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domingo, 17 de agosto de 2014

4º Trimestre 2014 - Integridade Moral e Espiritual- O legado do livro de Daniel

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PRÓXIMA REVISTA LIÇÕES BÍBLICAS CPAD - 4º TRIMESTRE DE 2014.


A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL: O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE.


                      COMENTÁRIO: ELIENAI CABRAL

Lição 1 Daniel, Nosso "Contemporâneo"

Lição 2 A Firmeza do Caráter Moral e Espiritual de Daniel

Lição 3 O Deus que Intervém na História

Lição 4 A Providência Divina na Fidelidade Humana

Lição 5 Deus Abomina a Soberba

Lição 6 A Queda do Império Babilônico

Lição 7 Integridade em Tempos de Crise

Lição 8 Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias

Lição 9 O Prenúncio do Tempo do Fim

Lição 10 As Setenta Semanas

Lição 11 O Homem Vestido de Linho

Lição 12 Um Tipo do Futuro Anticristo

Lição 13 O Tempo da Profecia de Daniel

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O cuidado com a língua - Lição 8

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Após estabelecer no capítulo 2, ao tratar sobre a relação entre fé e obras, as bases teológicas de suas recomendações éticas, Tiago passa agora, a partir do capítulo 3, para os assuntos de natureza mais prática, que faziam parte do dia a dia dos seus leitores. Como frisa o pastor e teólogo norte-americano Timothy B. Cargal, as mudanças de comportamento tratadas por Tiago a partir desse capítulo em diante “são urgentes, pois, em um futuro não muito distante (Tg 5.9), os crentes deverão ser julgados pelo único ‘Legislador e Juiz’ (Tg 4.12), e alguns serão julgados com maior severidade que outros (Tg 3.1)”, de maneira que “a certeza desse iminente julgamento perante Deus traz consigo muitas responsabilidades não só para cada um deles como para com seus semelhantes”.
O objetivo de Tiago nessa segunda parte de sua epístola, permeada de exemplos práticos, é que seus leitores examinem a si mesmos para assegurarem que escaparão do julgamento vindouro. E para isso, o apóstolo, antes de adentrar o primeiro tema prático sobre o poder da língua e os cuidados que o cristão deve ter com ela —, focaliza o primeiro obstáculo ao autoexame: a tendência, fruto da nossa natureza pecaminosa, de nos colocarmos sempre acima das outras pessoas.

Não somos superiores a nossos irmãos em Cristo e a humildade deve caracterizar os mestres na Igreja

O apóstolo Tiago abre o capítulo 3 alertando seus leitores para o perigo de alguns deles se acharem superiores aos demais devido à sua posição de mestres na Igreja. Tiago chega mesmo a dizer que seus leitores deveriam ter muito cuidado ao desejarem ser mestres: “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (v.l). Apesar de parecer aqui que Tiago está chegando ao ponto de desestimular os seus leitores a se tornarem mestres, como se ser mestre fosse algo mau, negativo, na verdade ele está, num recurso de retórica, apenas chamando a atenção de seus leitores para a imensa responsabilidade que há em ser um mestre na Igreja. Aliás, a Epístola de Tiago é um dos textos do Novo Testamento que mais usam o recurso da retórica na exposição de seus assuntos e argumentos.

Ao referir-se a “mestres”, o apóstolo tem em mente exatamente todos aqueles crentes que exercem a atividade de ensino na Igreja. Trazendo para os dias de hoje, aqui estão incluídos os pastores, pregadores da Palavra de Deus, professores de Escola Dominical, obreiros em geral, dirigentes de igreja, missionários ou qualquer irmão em Cristo que exerça, reconhecidamente, um ministério de ensino entre o povo de Deus. Ora, uma vez que só pode dar quem tem para dar, isto é, só pode ensinar quem tem realmente recebido e aprendido o bastante para poder ensinar, e uma vez também que Jesus afirmou que “a quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido” (Lc 12.48), é óbvio que ninguém tem uma responsabilidade maior do que aqueles que ensinam a Palavra de Deus. Trata-se de uma atividade extremamente honrosa e para a qual existe uma promessa extraordinária de Deus: “...os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn 12.3); entretanto, por outro lado, como toda bênção, toda dádiva, todo dom — e o ensinar é um dom (Rm 12.6,7; Ef 4.8,11,12) — traz consigo uma responsabilidade, e essa responsabilidade é ainda maior no caso do dom do ensino, então o juízo será mais severo para os mestres. E o que assevera Tiago, inclusive incluindo-se entre os mestres, entre aqueles que passarão por esse julgamento diante de Deus: “...receberemos mais duro juízo” (Tg 3.1).

Na sequência, Tiago ressalta que os mestres também são passíveis de erros. Ele se coloca, juntamente com todos os demais mestres, no mesmo nível de falibilidade dos demais irmãos que não são mestres. Ou seja, tanto o cristão que é um mestre na Igreja como aquele crente mais simples da congregação não são moralmente perfeitos — ambos precisam da graça de Deus: “Porque todos tropeçamos em muitas coisas...” (Tg 3.2). Como ressalta Cargal à luz dessa passagem, “os professores ou mestres não são possuidores de uma posição superior ou de uma perfeição moral dentro da Igreja, pois estes também tropeçam”.
Um detalhe importante ainda nessa passagem, como destaca também Cargal, é que ela deixa claro que “o ofício de ensinar era altamente considerado nos primórdios da Igreja, e a pretensão de muitos’ da congregação de se tornarem mestres, aos quais Tiago está se dirigindo”, é uma das causas de sua “preocupação com a ambição pelo poder e pela posição (Tg 1.9,12; 2.1-4)”.

O poder da língua

Usando como gancho o fato de que mesmo os mestres são passíveis de erro, Tiago insere o tema da língua, ao falar do “tropeço na palavra”, isto é, o tropeço na fala: “Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo” (Tg 3.2b).
Para realçar diante de seus leitores o poder da língua, o apóstolo usa duas metáforas: a do freio na boca dos cavalos e a do leme do navio (Tg 3.3,4). As duas ilustrações evidenciam como esses dois objetos menores, essas pequenas partes de um todo, têm o poder de influenciar completamente o todo, de direcionar e dirigir todo o conjunto — o freio dirige as ações dos cavalos e o leme conduz o imenso navio na direção que o capitão deseja. Apesar de alguns comentaristas verem nessas metáforas ilustrações para o importante papel de influência que os mestres teriam na igreja, entendendo que Tiago se refere aqui à “língua” dos mestres como controlando todo o “corpo” da Igreja, na verdade uma leitura atenta dessa passagem mostra que o assunto aqui já é outro. Os mestres já não estão no foco. O fato de também tropeçarem na fala como qualquer outra pessoa (Tg 3.2b) é que foi usado como gancho para o assunto “língua” — ou poder da língua. Ou seja, Tiago já não está se dirigindo à questão dos mestres, mas a um problema que todos os crentes enfrentam individualmente: a necessidade de controlarem suas línguas, de serem bons mordomos do que falam.
O apóstolo lembra que a língua “é um fogo”. A forte imagem que ele apresenta nos versículos 5 e 6, ao comparar a língua como um pequeno fogo que incendeia um bosque, objetiva justamente enfatizar os resultados trágicos de uma língua fora de controle. Ela é extremamente destrutiva, destruidora. Nesse caso, é uma língua que não tem freio, que não é controlada pela pessoa. Nessas condições, ela passa a ser um instrumento do “inferno” (v. 6).

A língua só pode ser domada pela ação do Espírito Santo no coração

O apóstolo Tiago afirma que embora os animais mais bravos possam ser amansados pelo homem, a sua própria língua não pode ser domada por ele (Tg 3.7,8). Ele assevera claramente que a língua “é um mal que não se pode refrear, está cheia de peçonha mortal” (Tg 3.8b). Ou seja, não adianta tentarmos, por nossas próprias forças, domarmos a nossa língua. Então, como fazê-lo? A Palavra de Deus é clara: somente pela ação do Espírito Santo.
Tiago está falando aqui da língua como um fogo que tem o poder de colocar em chamas, no sentido de destruição, todo o curso da existência de uma pessoa — “...inflama o curso da natureza...” (Tg 3.6b) —, porém a Bíblia fala de um fogo santo, advindo do Espírito Santo, que incendeia positivamente nossa fala (Lc 3.16; At 2.2,3; 1 Ts 5.19), purificando-a, santificando-a, restaurando-a e tornando-a canal de bênção. Aliás, o próprio Tiago afirma que da língua pode proceder tanto a bênção quanto a maldição (no sentido de falar o bem e bendizer, e de falar o mal e maldizer), e adverte seus leitores a não viverem nessa inconstância, mas a terem suas línguas apenas como canais de bênção (Tg 3.9,10). Ora, somente o Espírito Santo pode fazer isso, porque Ele vai até o centro do problema: o coração humano.
Lembremos que “língua” é uma expressão que se refere à linguagem, à fala, uma vez que a língua é apenas um veículo que expressa uma realidade interior, uma realidade que se encontra na mente, no coração do ser humano. O que determina se a língua será canal do mal ou do bem é o estado do coração da pessoa. Disse Jesus: “Do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mt 12.34). Logo, o que Tiago está dizendo aqui é que tudo é uma questão de ter a nossa vontade, o nosso coração, controlados por Deus. Se é a vontade que põe freio na língua, e nossa vontade é continuamente má por causa do pecado, não poderemos frear a língua, a não ser que Deus reine em nossa coração, a não ser que permitamos que o Espírito Santo nos guie, reine sobre nossa vontade, nos governe (Rm 8.5-11). Isso ocorre quando buscamos a presença de Deus e somos, assim, cheios do Espírito; então, o fruto do Espírito em nós gerado produz temperança, autocontrole (Ef 5.18-21; G1 5.16,22), e domamos nossa língua.

Ora bendizendo, ora amaldiçoando — uma contradição moral e desnatural

Outro detalhe é que quando Tiago fala que com a língua “bendizemos a Deus” (v. 9), provavelmente ele tinha em mente também o fato de que os cristãos de sua época cultivavam o costume dos judeus daqueles dias — igualmente comum entre alguns judeus ortodoxos de hoje — de sempre acrescentar a expressão “Bendito seja Ele!” ao final de toda menção que faziam ao nome de Deus em uma fala. Ora, como os crentes da Igreja Primitiva nessa época eram todos judeus, e estes eram o público alvo da Epístola de Tiago, “essa era uma expressão apropriada de reverência para cada cristão primitivo”.
Como salienta A. F. Harper, a contradição moral de muitos dos cristãos judeus dos dias de Tiago em relação à língua consistia no fato de que, “esquecendo o segundo grande mandamento de nosso Senhor (Mt 22.36-29), e provocados pela ira, eles estavam amaldiçoando os seus irmãos, que foram feitos à imagem e semelhança de Deus, isto é, feitos à imagem de Deus (cf. Gn 1.26,27). O Novo Testamento ensina que mesmo uma maldição murmurada ou qualquer disposição irada contra o próximo é uma contradição à nossa fé cristã (cf. Mt 5.22). Não convém que isso se faça assim (Tg 3.10) entre os cristãos, porque essas atitudes e atos são contrários a Deus”.5 E Harper continua, explorando o significado das ilustrações que Tiago usa para realçar essa contradição moral na língua, e que ressaltam que essa contradição moral é, na verdade, sobretudo e intrinsecamente, uma contradição desnaturai:
Essa contradição na conduta é tão desnaturai quanto imoral. A palavra ‘Porventura’ (v. 11 — meti) espera um claro ‘Não’ como resposta. O sentido é: ‘Você certamente não espera isso, espera?’. Ninguém que visita fontes salgadas, como podem ser encontradas próximo ao Mar Morto, esperaria encontrar água salgada e água doce saindo da mesma fonte. E se isso ocorresse, a água salgada estragaria a doce; a má estragaria a boa. O pomar e a vinha ensinam a mesma verdade. ‘Conhece-se o fruto pela árvore’. Jesus lembrou aos seus ouvintes que não se colhem ‘uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos’ (Mt 7.16). Tiago faz eco a essa verdade quando pergunta: ‘Pode também a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos?’ (Tg 3.12)”.6
Ou seja, a língua indomada, inconstante e dobre é uma contradição moral e desnaturai. Pense nisso: todas as vezes que você permite que sua velha natureza, isto é, sua natureza pecaminosa, domine por alguns momentos a sua língua, então você está cometendo um ato contra Deus, mas também contra a nova condição que você ganhou em Cristo, contra a nova natureza que foi gerada em você pelo Espírito Santo através da exposição da Palavra de Deus (Tg 1.18). Se você é uma nova pessoa em Cristo, então o que você fala deve estar em sintonia com sua nova maneira de viver, com sua nova natureza em Cristo. Afinal, “se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã” (Tg 1.26).

Pronto para ouvir e tardio para falar

Para que saiamos da inconstância, para que não sejamos alternadamente fontes do bendizer e do maldizer, fontes de água doce e de águas amargas, produtores ora de bons frutos, ora de maus frutos pela nossa fala (Tg 3.11,12), devemos permitir que o Santo Espírito de Deus reine em nossos corações. Dessa forma, e tão somente dessa forma, conseguiremos cumprir a bela, sábia e perfeita recomendação do apóstolo Tiago sobre a fala, pronunciada ainda no início de sua epístola: “Mas todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tg 1.19).
Na vida cristã, não deve haver tagarelice e falas impensadas. O cristão deve saber ouvir, ele deve estar sempre pronto para ouvir as pessoas. Além disso, o cristão também não deve ser “pavio curto”, irritadiço, impaciente, intemperante. Ele deve ser longânimo, uma qualidade do fruto do Espírito em sua vida (G1 5.22). Ademais, diz ainda a Palavra de Deus: “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Ef 4.26). Ou seja, devemos evitar o máximo possível a irritação e, quando ela chegar, ela deve passar rápido. “Não se ponha o sol sobre a vossa ira” significa que, no mesmo dia, essa irritação deve passar.
Tudo isso só é possível, repito, na vida daquele que foi gerado pela Palavra da Verdade (Tg 1.18), isto é, na vida daquele que teve gerada em si uma nova natureza em Cristo e que busca todos os dias fortalecer-se em Deus, alimentar sua nova natureza, enchendo-se do Espírito Santo.


Bibliografia

ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (editores), Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
Comentário Bíblico Beacon — Hebreus a Apocalipse, vários autores. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.


                                                          Silas Daniel

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Lição 8: O Cuidado com a Língua

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TEXTO ÁUREO
"Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo" (Tg 3.2).

VERDADE PRÁTICA
A nossa língua pode destruir vidas, portanto, sejamos cuidadosos com o que falamos.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tiago 3.1-12

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave:
Língua: Nome de um dos membros do corpo situado na boca e de grande utilidade, auxiliar da mastigação, deglutição e participação na formação dos fonemas da fala; órgão responsável pela articulação dos sons.

Sabemos que a língua, referida aqui no texto, se relaciona a fala e é a maior porta de saída que temos do nosso homem interior. Os nossos sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato) é que passam toda a informação do mundo exterior. Somos “uma casa” com “portas ou janelas” (que são os sentidos) e a maior delas é a língua, pois por ela sai muita coisa louvável e também muita coisa ruim que pode danificar a vida. É através da língua que a alma é atingida e muitas vezes de modo incurável. Se temos esse membro em nós, e precisamos dele para viver, o assunto nos interessa, mesmo sendo “amargo”. A Bíblia nos diz que precisamos aprender a possuir o nosso corpo, o nosso espírito e a nossa alma; a língua, um membro do corpo, na sua atividade da fala, influencia diretamente a alma e pode afetar o espírito. Será que sabemos usar bem a nossa língua? Tiago orienta os irmãos da igreja acerca de suas palavras para ajudá-los a compreender e aplicar a vontade de Deus nesta área de suas vidas.

I. A SERIEDADE DOS MESTRES (Tg 3.1,2)
1. O rigor com os mestres. Na igreja primitiva, a responsabilidade do ensino era do mestre altamente respeitado e horado. Assim, alguns foram tentados para se tornarem mestre pelo desejo de se destacarem, para brilhar entre os outros irmãos. Por um lado, havia a possibilidade de que um mestre viesse a danificar o ensinamento com o seu ensino enquanto ministrava a Palavra. Eles poderiam levar a pessoa à destruição, ensinando uma falsa doutrina (2 Ts. 2:10-12). Portanto, seu intuito era advertir aqueles que estavam desejosos de ensinar na igreja e mostrar para alguns que já estavam ministrando o grande rigor divino para com eles.
É importante entender que Tiago não está desencorajando os irmãos  a se tronarem mestres. O Novo Testamento incentiva as pessoas a tomarem-se mestres das boas-novas. Jesus ordena, por exemplo, que façamos discípulos de todas as nações e os ensinemos (Mt 28.19,20),  e o  escritor de Hebreus repreende seus leitores  por não  haverem se tomado mestres depois de um período de treinamento (5.12).Não apenas os judeus do tempo de Jesus (Mt 23.7), mas também a igreja primitiva, davam grande proeminência ao ofício do ensino. Um mestre tinha autoridade e influência, e muitas pessoas procuravam obter essa posição. Tiago adverte seus leitores a não desempenharem o papel de mestre, a menos que estejam plenamente qualificados. Ele se inclui na discussão e chama a atenção para o resultado que acabara vindo: “Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus” (Mt 5.19; ver  18.6). Portanto, ensinar é uma grande responsabilidade com consequências duradouras, pois, no dia do julgamento, Deus pronunciará o veredito (Rm 14.10-12).
2. A seriedade com os mestres na igreja (v.1). Tiago diz que se você quer ser um mestre precisa tomar um grande cuidado. Não que seja ilegítimo aspirar à liderança, sobretudo se Deus lhe deu essa capacidade. Mas saiba de uma coisa, o mestre terá um juízo maior. Quanto mais conhecimento e experiência você tem, mais responsável você se torna diante de Deus e dos homens. O critério do juízo vai ser mais rigoroso. O mestre professa conhecer, em elevado grau, a vontade de Deus e a sua revelação aos homens, e arroga-se o direito de conduzir os homens pelo caminho espiritual. Se ele falhar em seus deveres, mostrando-se indolente, ou pervertendo os mesmos, o seu julgamento será mais severo.  (Comparar esse pensamento com Lc 12.47). Ele será considerado responsável pelo seu doutrinamento (ver 1 Tim. 4.1  e  ss. e  6:3). Ele será responsabilizado por seu exemplo (ver 1 Co 11.1). Como um pai para seus filhos, assim é um mestre para com os demais irmãos na fé. Ele deve para eles três coisas principais: exemplo, exemplo, exemplo.
Um dos maiores problemas da Igreja evangélica brasileira é sua liderança. Mais e mais desejam se tomar mestres, e o fazem sem que haja critérios claros e sérios por parte das denominações, que colocam na liderança pessoas absolutamente despreparadas, que não foram treinadas nem provadas quanto à fé, à capacidade e às motivações. Tais mestres ocupam os púlpitos evangélicos e proferem palavras e discursos que envergonham o nome de Cristo diante do mundo; desviam os incautos, confundem os desavisados, confundem os crentes e espalham mentiras no meio do povo. Duro juízo cairá sobre eles.
3. Perfeição que domina o corpo (v.2). O perigo aumenta muito pelo fato de que todos tropeçamos em muitas coisas”. Tiago menciona um provérbio que significa que os cristãos não apenas pecam com frequência, mas também pecam de muitas maneiras diferentes. Esta verdade é reconhecida por toda a Escritura (2 Cr 6.36; Jó 4.17-19; Sl 19.3; Pv  20.9; Ec 7.20; Rm 8.46; 1 Jo 1.8. Dizendo “se alguém não tropeça em palavra”, Tiago focaliza um pecado especial que o preocupa: a língua solta. A necessidade de controlar a língua era bem conhecida no judaísmo e no cristianismo (Pv 10.19; 21:23; Ec 5.1). Tiago salienta aqui, como o fez em 1:26, a importância de controlar a língua, pois afirma a respeito de quem for capaz de domá-la:  “o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo”. Isto significa que tal pessoa é madura, tem  caráter cristão completo (1:4) e, assim, capacitada a enfrentar todas as provações e tentações, e a controlar todos os impulsos maus (1:12-15). É como disse Ben Zoma:“Quem é poderoso? Aquele que subjuga suas paixões”. Ou como perguntou Alexandre da Macedônia aos anciãos do sul: “Quem é o herói? Responderam-lhe: Aquele que controla suas paixões más”  . Tiago caminha um passo à frente dos rabinos. O controle dos maus impulsos é bom (e Paul concorda com Tiago, 1 Co  9.24-27), mas os impulsos mais difíceis de controlar são os da língua. Mantenha pura a fala, e o resto ser fácil; eis a marca do cristão maduro.
Obviamente que todos nós já falhamos, já tropeçamos em nossa própria língua. Quantas vezes já ficamos envergonhados de falar aquilo que não deveríamos ter falado, na hora em que não deveríamos ter falado, com a pessoa que não deveríamos ter falado, com a intensidade e o volume da voz que não deveríamos ter usado. Uma palavra falada é como uma seta lançada, não tem jeito de retorná-la. E como um saco de penas soltas do alto de uma montanha, não se pode mais recolhê-las.

II. A CAPACIDADE DA LÍNGUA (Tg 3.3-)                                                                                         
 1. As pequenas coisas no governo do todo (vv.3-5). A língua tem o poder de dirigir tanto para o bem como para o mal. Tiago usa duas figuras para mostrar o poder da língua: o freio e o leme (3.3,4). Para que serve um cavalo indomável e selvagem? Um animal indócil não pode ser útil, antes, é perigoso. Mas, se você coloca freio nesse cavalo, você o conduz para onde você quer. Através do freio a inclinação selvagem é subjugada, e ele se torna dócil e útil. Tiago diz que a língua é do mesmo jeito. Se você consegue controlar a sua língua, também conseguirá dominar os seus impulsos, a sua natureza e canalizar toda a sua vida para um fim proveitoso.
Tiago usa também a figura do leme. Um navio transatlântico é dirigido para lá ou para cá, pelo timoneiro, por meio de um pequeno leme. Imagine o que seria um navio sem o leme. Colocaria em risco a vida dos tripulantes, a vida dos passageiros e a carga que transporta. Isso seria um grande desastre. Sem leme, um navio seria um instrumento de morte, de naufrágio, de loucura. O leme, porém, pode conduzir esse grande transatlântico, fugindo dos rochedos, das rochas submersas e pode transportar em paz e segurança os passageiros, os tripulantes e a carga que nele está.
O que Tiago está dizendo é que se nós não controlarmos a nossa língua, nós seremos como um transatlântico sem leme e sem direção. Se não controlarmos nossa língua, vamos nos arrebentar nos rochedos, vamos nos destruir e vamos ainda destruir quem está perto de nós, porque a língua tem poder de dirigir para bem ou para o mal.
2. "A língua também é um fogo" (vv.6,7). Tiago agora enfatiza o potencial de destruição que a língua possui “vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia” — ela é traduzida tanto por quão grande como por pequeno. Usada deste modo na mesma sentença, ela alcança uma certa simetria antitética. Como figura, o rápido avanço destruidor do fogo era usado com frequência para transmitir uma advertência sobre o efeito de paixões desenfreadas. O Antigo Testamento compara o discurso de um tolo ao “fogo ardente” (Pv 16.27) e Siraque afirma que a língua “não tem poder sobre os homens piedosos, os quais não serão abrasados em suas chamas” (Eclesiástico 28.22 Bíblia Católica). A palavra traduzida por floresta (hylê) na Bíblia de Jerusalém (ARC traz “bosque”) pode ser uma referência ao matagal que cobria tantas colinas na Palestina, o qual, naquele clima seco do Mediterrâneo, poderia fácil e desastrosamente se incendiar. Quando a língua não é refreada, mesmo sendo pequena, também o resto do corpo provavelmente não terá controle nem disciplina.
O fogo é uma boa ilustração para explicar o grande efeito daquilo que falamos. A nossa fala tem muito poder destrutivo, como uma faísca em uma floresta. A língua é a porta através da qual a influência maligna do inferno pode se espalhar como um fogo que acende todas as áreas da vida que toca. Aqui, o corpo (Gr. soma) representa toda a pessoa. No entanto, também pode se referir à igreja. Ele compara a língua ao fogo no sentido de que está fora de controle e destrói tudo o que é combustível que se encontre no seu caminho.
Deduzindo o contexto parece melhor aceitar que Tiago tem o conceito de que a linguagem é um vasto sistema de iniquidade. Todas as características ruins de um mundo caído, sua ganância, sua idolatria, sua blasfêmia, sua sensualidade, sua inveja predatória, encontra expressão por meio da linguagem.
 3. Para dominar a língua. A língua não é apenas semelhante ao fogo, mas também a um animal perigoso. É uma fera irrequieta ("mal que não se pode refrear") que procura sua presa e depois a ataca e mata. Alguns animais são venenosos, como também algumas línguas são venenosas. O veneno é enganoso, pois trabalha de modo oculto e lento e, depois, mata. Quantas vezes uma pessoa maliciosa injeta um pouco de veneno em uma conversa, na esperança de que se espalhe e, por fim, chegue até a outra pessoa que desejava ferir? Como cristão que sou, tenho visto línguas venenosas causarem grandes estragos na vida de indivíduos, em famílias, em classes de Escola Dominical e em igrejas inteiras. Você soltaria leões famintos ou cobras atiçadas no meio do culto de domingo? Claro que não! Mas a língua incontida produz exatamente os mesmos resultados.
Tiago lembra que os animais podem ser domados e, aliás, o fogo também pode ser controlado. Um animal antes feroz pode ser domado e se tornar útil para o trabalho. O homem tem domado todas as formas superiores de vida animal sob seu controle. Por exemplo, as pessoas foram ensinadas a domar leões, tigres e macacos a fazê-los saltar através de aros. Eles foram ensinados a colocar papagaios e canários para falar e cantar. Treinam cobras. Eles treinaram golfinhos e baleias realizar acrobacias e tarefas diferentes. Os ancestrais tinha orgulho na capacidade dos seres humanos para domesticar e controlar o reino animal.
Tiago parece pessimista aqui quanto à possibilidade do domínio da língua, mas devemos nos lembrar de que isso só ocorre quando ela está inflamada pelo inferno (3.6). Muito embora as Escrituras nos advirtam, continuamente, sobre o poder da língua para fazer o mal, oferece-nos a possibilidade de dominá-la mediante o poder do Espírito. Tiago não desconhece essa possibilidade. Ele não coloca o domínio da língua absolutamente além do controle humano. Ele não considera a língua como um caso perdido. Nesse mesmo capítulo, mais adiante, ele vai falar das boas obras de sabedoria que os mestres podem ostentar e, entre elas, um uso adequado das palavras (3.13,17-18). O radicalismo de Tiago quanto à selvageria da língua se deve à ênfase que ele deseja dar, nesse momento, aos perigos que ela traz aos crentes em geral e aos mestres em particular.

III. NÃO PODEMOS AGIR DE DUPLA MANEIRA (Tg 3.10-12)
1. Bênção e maldição (v.10). Aqui Tiago resume o ponto dessa seção sobre a incoerência da religião superficial, ou seja, bênção e maldição procedem da mesma boca. Palavras de adoração e louvor a Deus são elaboradas pela mesma língua que, num outro momento, expele palavras que desejam o mal daqueles que Deus fez à sua semelhança. Na verdade nossa boca deveria ser reservada exclusivamente ao serviço a Deus. Quando entrava no santuário, o sumo sacerdote de Israel trazia na cobertura de sua cabeça as palavras: “Santo para o Senhor” (Êx 28.36; 39.30), ou seja, ele era propriedade de Deus e reservado exclusivamente ao serviço dele. Do mesmo modo nosso Senhor, que nos “comprou por preço” (1Co 6.20), visa praticamente “inscrever” a frase “Santo para o Senhor” em nossa vida, em especial sobre nossa língua e nossos lábios, declarando -nos pertencentes a ele e reservados exclusivamente para o seu serviço (Sl 51.17; 71.23). A carta de Tiago é pregação em prol da santificação, e da santificação também faz parte a nova natureza agradável a Deus.
Que bênção você poder usar sua língua como uma fonte de refrigério para as pessoas, para abençoá-las, encorajá-las e consolá-las. Como é precioso trazer uma palavra boa, animadora e restauradora para uma alma aflita.
2. Exemplos da natureza (vv.11,12). A fonte que jorra dois tipos de água. “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (v.11). A resposta óbvia a esta pergunta é que uma mesma fonte não produz água doce e água amargosa. Da mesma maneira, a língua do cristão, diferente da língua do ímpio, não pode produzir dois tipos de palavras, a de bênção e a de maldição. Cada fonte produz um tipo de água., Um é o falar do cristão Outro é o falar do ímpio. O ideal divino para o cristão é que a sua palavra seja “temperada com o sal” do temor a Deus, para que saiba como convém responder a cada pessoa (Cl 4.6). A árvore que produz frutos segundo a sua espécie. “Pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos?” (v. 12). Por uma questão de sensatez todos hão de concordar que a figueira produz figos e não azeitonas, e que a videira produz uvas e não figos. Isto é, cada árvore produz frutos segundo a sua espécie, de acordo com a sua natureza. Através desta oportuna pergunta do apóstolo Tiago, o Espírito Santo dirige a nossa atenção no sentido de refletirmos no fato de que não deve haver duplicidade de frutos em nosso viver. Produza, então, o cristão o fruto que dele se espera.
Em seguida Tiago responde a sua pergunta afirmando: “Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce” (v. 12). Se pudermos tomar a fonte que produz água salgada como tipo do homem não regenerado, então a fonte de água doce seria um tipo do homem convertido, do crente. É desta fonte que o mundo precisa beber a água cristalina, que é a Palavra de Deus, ou seja, precisa ouvir boas palavras, palavras de consolo, de ajuda e de edificação. Agora, se nos falta essa palavra de esperança de quem o mundo ouvira?
3. Uma única fonte.  Como a água, nossas palavras também podem dar vida. Mas, se não for controlada, a água pode causar morte e destruição. Um grande exemplo disso foi visto em dezembro de 2004, um terremoto de magnitude 9,1 na costa da província indonésia de Aceh desencadeou um tsunami no oceano Índico, que causou a morte de cerca de 226 mil pessoas na Indonésia, Sri Lanka, Índia, Tailândia e outros nove países. "A morte e a vida estão no poder da língua" (Pv  18:21).
Quando, porém, nos inclinamos sobre uma fonte para beber um gole de água fresca, raramente lembramos  de  enchentes. Pensamos apenas na dádiva preciosa do refrigério que vem de um gole de água. Não seria possível ter saúde sem água.
A principal marca do cristão maduro é ser parecido com Jesus, o varão perfeito. Uma das principais características de Jesus era que sempre que uma pessoa chegava aflita perto dele saía animada, restaurada, com novo entusiasmo pela vida. Quando as pessoas chegam perto de você, elas saem mais animadas e encantadas com avida? Elas saem cheias de entusiasmo, dizendo que valeu a pena conversar com você? Você tem sido uma fonte de vida para as pessoas? Sua família é abençoada pelas suas palavras? Seus colegas de escola ou do trabalho são encorajados com a maneira de você falar?

CONCLUSÃO
Essa duplicidade no uso da língua não é característica natural, mas desnaturada e culposa. Isso é o que a Bíblia nos diz incessantemente (Êx 20.16; Sl 34.14; Mt 5.22; Rm 12.14; 1Pe 3.9; etc.). Não deve e não precisa mais ser assim. Porque “se alguém está em Cristo, nova criatura é” (2Co 5.17). Podemos, mas não somos mais obrigados a pecar (Jo 8.36).
Que possamos nos permitir ser tratados por Deus nessa área tão difícil de nossas vidas. Que nossas motivações sejam revistas e ao sentirmos que nossa língua tem tido maior domínio sobre nós do que a palavra de Deus, que possamos dar palavra de ordem e exercer o domínio próprio que é fruto do Espírito em nós. Se o que dizemos não edifica, maldiz, ou fere alguém, fiquemos calados. O sábio é mais sábio porque escuta mais do que fala.

Bibliografia:
·         Davids, Peter H.. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - Tiago – Editora Vida;
·         Grünzweig, Fritz. Comentário Bíblico Esperança Novo testamento – Caratas de Tiago, Pedro, João e Judas. Editora Evangélica Esperança;
·         Kistemaker, Simon J.. Comentário do Novo Testamento - Tiago e Epistolas de João. Cultura Cristã;
·         Lopes, Hernandes Dias. Tiago: Transformando provas em triunfo. Hagnos;
·         Nicodemus, Augustus. Interpretando a Carta de Tiago. Editora Cultura Cristã

·         Wiersbe, Warren W..Comentário Bíblico expositivo – Novo Testamento. Vol.2.  Geográfica Editora.
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Métodos de Ensino 3

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Método de Discussão em Painel
Apresentação de alunos (3 a 6 pessoas) que vão expor suas ideias de forma dialogada. Discutem informalmente sobre determinado assunto perante a classe, que ao final, complementa ou dirige perguntas a partir de diferentes pontos de vista. Serve para enfocar vários pontos de vista sobre assunto controvertido, realizar um trabalho de fixação e integração sobre assuntos já estudados e para busca de soluções, não simplesmente para dar informações. O professor reúne o grupo (se possível) antes da apresentação e organiza com ele um roteiro de perguntas que cubra todo o tema em foco. O professor dirige as perguntas e coordena a discussão. Analisa e encaminha as perguntas da classe. Ao final, apresenta um resumo do que foi apresentado pelos alunos, analisando a discussão.

Use este método:
1. Quando quiser apresentar pontos de vista diferentes.
2. Quando houver pessoas qualificadas para formar o painel.
3. Quando o assunto principal for por demais complexo para ser discutido pelo grupo todo.
4. Quando for melhor para o auditório somente observar, mas, não discutir.
5. Quando quiser analisar as vantagens e desvantagens na solução de um problema.
6. Quando participantes do painel e orientador puderem se preparar para a discussão.

Vantagens
1. Estimula o pensamento.
2. Apresenta diferentes pontos de vista.
3. Suscita problemas.
4. Estimula análises.
5. Aproveita as pessoas mais qualificadas.

Limitações
1. 0 assunto principal pode ser facilmente desviado.
2. Possibilita aos participantes do painel falarem demais.
3. Não possibilita a participação de todos os membros do grupo.
4. Tem a tendência de se tomar numa série de pequenas palestras.
5. Divide o auditório à proporção em que os ouvintes vão se identificando com os participantes do painel.
6. Requer bastante tempo e preparação.
7. Requer um moderador habilidoso.

Simpósio ou Parlamento
Reunião na qual dois ou mais alunos(máximo de cinco), estuda determinado assunto, sob a coordenação de um moderador, expõe o tema de sua especialidade, cada qual apresentando uma parte (ou um aspecto do tema) ou focalizando-o de pontos de vista diferentes (de 10 a 20 minutos), com participação da classe por meio de perguntas aos expositores. Serve para aprofundar ou atualizar um tema. Em geral, os assuntos apresentados não devem ser muito controversos porque a participação do público é pequena. O professor inicia a sessão e coordena o simpósio. Resume as apresentações, analisa e encaminha as questões formuladas.

Use este método.
1. Para prover interação do grupo depois do simpósio.
2. Quando a combinação entre a apresentação do conteúdo e a reação da audiência for necessária.
3. Quando os assuntos difíceis precisarem ser tratados, mas previamente estudados antes de discutidos pelo público.
4. Quando for reservado tempo suficiente para usar o método.
5. Quando apresentar pontos de vista diferentes com o propósito de reação do grupo.
6. Quando o grupo for grande.
7. Quando o grupo necessitar de informação concisa.

Vantagens
1. Aumenta o interesse do auditório pelos valores do simpósio.
2. Pode ser usado com grupos grandes e pequenos (especialmente grupos grandes).
3. Pode ser usado para transmitir muita informação em pouco tempo.
4. Focaliza problemas.
5. A mudança de oradores aumenta o interesse e há variedade.
6. A reação do auditório estimula atenção proposital.

Limitações
1. Despende bastante tempo.
2. A reação do grupo é mais demorada.
3. A personalidade dos oradores pode dar ênfase indevida ao conteúdo.
4. É difícil controlar o tempo.

5. O período de parlamento possibilita fuga ao assunto central.
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Dinâmica da Lição 08: A Fé se Manifesta em Obras (Jovens e Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “O Cuidado com a Língua.”
- Conscientize seus alunos a respeito da capacidade daquilo que falamos e da responsabilidade de assumirmos por tudo aquilo que sai de nossa boca, pois tudo o que falamos tem uma consequência.
- Mostre a importância de rejeitarmos a possibilidade de nos utilizarmos da língua de modo ambíguo.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “grupo da língua positiva e grupo da língua negativa”
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: grupo da língua positiva e Grupo da língua negativa
Objetivo: Refletir sobre o uso de nossas palavras
Material: papel e caneta ou lápis


Procedimento: Divida a classe em dois grupos. O primeiro grupo notifica no papel toda forma incorreta que se faz utilizando a língua, bem como suas consequências. O segundo grupo notificará a forma correta de utilizar a língua e suas consequências. Dê a eles 10 minutos para conversarem sobre o assunto entre si. Após os 10 minutos cada grupo terá mais 7 minutos para apresentar tudo aquilo que conseguiram juntar sobre o assunto. Ao final de cada apresentação haverá um debate de 5 minutos sobre o assunto apresentado. Após as apresentações o professor fecha com uma palavra final.
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Dinâmica da Lição 08: Como Lidar com as Riquezas (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “Como Lidar com as Riquesas.”
- Procure alertar o seu aluno quanto ao perigo  de deixar que o amor aos bens materiais ocupe o lugar de Deus.
- Tente manter a esperança de seus alunos mostrando que no céu receberemos a recompensa por acumularmos bens espirituais aqui na terra.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “Injustiça” junto com o texto bíblico da “Parábola do Rico Insensato”.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Parábola do rico insensato  (Lc 12.16-21).

O porquê da parábola:
Jesus queria comentar sobre a atitude dos ricos, eles são geralmente cheios de desígnios sobre esta vida, mas em geral não meditam na eternidade até que os seus bens e suas vidas lhes sejam arrancados.
Princípio moral:
O melhor investimento do homem é quando este emprega os seus bens para socorrer o necessitado. Agir de forma humanitária ainda é a melhor opção de vida, pois seu gesto abençoa os homens e agrada a Deus. Atualmente, a filantropia começa a despertar uma ressonância, de modo que muitos ricos têm se dedicado à caridade e isso tem contribuído para o surgimento de um sentimento de solidariedade humana. Esse sentimento representa hoje a grande aspiração do pobre, mas na parábola o homem rico não foi solidário com o pobre e necessitado.
Princípio espiritual:
A parábola traça o perfil de um homem ganancioso que tinha sua riqueza para si mesmo. Guardou tanto que não tinha mais lugar para colocar sua riqueza, precisou aumentar os armazéns para esconder tudo o que possuía. Ele preocupou-se tanto com o dinheiro, que se esqueceu de providenciar um lugar seguro para guardar a sua verdadeira riqueza — a alma.
Discussão em grupo
- Como tem sido o seu investimento para a vida após a morte?
- Jesus encontrou um jovem que não quis dividir suas riquezas, só se preocupava em ajuntar e construir novos celeiros.
- Você dividiria seus bens com um necessitado?

Dinâmica - Injustiça
Objetivo:
Levar o grupo a expressar opinião sobre aqueles que pertencem às classes sociais mais favorecidas e aqueles que pertencem às menos favorecidas.
Material:
Fotos de pessoas ricas e seus bens, e de pessoas pobres e suas necessidades.
Procedimento:
Prepare fotos e manchetes de revistas ou jornais e espalhe pelo local onde acontecerá a reunião. Convide os participantes a caminharem por entre o material, observando, em silêncio, os ricos e a forma como ganham e usam os seus bens, e os pobres e desprezados. Depois de certo tempo, cada um deverá pegar uma foto ou manchete que expresse um sinal de avareza e egoísmo e que muito lhe chamou a atenção, e ao mesmo tempo cada um deverá pegar também uma foto que expresse miséria, fome e pobreza que lhe chamou a atenção.
Sentados, inicia-se um debate, cada um justificando suas escolhas.
Aplicação prática:
- Em que essa dinâmica me fez pensar?
- O que me fez sentir?
Texto para reflexão
O rico insensato vive constantemente semeando o ouro, conhece bem o metal em que tem fé. Ele anda sem saber para onde vai, caminha tateando como folha seca levada ao sabor dos ventos. Ele não conhece o gemido do pobre, nem se detém para socorrer o aflito. Suas mãos estão ocupadas com as pepitas douradas e com o brilho do diamante. Constrói palácios para os herdeiros e esquece-se de construir uma simples morada para os dias gelados.

Autora: Débora Ferreira da Costa

Fonte: Dinâmicas Criativas Para o Ensino Bíblico e Eu Vou Para Escola Dominical
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Dinâmica da Lição 08: Dividido entre a Família e os Colegas (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:

1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:

- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “Dividido entre a Família e os Colegas.”
- Conscientize seus alunos sobre a importância de equilibrar o tempo entre a família e os colegas.
- Mostre a relevância de o jovem priorizar a família e os amigos da igreja.
- Destaque o cuidado que eles devem ter em selecionar cuidadosamente suas amizades.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “A Pressão” ou “Família um Presente de Deus”
Para conclusão da aula leia o texto de reflexão: Aos Pais
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: A Pressão
Objetivo:

Refletir sobre a importância do diálogo na família, o ensino de valores cristão no lar e na Igreja, em oposição à pressão dos colegas não crentes.
Material:
10 bexigas
Procedimento:
- Dividam a turma em 02 grupos.
- Para o grupo 01, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões valores positivos que a família ensina para os filhos.
- Para o grupo 02, orientem também para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões o que os colegas ensinam de negativo eles fazerem.
- Depois, o grupo 01 deve fazer um círculo que não deixe brecha. Os balões devem ficar dentro do círculo e os componentes vão defender seus valores, não deixando que pessoas do grupo 02 penetrem e/ou coloquem outras bexigas com outros valores.
- O grupo 02 deve fazer um círculo ao redor do grupo 01. Seu objetivo é romper o círculo do grupo 01 e colocar outras bexigas com valores diferentes.
- Depois da realização dessa atividade, perguntem:
O que podemos tirar de lição com esta atividade?
Como foi o ataque e a defesa dos dois grupos?
Quais as dificuldades para defender os valores?
Como o grupo 01 se sentiu pressionado pelo grupo 02?
- Depois, peçam para que eles leiam quais os valores do grupo 01(família) e do grupo 02(amigos).
- Para finalizar, enfatizem a importância do tempo que os pais precisam ter para dialogar com seus filhos, como também a importância do envolvimento do jovem crente com os trabalhos da igreja, específicos para sua faixa etária.

Por Sulamita Macedo.

Fonte: Blog Atitude de Aprendiz


Dinâmica: Família um Presente de Deus
Objetivo: Promover conhecimento e valorizar a importância da família.
Material: Uma caixa embalada com papel de presente escrito nela o nome FAMÍLIA.
Procedimento: Entregue o presente e convide as pessoas a se sentarem em forma de círculo, e explique como fazer o exercício. Enquanto se entoa uma música, o presente corre de mão em mão. A um sinal, interrompe-se a música. A pessoa que ficou com o presente, apresenta-se ao grupo e fala um pouco a respeito de sua família e como ela é importante para sua vida como um presente de Deus. O exercício continua assim até que a maioria tenha se apresentado. No caso de uma pessoa ficar mais de uma vez com o presente, ela tem o direito de escolher alguém que ainda não ficou com o presente para que realize também a tarefa até alcançar todos os alunos.
Palavra de Reflexão para os alunos: A família é um tesouro verdadeiro, pois sendo valorizada tem um valor grandioso. O verdadeiro valor de uma família está no quanto se pode dar de amor, atenção, está na tranquilidade dos lares, na paz de todo dia, na compreensão e na dedicação de cada um de seus parentes amados e no respeito ao próximo. Na família, podemos encontrar a força de um relacionamento que é determinada pela disposição dos seus membros em compartilharem seus sentimentos e ser acolhido com naturalidade. É na família onde colhemos sempre os verdadeiros valores para a formação de um ser humano melhor a cada dia. Por isso temos a família como um valioso presente de Deus!

Texto de Reflexão: Aos Pais
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).
- Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?

Autoria desconhecida.
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Dinâmica da Lição 08: Ouça e Aprenda! (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “Ouça e Aprenda.”
- Conscientize seus alunos sobre a importância de cultivar um relacionamento melhor com os mais velhos.
- Destaque a importância de valorizar a aquisição de sentimentos de amizade e a demonstração de afeto.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “Obediência com atenção”

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Introduza a aula fazendo as seguintes perguntas:
-Quais são as características de um adolescente respeitador aos mais velhos? (deixe que eles respondam)
-Quais são as características de adolescentes que não gostam de ouvir os mais velhos?
-Como você responde aos mais velhos quando te dão um conselho?
-Que coisas estimulam os adolescentes a não querer ouvir aos mais velhos?

Dinâmica: Obediência com atenção
Objetivos:

Propiciar a descontração e a integração entre as pessoas, além da análise da importância da relação de respeito e obediência.
Material:
Bexigas (balões) e um pedaço de barbante para cada participante,  ao seu gosto.
Desenvolvimento:
O professor entrega para cada participante uma bexiga e um pedaço de barbante. Em seguida pede para que cada um encha a sua bexiga, amarre no barbante e depois amarre o barbante no próprio tornozelo. Quando todos tiverem executado o que foi pedido, o professor solicita que todos se encaminhem para o centro da sala e diz: "Aquele que me apresentar a bexiga cheia, ganha um prêmio. "Normalmente, ao ouvir a ordem todos saem tentando estourar a bexiga um do outro, ao passo que bastaria que todos apresentassem suas bexigas para que todos ganhassem o prêmio.

Questões para discussão:
-Recolocar a ordem dada e questionar se em algum momento foi colocado que somente um deveria apresentara bexiga cheia.
-Por que é importante darmos atenção àquilo que nos pedem.
-Quais as possíveis implicações para um indivíduo quando ele não gosta de ouvir as pessoas?
-Como podemos fazer para sermos mais atencioso com as pessoas?

 Palavra de Reflexão:
O tema da obediência pode ser um pouco incômodo para os adolescentes, justamente por estarem numa fase da vida em que querem se firmar como pessoas e serem donos de seus atos. No entanto, é importante entendermos que o reino dos céus é governado por leis e, quando recebemos alguma bênção é por darmos ouvidos à lei na qual aquela bênção se baseia. O adolescente que procura seguir o conselho dos mais velhos podem adquirir conhecimento e muita experiência. Irá também crescer espiritualmente. Dificilmente a obediência trará prejuízos às pessoas. Por outro lado, a desobediência traz desapontamento e resulta em perda de bênçãos.

Autor: Desconhecido

Adaptada por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 08: O Discípulo e o Dízimo (Discipulado 1 – Novos Convertidos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “O Discípulo e o Dízimo.”
-Identifique personagens da Bíblia que por obedecerem a Deus a respeito o Dízimo, foram  imensamente abençoados por Deus.
-Destaque textos da Bíblia que confirmam a doutrina do dízimo para os dias atuais.
-Enumere as várias bênçãos dispensadas por Deus aqueles que fielmente pagam o dízimo.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “Eu quero um pedaço”
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Eu Quero um Pedaço
Objetivo:


Refletir sobre a importância de devolvermos o dízimo
Material:
Um bolo ou uma pizza partido em dez pedaços, uma vasilha com tampa.
Procedimento:
Chegue cedo na igreja, antes dos alunos, trazendo a vasilha com os dez pedaços de bolo ou pizza. Combine com o primeiro aluno que chegar para entregar a ele a vasilha com os dez pedaços de bolo ou pizza na frente dos alunos em determinado momento da aula. Combine também com ele de no meio da aula pedir um pedaço do bolo ou pizza e ele deve negar. Em seguida pergunte aos alunos se está correto a atitude do aluno em não querer dar para você um pedaço do bolo ou pizza. Diga eu dei tudo prá ele e ele não quer me dar um pedaço, vocês acham correto isso gente? Espere para ver se os alunos reagem de alguma forma. Em seguida mostre para eles que é desta forma que muitos agem: Ganham tudo de Deus, mas na hora de dar uma pequena parte do que ganharam como forma de gratidão dizem não para Ele. Para finalizar promova uma discussão sadia com os seus alunos sobre o assunto.

Texto de Reflexão: Você deu gorjeta?
            A prática de dar gorjeta é normalmente aceita em diversos países. Mas eu me pergunto: será que esta cortesia influenciou nossa atitude em relação a dar dinheiro à igreja?
            Muitos cristãos veem suas doações financeiras como um pouco mais do que um gesto de boa vontade para com Deus, pelo que Ele nos proporciona. Acham que desde que tenham dado seu dízimo para Deus, o resto lhe pertence para utilizarem da forma que desejarem. Mas a vida cristã consiste em muito mais do que dinheiro!
            A Bíblia nos conta que o nosso criador é dono de “todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas”(Sl 50.10). Deus diz “pois o mundo é meu e quanto nele se contém”(v.12). Tudo vem dEle e tudo o que temos Lhe pertence. Deus não nos deu somente todas as coisas materiais que temos, Ele também nos deu o Seu filho, o Senhor Jesus Cristo, aquele que nos dá nossa salvação.
            Paulo usou os cristãos da Macedônia como uma ilustração de como deveria ser o nosso ato de dar, à luz da incrível generosidade de Deus para conosco. Os macedônios, que viviam em pobreza deram “em grande riqueza da sua generosidade” (II Co 8.20). Mas eles “deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor (v.5).

Por CPH
Fonte: Nosso Andar Diário
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Dinâmica da Lição 08: O Discípulo e a Mordomia Cristã (Discipulado 2 – Novos Convertidos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor
entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6– Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: “O Discípulo e Mordomia Cristã.”
-Inicie a aula questionando O que é um mordomo? O que ele faz? A quem ele obedece? Ouça as resposta com atenção, depois procure não deixar nenhuma dúvida sobre o assunto.
Explique como eles devem servir a igreja e a sociedade.
-Conscientize os alunos da sua responsabilidade social, espiritual, financeira e serviçal e conhecendo que é um servo do Deus supremo e que deve contribuir com sua vida a obra dos Céus.
É importante que você trabalhe cada tópico da lição tendo em conta o contexto em que o seu aluno(a) está inserido. Seguindo nossas dicas sua aula será baste produtiva.
Para a aula de hoje sugerimos a dinâmica “Meu investimento”
Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Meu Investimento
Objetivo: Refletir sobre a forma como estamos investindo o nosso talento, tempo e dinheiro.
Materiais: Bíblias, papeis, lápis ou canetas.
Procedimento: Divida a turma em três grupos (É preciso haver no mínimo seis alunos). Leia com eles o texto de Lucas 19. 11-27. Agora fale que cada grupo terá 10 minutos para avaliar o investimento dos servos da parábola diante do compromisso que receberam como administradores dos bens do seu senhor. O primeiro grupo irá avaliar o talento deles para administrar, o segundo grupo a administração do tempo, e o terceiro grupo a administração financeira. Peça para que tudo seja colocado no papel. Ao findar a análise dê a cada grupo o tempo de 5 minutos para que eles possam expor as suas avaliações.

Palavra de reflexão:

Simbolicamente entendermos que Jesus Cristo é esse senhor da parábola e que Ele nos dá muitas coisas valiosas (dons, capacidades, possibilidades, oportunidades, dinheiro, etc, etc) para usarmos e multiplicarmos em nossa vida e, principalmente, para o Seu reino, e haveria um dia de ajuste de contas. No acerto de contas vemos que aquele senhor se alegra com os servos que multiplicaram as minas que receberam, sem distinção. Por isso Ele espera de nós desprendimento, dedicação e compromisso com os bens que Ele nos entregou para administrarmos, só assim haverá a expansão do seu Reino aqui na terra. Não devem jamais fazer como fez aquele servo negligente da parábola enterrando os bens do seu senhor. O que Ele espera de nós também é fidelidade no uso daquilo que Ele nos entregou para administrarmos.
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