade afrouxam-se por falta de um explícito protesto cristão”

Fontes: https://www.youtube.com/watch?v=WhBk_03QE78
             http://ultimato.com.br/

Adaptada por Escriba Digital.


Dinâmica: Eu sou Luz

Objetivo:

Mostrar que o cristão precisa dar um bom testemunho de vida na sociedade em que está inserido.
Material Didático:
- 1 vela (de uns 5 cm de preferência);
- 1 copo (de vidro);
- Um prato (ou uma tigela);
- Uns 2 a 3 dedos de água com anilina vermelha (dissolvida na água);
- Fósforo
- A Bíblia na leitura aberta em : Mateus 5. 13-16.
Atividade Didática:
No centro do prato coloque a vela acesa, diga que a vela simboliza nós e que cada um de nós temos a nossa luz a luz de Cristo em nossa vida. Ainda no prato despeje 1 à 2 dedinhos de água com anilina vermelha, e diga que essa água simboliza o mal que esta em todo o momento nos cercando.
 - Vejam que mesmo com todo esse mal ao nosso redor ele não consegue apagar a nossa luz, pois a nossa luz está acima dele. Assim deve ser a nossa vida cristã.
 Logo após essa explicação, coloque o copo sobre a vela e peça que observem.
- O que aconteceu com a vela?" (Ela vai apagar).
 - E a água que estava ao seu redor o que houve?" (Ela terá entrado para dentro do copo).
Explicação:
As pessoas que não dão um bom testemunho de vida são comparadas como lâmpadas desligadas, sem energia, estão apagadas não tem luz e lâmpada apagada é inútil, pois não desempenham o seu papel, por este motivo Jesus observa os que estão nele são luz e brilham no mundo, são úteis, abençoam, convencem, tem poder e o brilho e a energia que vem do Espírito Santo de Deus. Jesus disse: “vós sois a luz do mundo”; nossa responsabilidade é muito grande, luz se destaca é vista ao longe e não tem como se esconder.


Fontes: https://www.youtube.com/watch?v=WhBk_03QE78
             http://ultimato.com.br/

Adaptada por Escriba Digital.


Dinâmica: Luz no mundo
Objetivo:
Refletir sobre o testemunho cristão na sociedade.
Material didático:
Uma caixa de fósforos.
Atividade didática:
Solicite aos alunos que formem um círculo em sala. Você deve ficar no centro da sala onde os participantes serão escolhidos conforme a sequência alfabética de seus nomes.
O primeiro se apresenta no centro do círculo e você entrega a ele uma caixa de fósforos. Ele terá que acender o palito e falar tudo o que sabe sobre Deus, Sobre Jesus, Sobre o Espirito Santo, salvação, santificação etc. (Importante: ter cuidado para não se queimar).
Enquanto durar a chama, o aluno deverá falar tudo que sabe sobre a Bíblia para os colegas. Quando o palito apagar terá que parar de falar. Diga que a luz representa o nosso testemunho cristão, tanto através de palavras como principalmente com a nossa vida. Complemente ainda dizendo que a luz apagada representa a ausência de um bom testemunho cristão. Explique uma lâmpada só comunica luz quando é conectada e ligada à corrente elétrica, de modo que esta corrente gerada na central elétrica lhe transmita a energia. Assim também no tocante aos seguidores de Cristo, quando permanecem em vivo contato com a luz original que é Cristo, para que sejam luz para os outros.
Explique que é isso que acontece na vida cristã, o cristão só tem autoridade para testemunhar do Evangelho enquanto estiver conectado com cristo e a sua luz estiver acesa.
Encerre a dinâmica lendo com os alunos Efésios 5.8:  “Porque noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”.


Por Escriba Digital




Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


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