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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Lição 4 - Daniel Interpreta o Sonho de Nabucodonosor

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O capítulo anterior (2.1-34) Deus entra na história dos reinos mundiais e interfere, especialmente, no Império Babilónico sob o cetro do presunçoso rei Nabucodonosor. O Deus de Israel pune os reinos de Judá e de Israel pela prevaricação dos seus reis, especialmente, o rei Jeoaquim do reino de Judá, entre 606 e 605 a.C. e permite a invasão babilónica em Jerusalém, levando cativos alguns príncipes, entre os quais Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Os jovens hebreus se destacavam pela sabedoria e pelo temor a Jeová. Naqueles dias, a ambição de Nabucodonosor chegou a um clímax tal que o fez preocupar-se com o seu futuro e o que aconteceria com o seu reino depois que ele morresse (2.1). Em meio as suas preocupações ele teve um sonho perturbador que lhe tirou o sono, mas esqueceu-se do sonho. Porém, entendeu que o sonho era importante porque trazia mistérios em seu conteúdo. No texto de Daniel 2.1-30, o rei teve o sonho, mas o esquecendo, convocou a todos os sábios, magos, encantadores e astrólogos para que revelassem o sonho, mas não puderam trazer à memória o sonho do rei (2.3-13). O rei se enfurece contra estes homens e os ameaça matar porque não conseguiam trazer à lembrança o seu sonho. Deus entra em ação através de Daniel para o qual foi revelado o sonho e a sua interpretação (2.14-18).

I - A CORRETA DESCRIÇÃO DO SONHO
“Tu, ó rei” (2.31). O rei Nabucodonosor tem no seu nome sua dedicação ao “deus Nabu” que significa “Nabu tem protegido minha herança”. Sua história conta de sua liderança à frente dos exércitos babilónicos obtendo grandes vitórias. Os deuses Marduque, Nabu, Shamash, Sin, Gula e Adade, dentre outros, tinham altares em toda a Babilônia. Nabucodonosor era um construtor de cidades com uma capacidade de planejamento espetacular, segundo a história. A estátua tinha uma forma humana e tinha um aspecto de realeza a partir da própria cabeça da estátua que era de ouro. A estátua era feita com cinco materiais, quatro deles eram metais (ouro, prata, cobre, ferro e barro). Era imponente, lustrosa e admiravelmente assustadora. Na verdade, essa estatua magnífica representava os reinos do mundo, a partir do reino babilónico, o reino medo-persa, o grego e o romano. Ele era capaz de alargar seu domínio e sua inteligência era respeitada por todas as nações da época. Foi ele que organizou com seus sábios uma legislação que ficou conhecida como o “Código de Hamurabi”.
“eis aqui uma grande estátua” (2.31). Não era um ídolo, mas uma estátua que representava os impérios mundiais. A estátua era colossal e admiravelmente assustadora. A visão da estátua no sonho do rei era esplendorosa e foi colocada diante do rei em seu sonho.
“a cabeça daquela estátua era de ouro fino” (2.32). De cima para baixo, temos em primeiro lugar “a cabeça de ouro” (w.32,36-38) que representava o próprio Rei Nabucodonosor, o mais poderoso da terra na época. Sua palavra era lei e governou por 41 anos e transformou a Babilônia no maior império do mundo. Obteve grandes conquistas e alargou suas fronteiras e domínio tomando posse das riquezas das nações conquistadas, inclusive dos reinos de Judá e de Israel.
“o seu peito e os seus braços, de prata” (2.32,39) e simbolizavam o império que sucedeu a Nabucodonosor, o Império Medo-persa. Os dois braços ligados pelo peito simbolizam a união dos medos e dos persas. Nesse tempo prevaleceu muito mais as leis instituídas que a autoridade dos reis desses povos.
“o seu ventre e as suas coxas, de cobre” (2.32). Em terceiro lugar, o “ventre e os quadris” da estátua (w. 32,39), que eram de cobre, representavam o terceiro reino que sucedeu ao medo-persa, o Império Grego. Algumas versões da Bíblia traduzem “bronze” por “cobre” por serem metais muito parecidos. A revelação do sonho teve seu cumprimento na história aproximadamente em 539 a. C. Surgiu Alexandre Magno como o grande líder mundial. Era um homem de guerra, general dos exércitos que levou a conquistar muitos países. Foi capaz de dominar o mundo de então até desintegrar-se com a sua morte e dividir o Império Grego por quatro dos seus generais.
“as pernas, de ferro” (2.33). Percebe-se que os metais da estátua vão diminuindo em valor. As “pernas de ferro” (vv.33,40-43) representavam o último império dessa visão, o Império Romano. Esta interpretação baseia-se na visão política de um rei pagão. Na realidade, as duas pernas da estátua indicam a divisão do império em duas partes representadas pelo Ocidente através de Roma e o Oriente, por Constantinopla, conhecido como o Império Bizantino.
“os seus pés, em parte de ferro e em parte de barro” (2.33). Esta quinta parte da estátua tem a mistura de ferro e barro e indicavam a fragilidade dessa grande estátua. A mistura de ferro e barro não dá liga, nem sustenta aquele império que viria; o Romano. As pernas de ferro indicavam a dureza do poder militar que tornou esse império muito forte, mas diluiu-se moralmente demonstrando a fragilidade do barro. Foi um império que durou até Constantino em 330 d. C. Os elementos constitutivos da estátua são materiais porque indicam esta visão política para a compreensão de Nabucodonosor.

II - A INTERVENÇÃO DIVINA (2.36-45)
“o Deus dos céus te tem dado o reino” (2.37). Confiante da revelação divina, Daniel proclama ousadamente a soberania do Deus Altíssimo para o rei Nabucodonosor. Declara que o Deus dos céus, o Deus de Israel é o único que sabe todas as coisas e perscruta o nosso interior. Nos versículos 31 a 35, Daniel revela o sonho esquecido pelo Rei e relata detalhes que fizeram parte do sonho do rei. O monarca ficou pasmado diante de Daniel. Nos versículos 36 ao 38, Daniel amplia a visão do rei sobre o seu reinado afirmando-lhe que todo o domínio que ele tinha na terra fora dado pelo Deus do céu.
 “Tu és a cabeça de ouro” (2.38). Com esta declaração Daniel dá a interpretação do sonho ao rei e declara que o seu reino fora dado por Deus, quando diz: “Tu, ó rei, és rei de reis, pois o Deus dos céus te tem dado o reino”. Ao declarar enfaticamente: “Tu és a cabeça de ouro”, Daniel estava enfatizando ao rei que a cabeça é a parte principal do corpo e se distingue das demais parte de um corpo, porque é a cabeça que mantém a unidade do corpo e por ela exerce domínio total sobre o corpo. O ouro é o metal mais nobre e precioso de todos os metais, se o Rei Nabucodonosor é a “cabeça de ouro” da figura da estátua, deveria reconhecer que o seu domínio não é maior que o domínio do Todo-Poderoso Deus dos céus. Daniel foi muito sábio com as palavras e reconhece a realeza de Nabucodonosor, mas tinha autoridade para dizer-lhe que ele havia recebido o poder de reinar da parte do Deus dos céus. Nos desígnios divinos, por sua providência, Nabucodonosor não podia deixar de saber e reconhecer que o poder que tinha viera de Deus (Jr 25.9; 27.5,6; 28.14; Dn 12.1). Por isso, Daniel declarou e disse: “O Deus dos céus te tem dado o reino, o poder, e a força e a majestade” (v. 37).
“E, depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu” (2.39a). Nos versículos 36 ao 38 temos a revelação do Império da Babilônia, mas no versículo 39 (cf. v. 32) é o Império Medo-persa que se destaca pela figura do peito e os braços de prata (Dn 5.28,31; 6.8). Esse império substituiu e conquistou a Babilônia em 539 a.C. A distinção dos braços e do peito de prata referem-se à coligação entre a Média e a Pérsia que governaram depois da Babilônia. Começou com Ciro, o persa, e Dario, o medo. A expressão “inferior a ti” dizia respeito a Ciro e Dario que vieram depois de Nabucodonosor criando um novo império, mas referia-se, também, figurativamente, à inferioridade da prata em relação ao ouro.
“e um terceiro reino, de metal (cobre ou bronze), o qual terá domínio sobre toda a terra” (2.39b). Esse terceiro reino é representado pelo ventre e as coxas de bronze, indica a decadência moral e política em relação aos reinos anteriores. Foi o governo de Alexandre e de seus generais que o sucederam posteriormente, conforme está no texto do capítulo 8.20,21. Em 334 a.C., Alexandre venceu o reino medo-persa e o suplantou.
“e o quarto reino será forte como ferro” (2.40,41). Esse reino, historicamente, é o reino romano. O ferro indica a dureza do império através das guerras para conquistar outras nações. É interessante que esse reino é representado na visão por duas pernas de ferro, mas, tem os artelhos e os pés de barro. Foi um reino forte como o ferro, porém a vulnerabilidade desse império está na mistura do ferro com o barro, que não tem liga nem sustentação. Esse império destacou-se pela guerra, pelas leis civilizatórias e pela organização política. Porém, a mistura com o “barro” revela sua debilidade quando acontece uma intervenção da pedra cortada do monte que é arremessada contra os pés da estátua e derruba e destrói totalmente.
“por uma parte o reino será forte e por outra será frágil” (2.42). O quarto império é, sem dúvida, o Império Romano. Este império alcançou os dias em que Jesus Cristo, o Verbo divino que se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14). Sua forma de domínio, mediante a ocidentalização mundial ainda prevalece até o dia de hoje. Sua autoridade no mundo conquistado era forte como o ferro, porque regia o mundo romano com mão de ferro. Sua fraqueza como o barro manifestou-se quando a corrupção moral começou a arruinar a vida do povo, dando lugar à luxúria e ao ócio que solapou a força de Roma.
“misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro” (2.43). O Império Romano será um reino quebradiço. A mistura do barro com ferro é como os governos de filosofia socialista e popular em que a autoridade é diluída e fragilizada. É o que o Anticristo tentará fazer quando aparecer no mundo. Tentará estabelecer um governo popular para ganhar o apoio das nações e depois dará o golpe impondo sua força, especialmente contra Israel.

III - O REINO QUE NÃO SERÁ DESTRUÍDO (2.44)
“Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será destruído” (2.44). Que reino é este? E o reino do Messias. O que os teólogos gostam de histórico já passou, mas o Reino que está para vir, representado pela “pedra” que será arremessada contra a estátua, é um reino final e divino que vem do céu, especialmente no período da Grande Tribulação. Na óptica evangélica, esse reino será implantado por Jesus por mil anos (o Milênio) quando Ele virá com poder, visivelmente, sobre o Monte das Oliveiras (Zc 14.4). Será um reino para Israel; não para a Igreja que estará com o Senhor na Jerusalém Celestial.
“e esse reino... esmiuçará e consumirá todos esses reinos e será estabelecido para sempre” (2.44). Esse “reino indestrutível” é representado pela “pedra cortada” que veio do monte. Em outras versões, “o monte” se refere a uma grande Pedra ou Rocha, ou pedreira. O rei viu no sonho que uma pedra foi cortada de uma “pedreira” alta e lançada com força sobre “os pés de ferro misturado com barro e os esmiuçou. Ao atingir a estátua nos pés, ela desmoronou inteiramente com o seu ouro, a prata, o cobre e o ferro. Todos os elementos da imagem foram esmiuçados com a força violenta da pedra arremessada contra a estátua. Daniel explicou ao rei que os dedos dos pés representavam reis que se levantariam num determinado tempo, mas serão destruídos. Essa “pedra”, portanto, é Cristo, em sua vinda pessoal quando os judeus reconhecerão aquele a quem desprezaram como sendo o Messias sonhado, desejado e esperado pelos judeus.
“do monte, foi cortada uma pedra, sem mãos” (2.45). Os reinos descritos de cima para baixo, representados na grande estátua, revelam a progressiva decadência dos reinos desse mundo, pois começam com ouro e terminam com barro. Todos os elementos da imagem foram esmiuçados com a força violenta da pedra arremessada contra a estátua. Daniel explicou ao rei que os dedos dos pés representavam reis que se levantariam num determinado tempo, mas serão destruídos. Esta “pedra” representa o reino que virá que é o Reino messiânico de Cristo intervindo no poder dos reinos do mundo. Ele é a pedra cortada que virá para desfazer no último tempo o poder mundial do Anticristo (Dn 2.45; SI 118.22; Zc 12.3). Esse Reino que virá será teocrático e seu poder destruirá o poder mundial do Anticristo. Naturalmente, a igreja de Cristo será arrebatada antes que venha o grande dia da Segunda vinda de Cristo, visível e com grande juízo. Portanto, o sentido da pedra cortada vinda do monte indica figuradamente a vinda de Cristo que esmiuçará o domínio configurado dos 10 dedos dos pés da estátua, formando um grande montão (Dn 2.44,45).

IV - DANIEL E SEUS AMIGOS FORAM HONRADOS PELO REI (2.46-49)

O rei ficou maravilhado pela revelação do sonho e por esse ato honrou a Daniel e seus amigos hebreus dentro do Império Babilónico e os colocou em posições maiores dentro do Palácio. Essa revelação provou ao rei Nabucodonosor que o Deus dos quatro jovens hebreus era o único Deus que podia intervir na história das nações diante de todo o império.

Autor; Elienai Cabral
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Como otimizar o ensino na EBD

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Nós, professores muitas vezes negligenciamos a didática acreditando que qualquer aula está muito bom e que basta passar o conteúdo; isso é uma completa ilusão, pois a nossa aula precisa ser a melhor possível, porque estamos fazendo-a para Deus e assim precisamos nos esforçar para colocarmos em prática alguns elementos didáticos na nossa prática docente para que o processo ensino-aprendizagem seja mais dinâmico e eficiente. O que se pretende é que nosso aluno de EBD cresça em todos os sentidos, como está na bíblia, na graça e no entendimento, seja apto para pregar, ensinar e defender a fé que professamos. Por tudo isso sugerimos que os irmãos leiam, reflitam e o mais importante coloquem em prática o que se segue:

Jamais faça uma aula de improviso
Sempre se planeje antes, ore, pesquise, estude o tema, debata com alguém, tire suas dúvidas. isso vai valorizar intensamente sua aula, o aluno sempre percebe quando o professor não se preparou, quando ele está inseguro, e assim o professor mata o aluno, pois tira o estímulo do mesmo e é por isso que muitas vezes o aluno deixa de frequentar a EBD, pois ele vem e só escuta besteiras.
É preciso se fazer uma aula com profundidade, com conteúdo. Eu aconselho você pesquisar em enciclopédias, manuais bíblicos, Bíblias de estudos, comentários bíblicos, dicionários bíblicos, revistas teológicas ou cristãs de boa qualidade.
Se possível faça um curso teológico o mais rápido possível para ter um repertório global teológico mais consistente. Sabemos que a revista da RED usada em muitas igrejas já vem com algum subsídio, mas não é o suficiente para o professor; a revista não deve ser uma fonte exclusiva da sua aula; ela deve funcionar como um roteiro, o enriquecimento da sua aula é uma tarefa essencial e só você pode fazer isso, é uma questão de compromisso, interesse e força de vontade de fazer o melhor possível para Deus e respeitar os seus alunos.

Objetivos
Lembre-se que escola dominical é uma escola e não um culto de adoração, louvor ou oração, portanto nunca fuja do assunto em pauta, nada de contar testemunhos, cantar, orar, contar anedotas, contar casos, entrar por assuntos paralelos, pois este não é o momento adequado. Cumpra sempre o que está proposto nos objetivos daquela aula, porque se não tudo perde o sentido, é uma pura perda de tempo e revela um total descaso do professor com a proposta da Escola Bíblica. Geralmente quem faz isso é o professor preguiçoso que não se preparou, que está ali de improviso. Isso é lamentável, mas acontece muito; portanto, vigie.

Aula participativa
Deixe o aluno participar ativamente da aula, abrindo espaço para ele questionar, tirar suas dúvidas, expor suas opiniões; isso tornará suas aulas mais dinâmicas, participativas, porém evite as polêmicas desnecessárias. Se por acaso um ou outro aluno tentar polemizar e não se não conseguir o consenso, peça para tratar particularmente com ele em outra oportunidade, mas dê sequência à aula, agora cuidado nunca deixe seu aluno sem resposta, nunca deixe seu aluno na incerteza. Se no momento você não souber da resposta, a melhor saída é ser honesto, diga que no momento não sabe, mas que vai pesquisar e na próxima aula trará a resposta, mas não esqueça você assumiu o compromisso, então realmente traga a resposta na aula seguinte sob pena de cair no descrédito da turma.


Por Severino Salviano de Oliveira Júnior
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Dinâmica da Lição 04: A Providência Divina na Fidelidade Humana (Jovens e Adultos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, iniciem o estudo da lição 04: “A Providência Divina na Fidelidade Humana.”
- Leve seu aluno a conhecer o sonho perturbador de Nabucodonosor.
- Analise a atitude sábia de Daniel perante o rei.
- Faça com que seu aluno compreenda a interpretação do sonho de Nabucodonosor.
7– Para o desenvolvimento desta lição sugerimos a dinâmica logo abaixo:
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Deus é fiel e soberano. Os jovens hebreus que foram levados para a Babilônia tinham convicção dessa verdade; por isso, se recusaram a se prostrar diante de uma estátua  maléfica de ouro. A estátua que Nabucodonosor mandou construir era símbolo do seu império e da sua arrogância. Aprendemos com o capítulo 3 de Daniel que muitas vezes nossa fé é provada, mas se permanecermos fiéis, Deus nos livra, como fez com os jovens hebreus.
Objetivo:
Conscientizá-los da soberania e providência de Deus para com aqueles que são fiéis.
Material:
Folha de papel pardo com o quadro (ver imagem abaixo) e caneta.
Procedimento:

Divida a turma em dois grupos. Entregue a cada grupo uma folha de papel pardo e caneta com o quadro abaixo (sem as respostas). Explique que assim como os amigos de Daniel foram provados na fornalha, nós, servos do Senhor, também temos a nossa fé provada em muitas ocasiões. Todavia, Deus é fiel e nos livra do mal. As provações têm o objetivo de fortalecer a nossa fé e revelar a grandeza do Deus a quem servimos. Os amigos de Daniel deram um testemunho vivo da soberania e providência do Todo-Poderoso. Em seguida, peça  que, em grupo, os alunos completem o quadro dizendo as fornalhas" que enfrentamos em nossa vida e as promessas de livramento que encontramos na Palavra de Deus. Explique que a nossa fé nas promessas divinas, nos dá coragem para resistir e não se dobrar diante daquilo que quer nos tirar da presença de Deus. Depois que todos concluírem, reúna os alunos formando um só grupo. Leia os quadros que os alunos completaram. Explique que muitas são as "fornalhas" que enfrentamos, mas para cada uma delas Deus tem um livramento. Ele é fiel.


Fonte: Revista Ensinador Cristão. Ano 15. Nº 60
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Dinâmica da Lição 04: A Bíblia e a ciência (Juvenis)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, iniciem o estudo da lição 04: “A Bíblia e a ciência.”
- Leve seu aluno a conhecer o sonho perturbador de Nabucodonosor.
- Analise a atitude sábia de Daniel perante o rei.
- Faça com que seu aluno compreenda a interpretação do sonho de Nabucodonosor.
7– Para o desenvolvimento desta lição sugerimos a dinâmica “Quebra-cabeças”.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Quebra-cabeças
Objetivo:

Mostrar o valor da Bíblia Sagrada em relação a falsa ciência
Material:
Um cartaz com seis frases sobre a Bíblia, e as mesmas frases digitadas em folhas de papel A4.
Procedimento:
Confeccione um cartaz com seis frases sobre a Bíblia (conforme o modelo sugerido logo abaixo). Digite seis frases (seguido o mesmo modelo sugerido logo abaixo) em folha de papel A4 usando a fonte 20. Em seguida recorte essas frases em vários pedaços e coloque em seis envelopes (uma frase para cada envelope). É importante que você deixe dois pedaços de cada frase de fora para misturá-lo em outro envelope, ou seja, cada envelope terá duas palavras que deveria fazer parte do outro envelope. Portanto, ao recortar as frases em pedaços, dois destes devem ser misturados e colocados em um outro envelope afim de que o aluno descubra qual é a sua frase e onde está o complemento dela. Você irá transformar as frases em uma espécie de quebra-cabeça. Chegue cedo e coloque o cartaz em um local visível. Dependendo do número de alunos você pode entregar os envelopes lacrados individualmente a cada um ou a duplas ou ainda em grupos de três pessoas. Diga-lhes que guarde o envelope prestando bastante atenção a aula, pois o sucesso da tarefa dependerá disso (esta será uma forma de ganhar-lhes a atenção). Ministre a aula por vinte minutos (não ultrapasse a isso para não prejudicar a dinâmica). Em seguida mande que os alunos abram os envelopes e monte o quebra-cabeça. Mande que eles montem as frases de acordo com o que está escrito no cartaz. Explique que partes das frases podem está no envelope do amigo da sala. Após as frases montadas, cada frase será apresentada e discutida entre os participantes. A discussão precisa estar voltada ao que diz cada frase. Encerre a Dinâmica mostrando o valor da Bíblia em relação a toda e qualquer ciência.
Frases Sugeridas para a dinâmica:
a) A verdadeira ciência não contradiz a Bíblia, antes comprova-a.
b) A Bíblia é a história de um povo que encontrou Deus e como Deus conduziu o seu povo.
c) A Bíblia é uma espécie de Biblioteca. Contém 66 livros diferentes e unidos.
d) A Bíblia é perfeita, Ela é a imutável Palavra de Deus.
e) A Bíblia faz referências a assuntos de interesse da arqueologia e de outras ciências.

f) As referências bíblicas sempre se harmonizam com a ciência.

Por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 04: Confronto histórico (Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, iniciem o estudo da lição 04: “Confronto histórico.”
- Leve seu aluno a entender que combatemos constantemente as obras das trevas, porém que nosso maior inimigo é nossa própria natureza; conscientizar-se da necessidade do fruto do Espírito para vencermos no dia a dia.
7– Para o desenvolvimento desta lição sugerimos a dinâmica “Minha função no corpo”.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!


Dinâmica: Cabo de Guerra
Objetivo:
Refletir sobre a necessidade da ação do Espírito para podermos vencer os desejos pecaminosos.
Material:
Uma corda, palavras digitadas: OBRAS DA CARNE, FRUTO DO ESPÍRITO, VOCÊ.
Procedimento:
- Explique para os alunos sobre uma brincadeira por nome “cabo de guerra”, que consiste em duas equipes segurar uma corda, cada uma numa extremidade oposta, vencendo aquela que puxar a outra até que ultrapasse a marca traçada no chão, equivalendo a metade da corda.
- Em seguida, faça uma simulação dessa brincadeira, com algumas modificações:
·         Escolham dois alunos para puxar a corda, um de cada lado.
·         Coloquem de um lado da corda a palavra “OBRAS DA CARNE” e do outro lado “FRUTO DO ESPÍRITO”.
·         No meio da corda, coloquem a palavra “VOCÊ”.
- Marquem a metade da corda, com um traço no chão ou utilizem um objeto para esta demarcação.
- Falem apontando para o cabo de guerra: Obras da carne são as realizações dos desejos mundanos, sendo especialmente associados aos desejos do corpo, aos apetites proibidos, o que usualmente envolve alguma perversão do impulso sexual. Satisfazer esses desejos que quer dizer levar ao fim, terminar, consumar. O crente sofrerá tentações, é certo, mas poderá impedir que o pecado obtenha sua vitória. Se o cristão andar no Espírito as obras pecaminosas não se manifestarão e nem se completarão no crente. Ele sempre encontrará forças para derrotar e frustrar a tentação, não chegando a ceder à mesma, praticando atos pecaminosos. Para obtermos a vitória devemos estar em contato com o Espírito do Deus vivo, sendo esse o único meio de obter a santidade nessa luta. E devemos ainda lançar mão de vários outros meios como o: "Estudo das Escrituras a fim de termos uma mente pura, a oração e a meditação, mas tais coisas desacompanhadas do poder pessoal do Espírito Santo, nunca conseguirão propiciar-nos a vitória sobre o pecado".
- Depois, reflitam com os alunos que quem anda no Espírito, não necessita satisfazer a concupiscência da carne. Age como um cidadão dos céus e investe no céu, não necessitando da lei (5.16). Carne e espírito são dois extremos existentes em nós e satisfazer a carne significa egoísmo, satisfazer o espírito é altruísmo (5.17). Guiar-se pelo Espírito é desfrutar da plena liberdade, é esquecer-se que há lei (5.18). É o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente quando ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus. O Espírito Santo é quem faz essas coisas na vida do cristão. É por isso que o apóstolo diz que: “contra essas coisas não há lei (v.23). “...pelos frutos sois conhecidos” (Mateus 7.16).- Para concluir, releia Gl 5. 16-26.


Por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 04: A igreja organizada (Pré-Adolescentes)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:

1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, iniciem o estudo da lição 04: “A igreja organizada.”
- Leve seus alunos a entender as diversas funções eclesiásticas e a reconhecer que cada membro recebeu de Deus dons e talentos para servir a igreja de Cristo..
7– Para o desenvolvimento desta lição sugerimos a dinâmica “Minha função no corpo”.
Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Minha função no corpo


Objetivo:
Conscientizar os alunos de que todos nós temos uma função no corpo de Cristo
Material:
Gravuras dos membros do corpo humano.
Procedimento:
Leve para a sala de aula, gravuras dos membros do corpo humano. Divida a classe em grupos e distribua as gravuras.
Depois peça aos alunos para falarem acerca daquele membro, sua importância e utilidade para o bom funcionamento do corpo humano. Comente que cada parte do corpo é importante e tem uma função a desempenhar, mas também contribui para a operação do corpo inteiro. O corpo precisa das diversas funções dos membros para sobreviver (1 Co 12.15-19). Um membro serve ao outro e todos trabalham em harmonia para o benefício e edificação do corpo. Assim é com o corpo de Cristo, no qual cada membro recebeu algum dom espiritual. Nesse corpo, o emprego de cada dom é projetado para servir não àquele membro individual, mas sim à Igreja toda.


Adaptado por Escriba Digital
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Dinâmica da Lição 04: Conhecendo a Igreja (Discipulado 1 – Novos Convertidos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1- Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2- Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4 – Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefonema ou rede sociais.
5- É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: Conhecendo a igreja.
- Apresente aos seus alunos a figura de uma igreja e pergunte o que eles entendem que seja uma igreja?
- Ouça cada explicação com bastante atenção e, em seguida, tire todas as dúvidas e exponha para eles todas as informações que você pesquisou sobre esse assunto, não se esquecendo de mostrar o significado e a importância de cada símbolo (Corpo, templo, Noiva e família), conforme o primeiro tópico.
- Para o segundo tópico sugerimos a dinâmica “Ser Igreja”.
- Pergunte: Quais os objetivos da igreja na terra? É correto vivermos como crentes sem frequentar aos cultos? Por que? Ouça as respostas atentamente e procure acrescentar e reforçar as ideias apresentadas, conforme o segundo tópico da lição.
- Para refletir a respeitos dos dois temas do terceiro tópico (batismo em águas e a ceia do Senhor) sugerimos que você pergunte aos seus alunos por que precisamos ser batizadas em águas e participarmos da ceia do Senhor? Ouça as respostas atentamente e procure acrescentar mais informações sobre cada uma delas.
- Encerre sua aula com a leitura do texto: “O sermão silencioso”.
Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: Ser Igreja
Objetivo: Refletir sobre a nossa importância como Igreja.
Material: Algumas bexigas (mais de 4 bexigas).
Procedimento: Entregar uma bexiga para cada aluno e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para o outro sem deixá-las cair no chão.
Aos poucos vá retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceba como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar.
Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos alunos que a igreja é uma assembléia, uma congregação. Ela envolve, por definição, uma reunião um grupo. Não é possível haver igreja sem uma assembléia. Se você acha que pode fazer parte da igreja sem participar dos cultos, está pensando em algo diferente do significado da palavra traduzida por “igreja”.Seja fiel na sua participação da sua congregação local.
Leia com eles Hebreus 10:23-25 . Mostre que não é simplesmente o desejo do pastor; é uma ordem de Deus a qual não se pode menosprezar. Pigarrear, gaguejar e dar desculpas. Talvez haja uma igreja sem dinheiro, porque os membros podem se reunir nas casas, em baixo das árvores ou mesmo ao ar livre, mas não pode haver uma igreja sem os membros se reunirem. Estou dizendo isto, não para diminuir o valor do dinheiro, mas para magnificar a freqüência à igreja.

Por Escriba Digital

Texto: O sermão silencioso
Um senhor, membro de uma certa igreja, que costumava vir aos cultos com regularidade, repentinamente deixou de o fazer. Algumas semanas depois, o pastor decidiu visitá-lo. Encontrou o homem em casa, sozinho, sentado à lareira. Perguntando a si próprio qual seria o motivo da visita do pastor, convidou-o a entrar e a sentar-se numa cadeira confortável, junto à lareira.
      O pastor sentou-se à  vontade, mas não disse nada. Num silêncio sepulcral, ele apenas contemplava a dança das chamas em torno das brasas incandescentes.  Alguns minutos depois, o pastor levantou-se e, com uma tenaz, retirou cuidadosamente uma brasa que ardia e colocou-a sobre a pedra, ao lado. Depois sentou-se de novo na sua cadeira, sempre silencioso.
     O homem observava tudo aquilo, em quieta contemplação. A chama daquela brasa foi diminuindo gradualmente e, após ainda um brilho momentâneo, apagou-se totalmente. Em pouco tempo ficou fria, sem vida.
     O pastor olhou para o relógio e viu que eram horas de se ir embora. Levantou-se lentamente, pegou naquele carvão frio e morto e colocou-o, de novo, no meio do fogo. Imediatamente voltou a brilhar ao receber a luz e o calor dos outros pedaços de carvão à sua volta.
     Quando o pastor se dirigia à porta, para sair, o homem visitado disse-lhe, com lágrimas nos olhos: "Muito obrigado pela sua visita e especialmente pelo seu excelente sermão. No próximo domingo, voltarei à igreja".

Autor: Desconhecido
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Dinâmica da Lição 04: O Discípulo e a Impureza (Discipulado 2 – Novos Convertidos)

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Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1- Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2- Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4 – Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefonema ou rede sociais.
5- É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Para o desenvolvimento da lição apresentamos as seguintes sugestões:
- Fale que nesta aula, o tema a ser estudado será: O Discípulo e a Impureza.
- Mostre aos seus alunos como a impureza prejudica o cristão a viver uma vida de santidade.
- Conscientize sua classe da importância de termos olhos puros, desejos puros e atitudes puras.
- Para esta aula apresentamos como sugestão as dinâmicas “O peso do pecado” ou “O prisioneiro”.
- Finalize sua aula fazendo com que os alunos mentalizem a grande importância de permanecer puro diante de Deus.

Desejamos que esta aula traga grandes frutos para vida de seus alunos!

Dinâmica: O Peso do Pecado
Objetivo:

Demonstrar os efeitos do pecado e a liberdade que Jesus nos dá através do perdão.
Material:
01 objeto pesado ou uma fruta grande (melancia ou jaca).
Procedimento:
- Falem sobre o pecado e suas consequências, do fardo que o homem carrega quando peca.
- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.
- Entreguem o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências.
- Depois de um certo tempo, perguntem para o aluno: Está incomodado? Está pesado?
Certamente o aluno responderá que está incomodado com o peso que está segurando.
- Falem que há uma solução para isto. Então leiam João 1.29: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, enfatizando a palavra TIRA e nesse momento retirem o objeto ou a fruta das mãos do aluno e coloquem sobre uma mesa ou cadeira.
- Perguntem para o aluno: Como está se sentindo agora?
Falem que só Jesus pode nos perdoar, livrando-nos do fardo do pecado.
- Leiam ainda Mateus 11.28 a 30.
- Concluam, afirmando que Jesus nos concede o perdão, mas o pecador deve reconhecer que pecou, confessar suas culpas através da oração e abandonar o pecado.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo - Atitude de Aprendiz


Dinâmica: O prisioneiro
Objetivo:
Apresentar a dimensão do pecado e as suas consequências.  Argumentar que o perdão divino é a melhor solução para consertar o relacionamento rompido com Deus.
Material:
Cartolina preta, tesoura e régua para que confeccionem uma prisão.
Procedimento:
Confeccione uma grade de papel cartolina, primeiramente cortando as tiras pretas com a medida de 2cm cada uma. Em seguida, comece a montar a grade com os espaços todos da mesma medida. Quando estiver pronta, escolha um aluno, coloque-o diante da classe e ponha a grade em sua frente. Ele representará o prisioneiro que foi sentenciado por causa de algum pecado cometido e, portanto, sua alma perdeu a liberdade.

Por Débora Freire
Adaptada por Escriba Digital
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

domingo, 12 de outubro de 2014

Lição 3 - O Deus que Intervém na História

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Deus intervém na história para que os seus servos não sejam humilhados e para a glorificação do seu nome.
O capítulo dois do livro de Daniel se constitui da revelação do plano divino para com o povo judeu e os povos gentios, para os quais Deus revela a sua soberania sobre os governos mundiais e o estabelecimento do reino messiânico. Deus intervém na história para fazer valer seus desígnios na vida da humanidade. Neste capítulo, a Babilônia aparece como dona do mundo e Nabucodonosor é o grande rei. Aproximadamente em 604 a.C., num período em que a Babilônia atingiu o seu apogeu, quando, de repente, a tranquilidade de Nabucodonosor foi ameaçada por um sonho perturbador que o deixou sem dormir. Por providência divina, o rei esqueceu o sonho para que os desígnios divinos fossem revelados ao profeta visionário Daniel. Na primeira parte do capítulo 2 temos a intervenção divina para salvar Daniel e seus amigos. A ordem do texto ajudará a entender como Deus trabalha nas circunstâncias adversas.
I - O SONHO PERTURBADOR DE NABUCODONOSOR (2.1-15)
O tempo do sonho (v.1)
“E no segundo ano do reinado de Nabucodonosor” (2.1). Daniel volta aos primeiros anos de sua vida no Palácio da Babilônia entre os anos 603 e 602 a.C., e relata a experiência que teve com Nabucodonosor quando o mesmo teve um sonho. O texto apresenta um aparente conflito de datas quando fala do “segundo ano do reinado de Nabucodonosor”, porque no primeiro capítulo nos deparamos com os três anos de treinamento de Daniel e seus companheiros. Segundo os historiadores, tanto os judeus quanto os babilônios contavam as frações de um ano como um ano inteiro, por isso, a vigência do terceiro ano, obedecia a cronologia do calendário da Babilônia. Os estudiosos procuram aclarar essa cronologia em que explicam o seguinte: No ano 605 a 604 a.C., Nabucodonosor torna-se rei. Era seu primeiro ano de reinado, quando Daniel e seus companheiros tiveram o seu primeiro treinamento palaciano. Em 604-603 a.C., no segundo ano de Nabucodonosor, foi quando o mesmo teve o sonho e ficou perturbado pela lembrança e os detalhes do mesmo. Já era o terceiro ano de treinamento de Daniel e seus companheiros, quando deveriam se apresentar diante do rei.
“Nabucodonosor teve sonhos” (2.1). Entre os muitos modos de Deus falar e revelar a sua vontade aos homens estão os sonhos. É uma via especial pela qual Deus revela sua vontade. Segundo o Dicionário Aurélio, “sonho pode ser “sequência de fenômenos psíquicos com imagens, atos, figuras e ideias que, involuntariamente ocorrem durante sono de uma pessoa”. Pode ser a sequência de pensamentos, de ideias vagas, mais ou menos agradáveis, mais ou menos incoerentes, às quais o espírito se entrega em estado de vigília. Naturalmente, temos que entender que nem todo sonho é alguma revelação. Sabe-se, também, que os sonhos podem advir de imagens que o subconsciente absorve durante o dia e que se manifestam durante o sono. Às vezes, incompreensíveis e fantasiosos e, outras vezes, com sequência de imagens que se formam na mente e expressam a preocupação que está na mente da pessoa. No campo espiritual, Deus se utiliza desses recursos da natureza humana para falar aos seus servos. Não existe uma regra que favoreça a ideia de que Deus tenha que falar por meios de sonhos e visões. E apenas um modo pelo qual Deus se revela, tanto a crentes como a não crentes. Nabucodonosor era um rei pagão que servia a outros deuses, mas o Deus de Daniel usou uma via indireta de revelar a esse rei o seu próprio futuro e o das nações do mundo.
“e o seu espírito se perturbou, e passou-lhe o sono” (2.1). Não foi a primeira vez que Deus falou a pessoas que não lhe serviam nem o reconheciam como Deus. Nos tempos de Faraó do Egito, quando a família de Israel ainda se formava, para ser o grande povo, posteriormente, Jeová deu sonhos a Faraó. José, como escravo no Egito, e vendido por seus irmãos, foi o homem que Deus escolheu para aparecer diante de Faraó e revelar-lhe os detalhes do seu sonho (Gn 41). O sonho de Faraó tinha a ver com o seu próprio reino no Egito. Porém, a Nabucodonosor, rei da Babilônia, Deus revelou em sonho a política mundial a partir do seu próprio império. Naturalmente, o seu sonho era fruto de sua preocupação com o futuro do seu império. Ele se perturbou em espírito porque precisava entender do que se tratava aquele sonho. Deus intervém de modo espetacular para honrar os seus servos que viviam naquele palácio e Daniel foi lembrado como alguém que sabia interpretar sonhos.
A habilidade dos sábios do palácio é desafiada
“o rei mandou chamar” (2.2). O rei desafiou a habilidade desse grupo de sábios, magos, adivinhos e encantadores dentro do palácio para que revelassem o seu sonho e dessem a interpretação. Nabucodonosor ficou agitado pelo sonho, mas o esqueceu. Entretanto, o rei sabia que o sonho era importante e que trazia uma simbologia relacionada com o seu reino e o seu futuro. Naqueles tempos os reis tinham a pretensão de serem privilegiados com sonhos divinamente inspirados (1 Rs 3.5-14; Gn 20.3). Porém, quando não podiam interpretá-los, convocava os sacerdotes caldeus que serviam na corte para que adivinhassem e interpretassem os sonhos (1.4).
"magos, os astrólogos, os encantadores e os caldeus” (2.2). O Império Babilónico tinha uma mescla de culturas e religiões. Essa casta de “magos, astrólogos, encantadores e caldeus (sábios)” serviam no palácio para prescreverem, adivinharem, promoverem encantamentos e os caldeus eram próprios da Babilônia. Os magos possuíam conhecimentos nas ciências ocultas; os astrólogos procuravam ler os corpos celestes para predizerem eventos futuros; os encantadores realizavam exorcismos e invocavam os espíritos malignos e dos mortos; 05 caldeus pertenciam a uma casta de sacerdotes dentro do Palácio que lidavam com mistérios e códigos próprios para adivinharem e interpretarem sonhos. Neste contexto, Daniel e seus companheiros ainda não faziam parte oficialmente dos que se apresentavam diante do Rei, porque estavam no período do treinamento imposto pelo Rei. Porém, a ira de Nabucodonosor se acendeu de tal modo que não escaparia ninguém que estivesse dentro do palácio sem sofrer a pena do rei.
O fracasso da sabedoria pagã (2.3-13)
“E os caldeus disseram ao rei em aramaico” (2.4). É interessante destacar que o aramaico era a língua dos caldeus que se originou na Mesopotâmia e se estendeu até o Ocidente. Como o aramaico era a língua oficial do império, Daniel, conhecedor da língua, não só falava o aramaico, mas a partir de Daniel 2.4 até ao final do capítulo 7 do seu livro, Daniel escreveu somente em aramaico, que era a língua popular imposta pela Babilônia. Posteriormente, o povo judeu adotou o aramaico como língua do dia a dia judaico até a chegada do domínio grego. A língua grega foi adotada pelo povo judeu, mesmo que não tivessem abandonado o hebraico tradicional do povo judeu.
A dificuldade dos caldeus e seus magos para trazerem à tona 0 sonho do rei (2.4). Nabucodonosor suspeita que os seus magos e encantadores se aproveitavam da situação para quererem usar de engano com vãs palavras e os ameaça com pena de morte (2.13). Essa casta de sábios, magos e encantadores era mantida pelo palácio para prestarem serviços especiais ao Rei. Porém, diante do desafio, eles foram incapazes e inoperantes para revelarem o sonho do rei. Por isso, o rei deu o decreto segundo o qual deviam ser mortos todos os sábios do palácio, uma vez que não podiam resolver o problema do rei.
O conflitivo diálogo do Rei com os sábios e magos do palácio (2.5- 9). Nenhum homem das castas sacerdotais e dos sábios conseguiu descobrir o sonho do rei. A tensão palaciana provocou a ira do rei que esperava daqueles homens respostas que eles não podiam dar. Nenhum deles pode trazer à lembrança o sonho do rei. O rei ameaçou com a pena de morte para aqueles sábios e magos que viviam à custa do palácio e não podiam resolver o problema do rei. Estava entre os sábios do palácio, Daniel e seus companheiros, ainda não oficialmente apresentados diante do rei, acabaram por correr o risco de morte com os outros sábios do palácio.
O desespero dos caldeus e sábios do palácio (2.10,11). Os caldeus e todos os sábios do palácio, desesperados ante a ameaça de Nabucodonosor, apenas disseram ao rei: “Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei” (2.10). No versículo 11 está escrito assim: “Porque o assunto que o rei requer é difícil; e ninguém há que o possa declarar diante do rei”. Ora, esses sábios e magos do palácio não só confessavam sua incapacidade de revelar o sonho, mas admitiam que, apesar de suas pretensões de comunicação com os espíritos, reconheciam que havia algo mais poderoso que eles referem-se a “deuses cuja morada não é com a carne” (v. 11). Todos os demais sábios do palácio eram politeístas. Somente Daniel e seus amigos eram monoteístas. Quando Daniel teve a oportunidade de se apresentar diante do Rei, disse-lhe: “Há um Deus no céu, o qual revela os mistérios” (2.28).
II - A INTERVENÇÃO DIVINA NO MOMENTO CERTO (2.14-18)
Deus não pode errar. A contagem do tempo de Deus não falha. No exato momento em que se precisa da sua ação, Ele age. A sua Palavra diz: “Operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13). Havia um propósito divino para o exílio dos seus servos e Deus não deixaria se escarnecer perante o mundo pagão.
A atitude de Daniel que adiou a sentença de morte dos sábios da Babilônia
Daniel “falou avisada e prudentemente com Arioque, o capitão da guarda do rei” (2.14). Quando o chefe da Guarda do rei recebeu ordens para matar a todos os sábios da Babilônia, inclusive a Daniel e seus companheiros, Deu entrou em ação interferindo naquele episódio. Ele deu inteligência a Daniel para falar com Arioque e pedir-lhe tempo para a execução ordenada pelo rei. Arioque deu a entender que não poderia adiar o mandado do rei (2.15). Daniel pediu que Arioque pedisse ao rei para ser ouvido e foi-lhe concedida a audiência com o Rei. Daniel achou graça diante de Arioque porque Deus amenizou seu coração para que a soberana vontade de Deus prevalecesse naquele situação. Foi-lhe concedida a oportunidade de se apresentar diante do Rei e ele, com respeito ao Rei e com palavras prudentes se identificou e pediu tempo ao rei para trazer, posteriormente, a revelação do sonho.
Daniel pede tempo ao Rei para trazer a revelação (2.16). Daniel foi ousado com a iniciativa de entrar na presença do rei e pedir-lhe tempo a fim de poder trazer-lhe a revelação do sonho. Sua ousadia não era essencialmente dele, porque Daniel tinha algo muito mais forte que era a sua fé no seu Deus, o Deus de Israel. Daniel conhecia o seu Deus e havia entendido que nada há que não possa ser revelado por Ele. Daniel convidou seus amigos para orarem ao Senhor com eficiência, até porque suas vidas estavam sob a mesma pena emitida pelo rei contra todos os sábios do palácio. Ele não agiu isoladamente, mas procurou seus amigos Ananias, Misael e Azarias para orarem a Deus e obterem a resposta divina. Ele sabia que o mistério do sonho do rei só poderia ser revelado através da oração. Ele sabia que a oração é o canal mais eficaz de obter respostas de Deus às nossas necessidades (2.17,18). Os sonhos são um dos modos de Deus falar com o homem e revelar sua vontade.
A revelação dos mistérios de Deus pela oração (2.18,19)
“Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite” (2.19). No versículo 18 está escrito que “Daniel foi para a sua casa” que era o lugar da sua intimidade com Deus, onde ninguém mais o perturbaria. Foi na sua casa que ele pediu ao Pai que revelasse aquele mistério a fim de salvar a sua própria vida e a dos seus amigos hebreus, bem como dos demais sábios do palácio. Sua intimidade com Deus lhe propiciou a graça divina para receber a revelação do sonho do rei em visão de noite. Uma prova indiscutível de que Deus se utiliza desses meios para revelar a sua glória aos seus servos.
Daniel oferece a Deus sua ação de Graças pela revelação (2.20-23)
Daniel exalta a Deus reconhecendo que Ele tem todo o poder e sabedoria acima do poder de Nabucodonosor e de todos os sábios e poderosos do mundo. Só Ele poderia revelar, por sua onisciência, as coisas obscuras ao homem comum. A resposta veio a Daniel em sonho pelo qual ele bendisse ao Senhor (w. 19,20). Como Criador do universo, a terra estava sob o seu controle e providência, porque só Ele tem o poder de mudar o tempo e as estações do ano (v. 21;At 1.7).
Daniel teve a revelação e imediatamente foi procurar o homem responsável por cumprir a ordem do rei. Contou-lhe o que Deus lhe revelara e pediu que o mais depressa possível o introduzisse à presença do rei para contar-lhe a revelação do sonho real. A semelhança do que Deus revelou a José no Egito (Gn 41), Daniel foi agraciado por Deus pela revelação.
Daniel revela ao rei que o sonho tinha um caráter profético e escatológico (2.26-29)
“Podes tu jazer-me saber o sonho que tive e a sua interpretação?” (2.26). O rei Nabucodonosor está ainda incrédulo de que aquele jovem ousado pudesse trazer a revelação do seu sonho. Ele não conhecia o poder do Deus de Daniel. Deus não se deixaria zombar por um rei pagão, adorador de deuses fictícios existentes na Babilônia. Daniel não se engrandece nem ostenta qualquer virtude própria capaz de revelar segredos. Daniel foi objetivo e demonstrou sua audácia diante do rei, não se apressando em dar a revelação do sonho antes de dizer ao rei que ele não era mais sábio que os demais, destacando o fato de que a revelação devia-se unicamente ao seu Deus, ao Deus de Israel, cujo propósito era o de tornar conhecidos os seus planos ao rei da Babilônia.
 “Há um Deus no céu, o qual revela os mistérios” (2.27). Daniel fez questão de dizer ao rei que o mistério do seu sonho “nem sábios, nem astrólogos, nem adivinhos o podem declarar ao rei” (v. 27), mas fez questão de ressaltar que “há um Deus no céu o qual revela os mistérios” (v. 28). O sonho do rei dizia respeito ao próprio reino da Babilônia, mas continha uma visão futura dos próximos reinos que haveriam de suceder ao reino da Babilônia. Daniel usou a expressão “fim dos dias” (v.28) que é escatológica e não significa simplesmente a sucessão dos impérios representados no texto. Segundo a escatologia judaica do Antigo Testamento “o fim dos dias” pode significar todo o espaço de tempo desde o começo do cumprimento da profecia até a inauguração do reino messiânico na terra.
A preocupação do Rei com o seu reino no futuro (2.29)
No sonho do rei, ainda que ele tenha tido dificuldades para entender o seu significado, estava revelado o porquê do sonho, ou seja, causa ou o motivo do sonho que dizia respeito à preocupação do rei quanto ao seu futuro e o futuro do seu reino. Na verdade, Deus usou um ímpio para algo especial acerca do futuro do povo de Israel e das nações do mundo. O esquecimento do rei acerca do seu sonho e a inquietação acerca do mesmo por não ter se lembrado tinha o dedo de Deus para revelar a sua glória através do seu servo Daniel.
“a mim me foi revelado esse mistério” (2.30). Não havia presunção ou vaidade no coração de Daniel quando atribui a si a revelação do mistério, mas era uma demonstração da sua humildade e reconhecimento pela soberania do seu Deus. Daniel professa solenemente que não há nenhum mérito seu na revelação do mistério, mas a glória pertence ao Deus que revelou a ele, por sua imensurável graça e poder.
III - DANIEL CONTA O SONHO E DÁ A SUA INTERPRETAÇÃO
(2.31-45) A correta descrição do sonho (2.31 -35)
O sonho de Nabucodonosor tinha uma estrutura de uma mensagem profética. Os estudiosos veem o capítulo 2 apenas numa perspectiva histórica, porque os quatro impérios pagãos que a visão anunciava já passaram. Porém, a visão tinha também um sentido escatológico, porque estabelece ao final o reino universal de Cristo. É algo que Deus tem preparado para o futuro. A visão contém quatro divisões principais.
A imagem da grande estátua (2.31 -33)
A estátua que Nabucodonosor viu tinha uma cabeça de ouro (v.32); o peito e os braços eram de prata (v.32); o ventre e as coxas da estátua eram de cobre (v.32); as pernas eram de ferro (v.33) e os pés da estátua continham ferro e barro (v.33). No versículo 34 temos “uma pedra que foi cortada, sem mãos”, a qual feriu a estátua nos pés destruindo-a completamente. Naqueles tempos, o misticismo e a utilização de figuras de representação faziam parte das crendices existentes na cultura pagã. Na mente de Nabucodonosor havia essa cultura e Deus aproveita para revelar realidades presentes e futuras daquele império através de sonhos. Todavia o rei esqueceu o sonho mas sabia que havia sonhado algo importante que tinha algum significado para si mesmo e para o seu império.
A interpretação dos elementos materiais da grande estátua (2.34-45)
Em primeiro lugar, “a cabeça de ouro” (w.32,36-38) representava o próprio Rei Nabucodonosor, o rei mais poderoso da terra na época. Sua palavra era lei e governou por 41 anos e transformou a Babilônia no maior império do mundo. Obteve grandes conquistas e alargou suas fronteiras e domínio tomando posse das riquezas das nações conquistadas, inclusive dos reinos de Judá e de Israel. Em segundo lugar, “o peito e os braços de prata” (vv.32,39) simbolizavam o império que sucedeu a Nabucodonosor, o Império Medo-persa. Os dois braços ligados pelo peito simbolizam a união dos medos e dos persas. Nesse tempo prevaleceu muito mais as leis instituídas que a autoridade dos reis desses povos. Em terceiro lugar, Daniel fala do “ventre e os quadris” da estátua (vv.32,39) que eram de cobre e representavam o terceiro reino que sucedeu ao medo-persa,
o Império Grego. Foi Alexandre Magno, o grande rei e general, que dominou o mundo inteiro até desintegrar-se com a sua morte. Em quarto lugar, aparece as “pernas de ferro” (v.33,40-43) que representavam o último império dessa visão, o Império Romano. Esta interpretação baseia-se na visão política de um rei pagão. Em quinto lugar, "os pés de ferro e barro” indicavam a fragilidade dessa grande estátua. A mistura de ferro e barro não dá liga, nem sustenta aquele império que viria, o Romano. Ainda que não seja citado o Império Romano, o contexto histórico e profético denuncia que se tratava desse império. As pernas de ferro indicavam a dureza do poder militar que tornou Roma muito forte, mas diluiu-se moralmente demonstrando a fragilidade do barro. Os elementos constitutivos da estátua são materiais porque indicam esta visão política para a compreensão de Nabucodonosor.
A intervenção divina com “a pedra cortada, sem ajuda de mãos” (2.45)
Os reinos descritos de cima para baixo representados na grande estátua revelam a progressiva decadência dos reinos desse mundo, pois começam no ouro e terminam no barro. Esta “pedra” representa o reino que virá que é o Reino messiânico de Cristo intervindo no poder dos reinos do mundo. Ele é a pedra cortada que virá para desfazer no último tempo o poder mundial do Anticristo (Dn 2.45; SI 118.22; Zc 12.3). O sentido da pedra cortada vinda do monte indica figuradamente a vinda de Cristo que esmiuçará
o domínio configurado dos 10 dedos dos pés da estátua, formando um grande montão (Dn 2.44,45).
CONCLUSÃO

Essa revelação provou ao rei Nabucodonosor que o Deus dos quatro jovens hebreus era o único Deus que podia intervir na história das nações diante de todo o império (Dn 2.46-49).
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sábado, 11 de outubro de 2014

Ensino Dinâmico - Escola Bíblica Dominical 2

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Um professor de Jovens e Adultos, na EBD, por vezes, sente-se impotente em atender a necessidades e anseios de seus alunos, por serem estes, em certos casos, pessoas que possuem níveis acadêmicos diferenciados. Em uma mesma classe é possível encontrar alunos que possuem grau de doutorado sentado lado a lado com pessoas que mal concluíram o 1º grau, principalmente nas classes de Jovens e Adultos.

São pessoas que estão ali para conhecer a Deus e aprender a amá-lo, ouvindo sobre seus feitos e descobrindo como podem servi-lo, honrá-lo e fazer a sua vontade. São pessoas que foram ali colocadas por Deus para serem influenciadas e ajudadas por aquele professor.

Existem alguns princípios que descrevem a maneira como pessoas aprendem como chegam a experimentar mudanças em suas vidas. Esses princípios poderão auxiliar o professor, principalmente de Jovens e Adultos na orientação de seus alunos.

OS PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO
Princípio do interesse pessoal - É o modelo de ensino em que o professor ouve e dialoga com os alunos, levanta as suas necessidades e procura atendê-las, dedicando-lhes tempo fora da sala de aula.

Princípio da confiança no professor - É o modelo de ensino em que o professor adquire a confiança dos alunos em sua capacidade, competência e cuidado no planejamento da aula e no qual o professor acompanha o aluno do princípio ao fim do curso.

Princípio da reflexão. E o modelo de ensino em que o professor faz perguntas que permitam ao aluno refletir criticamente em mais de uma possibilidade de resposta. Nessa procura, o aluno analisa as experiências anteriores e busca novas informações que o ajudem a esclarecer, explicar e validar a nova experiência e a justificar ou eliminar as crenças existentes.

Princípio do respeito e igualdade - É o modelo de ensino em que o aluno reconhece o respeito do professor por ele, sente-se aceito e desenvolve um relacionamento de respeito com aquele professor, vendo-se no mesmo nível de igualdade que ele. O aluno expressa-se com maior liberdade, fica à vontade para expor suas dúvidas, fazer perguntas e conversar sobre suas ideias. Ele acredita que o professor não irá censurá-lo ou constrangê-lo com julgamentos sobre sua capacidade cognitiva, mas irá ajudá-lo a se expressar melhor.

Princípio da responsabilidade pela própria aprendizagem - É o modelo de ensino no qual o professor, ao final de cada aula ou encontro educacional, oferece ao aluno oportunidades de decidir sobre a maneira como poderá usar efetivamente a nova habilidade adquirida, decidir como ela contribui com os seus conhecimentos anteriores e qual a utilidade que ela tem ou terá em sua vida.

Princípio da experiência - É o modelo de ensino em que o professor solicita aos alunos que contem suas histórias, suas esperanças e seus medos, ou que simplesmente expressem suas expectativas no evento educacional e interpretem esses dados para formar novos paradigmas de comportamentos.

Princípio da modelação - E o modo de ensino no qual o professor apresenta aos alunos um modelo (podendo ser ele próprio este modelo) a ser seguido, através do qual novo tipo de comportamento é adquirido e padrões existentes são modificados.

Princípio da equilibração e desequilibração - E o modelo de ensino em que o professor ajuda o aluno em desequilíbrio (insatisfeito com a situação presente) a refletir em novas perspectivas e a não se acomodar na aprendizagem já adquirida, dando-lhe a oportunidade de encontrar novos conceitos, para viver novas experiências educacionais, na tentativa de reequilibrar-se.

Princípio do reforço positivo - É o modelo de ensino no qual o professor apresenta ao aluno um incentivo como resposta a um comportamento expresso, com o objetivo de motivá-lo a prosseguir, dando ao aluno confiança em sua própria capacidade, estimulando-o a produzir e a repetir o comportamento que originou o reforço.

Princípio dos objetivos educacionais - E o modelo de ensino no qual o professor expressa que mudança ele deseja que os seus alunos experimentem em consequência de suas aulas, possibilitando-lhe avaliar se a aprendizagem foi realmente alcançada e fornecendo aos alunos meios de canalizarem seus esforços para alcançar metas definidas.
Se ao se relacionar com seus alunos o professor tiver em mente esses princípios educacionais, provavelmente terá muito maior possibilidade de ajudá-los a crescer no conhecimento de Deus.

OBJETIVOS EDUCACIONAIS para o ensino de Jovens e Adultos

Além do relacionamento pessoal, o professor deve se preparar para facilitar a aprendizagem de seus alunos, oferecendo-lhes momentos de participação e prática em suas aulas. Para tanto, ele precisa ter em mente aquilo que deseja que seus alunos aprendam. Ao preparar sua aula, o professor deve se perguntar:
"Que mudança quero que meus alunos experimentem em consequência da aula que irei ministrar?"
Essas mudanças são expressas em termos de objetivos educacionais. Benjamin Bloom e seus colaboradores desenvolveram uma hierarquia de objetivos educacionais que auxiliam o educador no preparo e ministração de aulas. Abaixo estão listados os objetivos a partir do segundo nível da hierarquia. Cada objetivo vem acompanhado de atividades, ou seja, como o professor pode ajudar o aluno a atingir esses objetivos.

Compreensão ou entendimento - Capacidade de explicar ou mudar a forma das informações recebidas.
Exemplos:
A. Pedir ao aluno para reafirmar uma ideia bíblica com suas próprias palavras.
B. Pedir aos alunos que sugiram palavras que signifiquem o oposto de certas palavras chaves (antônimo).
C. Pedir aos alunos que escrevam uma definição provisória de determinados conceitos.

Aplicação ou transferência - Capacidade de usar em novas situações a informação recebida; transferir a informação para outro contexto.
Exemplos:
A. Pedir ao aluno que diga como uma determinada situação quebra certo princípio bíblico.
B. Pedir ao aluno que demonstre o uso de um princípio bíblico.
C. Pedir ao aluno que antecipe o que acontecerá se uma pessoa quebrar um princípio bíblico.
D. Perguntar o aluno o que faria numa determinada situação, sendo dado um certo princípio bíblico.

Análise - Capacidade de dividir a informação em partes.
Exemplos:
Pedir que o aluno faça um esboço de um texto bíblico.
Pedir que o aluno prove ou desaprove uma ideia.
Pedir que os alunos detectem os erros de lógica num diálogo ou numa leitura.
Pedir que os alunos reconheçam repetições de conceitos-chave num livro ou trecho bíblico.
Pedir que os alunos deduzam o ponto de vista do autor e seu propósito num determinado livro da Bíblia.
Síntese - Capacidade de criar nova forma de informação colocando as partes juntas.
Exemplos
Pedir que os alunos componham uma peça, uma poesia, uma música ou uma história que reflita ou contextualize o assunto bíblico.
Pedir que os alunos proponham maneiras de aplicar um princípio teológico.
Pedir aos alunos que contem uma experiência pessoal e que expliquem o relacionamento entre essa experiência e o princípio teológico.
Pedir que os alunos proponham uma maneira de fazer um levantamento que descreva os obstáculos cotidianos à aplicação do princípio teológico.
Pedir que os alunos prevejam algumas conseqüências ou implicações de um princípio teológico.
Avaliação - Capacidade de julgar valores baseado em princípios.
Exemplos:
Pedir aos alunos que classifiquem itens em ordem de valor ou importância.
Apresentar um estudo de caso. Pedir que os alunos identifiquem as falácias naquilo que o caso apresenta em comparação com o princípio em estudo.
Pedir aos alunos que indiquem os erros de lógica numa apresentação.
Pedir aos alunos que digam se concordam ou discordam de uma colocação à luz de um texto bíblico e que justifiquem as suas respostas.
Pedir aos alunos que façam uma avaliação dos valores da nossa cultura ou dos seus lares que estejam facilitando ou impedindo a aplicação de uma verdade bíblica.
ATIVIDADES DE APRENDIZAGEM para o ensino de Jovens e Adultos

As oportunidades de participação que o professor oferece a seus alunos em sala de aula poderão ser decisivas na compreensão que eles terão da vontade de Deus e da maneira como obedecer-lhe. Esta participação são as atividades de aprendizagem. Podem ser jogos, perguntas, brincadeiras, etc. E preciso ter em mente o objetivo educacional, a mudança que se deseja do aluno e oferecer a ele meios de alcançar aquela mudança. Estão alistadas abaixo algumas atividades de aprendizagem, que podem ser utilizadas nas mais variadas situações em sala de aula. Deve-se tomai- cuidado, no entanto, para que as atividades sejam relacionadas ao tema e ao objetivo da aula, para que não se tornem em apenas uma brincadeira.

SUGESTÕES:

1. COM OUEM EU ME IDENTIFICO
Escreva o nome do personagem bíblico com quem você mais se identifica, acompanhado de 2 pontos fortes e 2 pontos fracos que caracterizam este personagem, e que você acha que também possui. Depois preencha o quadro abaixo:

Pontos fortes                                                      Pontos fracos

Meus pontos fracos                                           Como Deus pode usar

Meus pontos fortes                                           Como Deus pode usar

2. ÁREAS DA VIDA
Peça aos alunos que pensem no tempo que gasta cada uma das atividades abaixo e relacionem, colocando em primeiro lugar a que gasta mais tempo, e assim sucessivamente.
1 - Trabalho secular
2. Relacionamento com familiares próximos
3. Estudos
4. Relacionamento com não-crentes
5. Compromisso com a igreja
6. Lazer
7. Relacionamento com os irmãos em Cristo
8. Finanças
9.Tempo gasto em conversas com Deus
10. Outro
1.
2.
3.

3. PARA COMPLETAR
Entregue ao aluno sentenças incompletas para que ele complete, por exemplo:
No sábado, eu quero fazer
Se eu só tivesse 24h de vida
Se eu tivesse meu próprio carro
Se eu tivesse um milhão de dólares
Eu me sinto melhor quando as pessoas
Após todos completarem a tarefa, peça que leiam as respostas e que os demais digam se concordam ou não com elas e qual o princípio bíblico para a respostas.

4. 48 HORAS PERFEITAS
O professor diz: Projete-se no futuro, alguns anos, a partir de amanhã. Agora imagine dois dias que seriam ideais para você. Imagine quais seriam as melhores possibilidades para você usar essas 48 horas. Lembre-se que você tem apenas 48 horas para executar seu sonho. O que seria perfeito para você nestas 48 horas?
Após as respostas, peça que os outros avaliem a possibilidade ou não de se executar essas tarefas no tempo proposto e como esse sonho poderia contribuir para ajudar outras pessoas.

5. APLICAÇÕES E DISTORÇÕES
Após a leitura de um texto bíblico, pergunte quais são as ordens (mandamentos, vontade de Deus, lições) que estão evidentes no texto. Peça que seus alunos alistem as maneiras como podem obedecer (aplicações) e as maneiras como podem desobedecer (distorções) às ordens encontradas.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Barnabé, Marinalva. (1 997). As contribuições do discipulado para a mudança de comportamento social, emocional e psicológico do novo convertido. Dissertação de mestrado, Faculdade Teológica Batista de Brasília, Brasília.
Bloom, Benjamin 5., Engelhart, Max D., Furst, Edward J., Hill, Walker H. & Krathwohl, David R. (1973). Taxionomia dos objetivos educacionais: Compêndio primeiro: domínio cognitivo. Porto Alegre:Globo.
Cranton, Patricia (1994). Understanding and promoting transfoi-mative learning: A guide for educators of adults. San Francisco: Jossey-Bass Publishers.
Ford, Leroy. Planejamento do ensino e treinamento. Rio: JUERP, 1991

Fonte: http://www.ebdweb.com.br/ensino/adultos3.htm

(Adaptado de Ensino Dinâmico para adultos de Marinalva Barnabé. É Mestre em Educação Religiosa pela Faculdade Teológica Batista de Brasília-DF, onde também leciona.)
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