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sábado, 9 de novembro de 2013

Dinâmica da Lição 07: Contrapondo a Arrogância com a Humildade (Jovens e Adultos)

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Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição.
- Falem: A lição de hoje tem como título “Contrapondo a Arrogância com a Humildade”.
- Iniciem o estudo, perguntando o que os alunos entendem por:
Arrogância
Orgulho
Humildade
Aguardem as respostas. Depois, se necessário acrescentem outras ideias sobre o significado destas palavras.
- Depois, utilizem a fábula “A Agulha e a Linha”, para tanto façam da seguinte forma:
Peçam para que 04 pessoas realizem a leitura, um será o narrador, outro será a agulha, outro a linha e outro o alfinete.
Levem para aula um tecido, uma agulha, um novelo de linha e um alfinete. Durante a leitura dialogada, façam de conta que estão costurando.
Após a leitura,  reflitam sobre o orgulho, a arrogância e a humildade e a falsa humildade.
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.
- Para concluir, utilizem uma das dinâmicas: “Orgulho x Humildade” ou “Modelo Perfeito”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Orgulho x Humildade
Objetivo: 
Estudar sobre o orgulho e a humildade.
Material:
01 figura de uma gangorra
01 bola
Papéis pequenos
01 caneta
Procedimento:
- Coloquem no quadro a figura de uma gangorra.

- Falem que quando uma pessoa está cheia de orgulho é como se ela estivesse no alto da gangorra.
Então, nesse momento, coloquem o nome ORGULHOSO no alto da gangorra.
O orgulhoso está cheio de coisas mesquinhas e enxerga as demais pessoas do alto, considerando-as de pouco valor.
Então, comecem a colocar os nomes das ações do orgulhoso dentro de uma bola.
Depois, comecem a encher a bola e falem: o orgulhoso está cheio destas coisas e está inchado de vaidade e pensamento mesquinhos.
- Vejamos o que a Bíblia fala sobre o orgulho e a arrogância. Leiam Pv 16.18 “O orgulho leva a destruição e a arrogância conduz à queda”.
- Nesse momento, estourem a bola e mudem a posição do ORGULHOSO de lugar na gangorra, agora na parte baixa.
- Agora, apresentem uma gangorra em equilíbrio, isto é, os dois lados na mesma altura.

- Coloquem a palavra JESUS no centro da gangorra.
- Falem: Devemos observar o exemplo de Jesus para termos equilíbrio para que não sejamos como mostra esta figura.
 - Apresentem a gangorra com o nome ORGULHOSO na parte alta e FALSA HUMILDADE na parte baixa.
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição, trabalhando o que realmente significa ser humilde e a falsa humildade tão difundida e apresenta por muitos.
Por Sulamita Macedo.

Dinâmica: Modelo Perfeito
Objetivo:
Estudar sobre Jesus – o modelo ideal de humildade.
Material:
Revistas de moda feminina e masculina
02 cartolinas
01 tubo de cola
01 rolo de fita adesiva
Figuras de roupas antigas
01 cabide
01 peça de roupa feita de papel: o modelo fica ao seu critério, mas sugiro algo simples como um colete e nele deverá estar escrito: humildade e obediência.
Procedimento:
- Entreguem para os alunos revistas de moda feminina e/ou masculina, dependendo do tipo de aluno que você ensina.
- Peçam para que escolham o modelo de roupa que mais gostam e destaquem da revista.
- Solicitem que mostrem para a turma e falem da razão da escolha do modelo.
- Coloquem todos os modelos fixados numa cartolina.
- Perguntem: Estes modelos podem ser utilizados por muito tempo, para toda a vida?
Aguardem as respostas.
Certamente responderão que não.  Aproveitem e falem que os modelos de roupas elas passam com o tempo, pois são vinculados a fatores externos, passageiros, transitórios e passam rapidamente.
Caso alguém tenha respondido que sim, apresentem figuras de modelos antigos.
E agora, perguntem: Vemos nestes modelos: saia, vestido, blusas, camisas, calças, paletós.  Mudaram com o tempo?
Certamente agora todos vão responder positivamente.
- Falem: Há um modelo que podemos copiar e nunca será ultrapassado ou se tornar fora de moda. O modelo não é transitório e encontramos em Jesus.


- Então, apresentem este tipo de vestimenta, pendurada num cabide. O modelo fica ao seu critério, mas sugiro algo simples como um colete e nele deverá estar escrito: humildade e obediência.
- Falem: Temos em Jesus o modelo de humildade e obediência, dois elementos essenciais que acontecem internamente, mas que são refletidos em atitudes externas.
- Depois, leiam:
“... revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”(I Pe 5.5b)
 “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade”(Cl 3.12).
- Para concluir, segurando o cabide com o modelo ideal pendurado, falem: Esta é uma peça que não pode faltar no seu guarda-roupa.
Por Sulamita Macedo.

Fábula: “A Agulha e a Linha”
Um Apólogo de Machado de Assis
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
- Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
- Deixe-me, senhora.
- Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
- Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
- Mas você é orgulhosa.
- Decerto que sou.
- Mas por quê?
- É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
- Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu?
- Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
- Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxado por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
- Também os batedores vão adiante do imperador.
- Você é imperador?
- Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana - para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
- Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também e foi andando.
 E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
- Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
- Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
- Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.

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