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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Os Dez Mandamentos - Lição 7

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Um dos temas mais conhecidos do mundo é sem dúvida a lei de Moisés, e, mais especificamente, os Dez Mandamentos. Neste capítulo analisaremos a importância do Decálogo para o povo de Israel e os princípios que Deus espera que sigamos em sua lei.

Os Propósitos da Lei

Quando Deus libertou Israel do Egito, não os deixou vagando indefinidamente, sem rumo. Deus os enviou para uma terra abençoada, que daria seus frutos nas estações certas e tornaria a vida dos israelitas muito agradável. Eles receberiam essa terra por uma obra da graça de Deus. Nela eles seriam uma nação regida pelo próprio Deus, teriam seu espaço para viver, trabalhar, comemorar datas festivas e, acima de tudo, adorar a Deus.
Mas antes de chegar nessa nova terra, eles precisavam entender que deveriam ter regras específicas de convivência com Deus, com seu próximo e consigo mesmos. Eles não seriam pessoas sem regras, que poderiam fazer o que quisessem sem prestar contas de suas atitudes. Por isso, eles deveriam ter uma lei que organizasse a vida.
Essa lei foi dada por Deus. Os Dez Mandamentos, como são conhecidos, foram dados ao povo de Israel pelo Senhor, a fim de que os israelitas pautassem sua existência pelo que Deus queria.

Objetivos Divinos

Os objetivos de Deus com a Lei foram, inicialmente:
Providenciar um padrão de justiça que pudesse ser alcançado. Quando pensamos que Deus deu sua lei ao povo de Israel, podemos pensar que a abrangência dessa lei refere-se apenas aos judeus. Entretanto, é preciso fazer aqui uma observação: princípios e regras devem ser analisados em nosso estudo. Princípios são ordenações gerais que têm por objetivo regular determinadas situações. Esses princípios são expostos em regras, ou seja, quando Deus desejou proteger o fruto do trabalho dos israelitas, ordenou que não se furtasse. Os princípios desse mandamento são a proteção da propriedade e a valorização do trabalho, e eles são expostos na regra “não furtarás”. Portanto, os princípios estão no topo, e as regras, na base. Regras podem variar com o passar do tempo, com o local e o povo, mas os princípios não (Dt 4.8; Rm 7.12).
A lei de Deus também mostra o pecado do homem. Ela não faz do
homem um pecador, mas mostra o quanto ele é inclinado a desobedecer às regras e princípios que Deus determinou. Paulo comenta isso em Romanos 5.20: “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse”, isto é, fosse devidamente conhecida. “Pela lei vem o conhecimento do pecado” (Rm 3.20), ou seja, o conhecimento pleno dele. “Mas eu não conheci o pecado senão pela lei” (Rm 7.7). Ou seja, Paulo deixa claro que a lei traz o conhecimento de nossos pecados. Ela não os cria, mas os denuncia.
A lei mostra ainda a santidade de Deus. Deus é santo, e não pode tolerar o pecado. A lei mostra que o padrão de Deus para uma vida justa deve ser buscado pelo homem. Com o passar do tempo, percebeu-se que essa busca pela justiça não poderia ser alcançada sem a ajuda de um Salvador, a quem Deus enviou ao mundo, seu Filho Jesus Cristo. Apenas por Ele podemos nos aproximar da santidade de Deus e buscá-la para um viver santo neste mundo decaído.

Os Dez Mandamentos

Tendo iniciado mostrando a diferença entre princípios e regras, passemos a ver os mandamentos dados por Deus.
O primeiro mandamento
Não terás outros deuses diante de mim. (Êx 20.3)
Deus começa o Decálogo deixando claro aos israelitas que Ele é o Senhor que os tirou da terra do Egito. Isso deveria fazer com que os israelitas se lembrassem de que tinham sido escravos no Egito, e que nenhuma das chamadas “divindades” do Egito ou das terras vizinhas se compadeceu deles, mas apenas o Senhor foi responsável por tirar seus filhos da escravidão.
Os israelitas certamente tiveram contato com cultos às divindades egípcias no período em que foram escravos, e caso um deles tivesse abrigado algum desses tipos de culto em seu coração, isso poderia contaminar a adoração a Deus e a relação com Ele. Por isso, Deus não apenas diz que a iniciativa de libertá-los do Egito fora dEle, mas deixa explícito que os israelitas, livres, não poderiam ter outros deuses. Essa ordem era mais que justa, pois os israelitas deveriam ter um coração agradecido a Deus pelo que Ele lhes fizera, começando por tê-lo como seu único Deus. Nenhum outro “deus” deveria ser aceito pelos israelitas.
A exclusividade de Jeová como Deus em Israel baseava-se primeiramente em sua superioridade como Deus poderoso. Nenhum dos deuses do Egito pôde livrar aquela nação dos juízos divinos que Deus enviara. Sua exclusividade se baseava também no fato de que Ele demonstrou misericórdia para com os descendentes de Abraão, tirando-os da escravidão, e prometendo-lhes também uma terra para que pudessem viver em segurança e sem serem molestados por seus inimigos.
A lei que Ele lhes dava orientaria os passos de todo o povo em todos os aspectos, inclusive no quesito adoração. Nem anjos nem homens deveriam receber a adoração que estava reservada apenas para Deus, pois são igualmente seres criados.
O segundo mandamento
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. (Ex 20.4)
Deus apresenta o segundo mandamento: não fazer imagens de escultura. Isso foi necessário porque Deus não tinha o objetivo de ser representado por qualquer forma conhecida pelos israelitas. O Deus Criador não pode ser confundido com sua criação. Atribuir uma forma de qualquer ser a Deus foi considerado uma quebra de mandamento, pois reduz a sua glória eterna àquilo que é mortal. Há formas de criaturas nos céus (anjos), na terra (animais, seres humanos) e nas águas (peixes e baleias), e nenhuma dessas formas poderia jamais representar Deus. Tentar reduzir Deus a uma figura conhecida era o mesmo que reduzir sua glória.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos. (Ex 20.5)
Esse mandamento traz outra informação importante: os israelitas não poderiam fazer imagens de esculturas nem se curvar diante delas, muito menos servi-las. Para os que conhecem a Palavra de Deus, pode parecer estranho uma pessoa se curvar diante de uma imagem de escultura como se elas fossem realmente um deus, mas foi isso que os israelitas fizeram quando chegaram à Terra Prometida.
O profeta Isaías, usado por Deus, descreve o que seus contemporâneos faziam no tocante à criação de imagens de escultura:
Então, servirão ao homem para queimar; com isso, se aquenta e coze o pão; também faz um deus e se prostra diante dele; fabrica uma imagem de escultura e ajoelha diante dela. Metade queima, com a outra metade come carne; assa-a e farta-se; também se aquenta e diz: Ora, já me aquentei, já vi o fogo. Então, do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e lhe dirige a sua oração, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque se lhe untaram os olhos, para que não vejam, e o coração, para que não entendam. (Is 44.15-18)
Oseias, o profeta, também tratou desse assunto quando mostrou o que o seu povo fazia: “O meu povo consulta a sua madeira, e a sua vara lhe responde, porque o espírito de luxúria os engana, e eles se corrompem, apartando-se da sujeição do seu Deus” (Os 4.12).
Deus adverte neste mandamento que julga a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração. Essa informação pode significar que Deus pode julgar a idolatria de algumas pessoas nos seus descendentes. Entretanto, aos que amam ao Senhor e guardam seus mandamentos veem sua misericórdia de forma infinita.
A idolatria é um problema muito sério para o homem. Deus condena os ídolos porque eles desejam ocupar o espaço dEle em nosso coração. Em dias como os nossos, em que a humanidade faz seus próprios deuses, o segundo mandamento é atual e necessário para que possamos conduzir pessoas a Deus e manter-nos focados no serviço ao próprio Senhor. Lembremo-nos do que disse o apóstolo João: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo 5.21).
O terceiro mandamento
Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (Êx 20.7)
O que identifica cada pessoa, de forma individual, é o nome que cada um tem. Podemos ser parecidos com outras pessoas, mas a nossa distinção começa pelo nome que recebemos. Nossos documentos começam identificando o nosso nome, e este traz muito de nosso caráter e reputação.
Deus não deixou de observar que o nome dEle deveria ser reverenciado e honrado. Seu nome não poderia ser utilizado de forma indevida, não deveria ser usado de forma leviana, como se não representasse o Deus que os tirou da escravidão.
O nome de Deus é tão santo que quando Jesus ensinou seus discípulos a orar, após pronunciar a frase “Pai nosso que estás no céu”, Ele seguiu com o “santificado seja o teu nome”. Jesus mesmo santificou o nome do Pai, não o tomando de forma irresponsável nem desrespeitosa. Quando se referia ao pai, fazia-o com respeito e temor.
O nome do Senhor é desonrado quando o utilizamos para concretizar negócios que não temos a pretensão de honrar. O nome do Senhor é desonrado quando nossas vidas não correspondem com a fé que alegamos ter. O nome do Senhor é desonrado quando o utilizamos em brincadeiras e piadas, ou juramos falsamente, como se Ele fosse responsável por nossos atos.
nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor. (Lv 19.12)
O preceito aqui é que Deus deseja que seu nome seja respeitado, não sendo alvo de blasfêmias nem do nosso mau comportamento.
O quarto mandamento
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado e o santificou. (Ex 20.8-10)
O dia do sábado é apresentado na Bíblia como um dia reservado à adoração a Deus e ao descanso. Deus mostra nesse mandamento que os israelitas poderiam trabalhar o quanto quisessem nos seis primeiros dias da semana, mas no sétimo dia, deveriam descansar. A ordem era para o chefe de família, mas extensiva a todos que estivessem na casa, inclusive o estrangeiro. O termo sábado vem de shabbath, que em hebraico significa “cessar, interromper”. O sábado, para os judeus, deveria ser um dia santo.
Esse mandamento nos traz outra lição, desta vez referente ao trabalho. O homem não pode ser escravo do trabalho, trabalhando sem descansar ou sem reservar um espaço de sua vida produtiva a servir a Deus. O Senhor honra o trabalho, mas honra também o descanso, que por sinal, é um mandamento dEle também.
A guarda do sábado, no Novo Testamento, tornou-se um dos mandamentos mais citados nos Evangelhos, pelo fato de que os judeus mais radicais acusavam Jesus de não cumpri-lo. No sábado Jesus ensinava, curava pessoas enfermas, permitia que seus discípulos pegassem espigas nos campos para comerem. Lucas 13.10-17 traz o relato de Jesus ensinando numa sinagoga no sábado, dia em que lá havia uma mulher com um espírito de enfermidade há 18 anos, que andava encurvada. Jesus a chamou, curou-a, restaurou lhe a posição correta e a mulher começou a glorificar a Deus. Nesse momento, o chefe da sinagoga reclamou com os presentes que não trouxessem pessoas para serem curadas no sábado. Na mente daquele líder, havia outros seis dias para que Deus curasse as pessoas. Aquele homem deveria estar grato por presenciar uma cura diante de seus olhos, mas preferiu lembrar aos que o ouviam que havia outros dias para trazerem enfermos ao local do culto. Jesus não esperou para dar ao homem e a nós uma grande lição:
Respondeu-lhe, porém, o Senhor e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi ou jumento e não o leva a beber água? E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás mantinha presa? E, dizendo ele isso, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele. (Lc 13.15-17)
Lembre-se de que o dia é santificado quando eu o guardo para o Senhor. E aqui cabe uma palavra. Como cristãos, guardamos o dia do domingo, como a Igreja Primitiva o fazia, para honrar o dia da ressurreição do Senhor. Aqui, o princípio do descanso também é respeitado, pois além de não trabalharmos, temos por hábito nos reunirmos em nossas igrejas para adorar ao Senhor e passar um tempo a mais com nossos familiares.
O quinto mandamento
Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. (Êx 20.12)
As relações familiares não foram esquecidas por Deus, e Ele ordenou que os filhos honrassem seus pais. Isso pode ser feito quando os filhos obedecem a seus pais, ajudam a tomar conta deles na terceira idade e quando ouvem seus pais para a tomada de decisões para a vida.
Infelizmente, há filhos que não seguem esse mandamento, desobedecendo àqueles que os criaram, deram educação, alimento, vestimentas e um nome. Estão desrespeitando o quinto mandamento e não terão uma vida abençoada por Deus. Lembremo-nos de que esse é o primeiro mandamento com promessa, que mostra a extensão de vida dos que honram seus genitores. Deus deixa claro que aprendemos a usar a honra dentro de nossa própria casa, quando honramos nossos pais.
O sexto mandamento
Não matarás. (Êx 20.13)
Este mandamento refere-se ao respeito pela vida. Esta é dom de Deus, e não pode ser retirada por outros homens. Infelizmente, a história da humanidade apresenta um número imenso de pessoas que assassinaram outras, quer por motivos fúteis, quer por motivos políticos. Tais pessoas prestarão contas a Deus por seus atos.
A cultura judaica previa exceções apresentadas na Bíblia Sagrada, mas cada caso deve ser analisado realmente como exceção, e não como uma regra, observando-se os casos em que eram aplicados na cultura judaica, como a legítima defesa e a morte acidental.
Em nossas leis, matar uma pessoa é crime tanto quanto o era no Antigo Testamento. Como cristãos, não podemos deixar de defender a vida humana em todos os seus aspectos, e cremos que são atos de covardia e assassinato o aborto e a eutanásia.
O sétimo mandamento
Não adulterarás. (Êx 20.14)
Muito conhecido em todas as épocas, o sétimo mandamento traz um princípio que reflete a proteção à família e à fidelidade entre os cônjuges. Quando Deus diz que não se pode adulterar, Ele está deixando claro que somos responsáveis por controlar nossos desejos, principalmente os pecaminosos.
O desejo sexual dentro do casamento é licito, mas desejar sexualmente uma pessoa que não o cônjuge é o começo do adultério, e isso se aplica a todos os demais pecados na esfera sexual.
Jesus deixou claro que o adultério começa no coração da pessoa, e não no ato da conjunção carnal apenas. Para que estejamos livres desse pecado, é preciso ter uma vida sexual saudável com nossos cônjuges, buscando a pureza sexual dentro do casamento.
Há perdão para os adúlteros? Sim, tanto quanto há perdão para os demais pecados (exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo), mas lembremo-nos de que o adultério traz consequências que podem perdurar pelo tempo, como o fim do casamento e a ruptura dos laços familiares.
O oitavo mandamento
Não furtarás. (Êx 20.15)
Deus abençoa uma vida produtiva de trabalho, e abençoa os bens trazidos para casa de forma justa. Por isso, Ele espera que a propriedade seja preservada de ataques, e para isso proíbe o furto e o roubo. O furto é a retirada furtiva dos bens de uma pessoa, e o roubo, geralmente, tem o emprego da intimidação ou da violência. Em ambos os casos, Deus condena os bens adquiridos por meios ilícitos.
Não podemos tirar vantagens de outras pessoas, pois isso é também é uma forma de furto. Se desejamos ter bens, que sejam adquiridos de forma lícita, permitida por Deus e debaixo da sua bênção.
O nono mandamento
Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. (Ex 20.16)
Por meio deste mandamento, Deus ordenou que tivéssemos duas atitudes: não mentir nem falar falsamente das pessoas que nos estão próximas. Esse mandamento afeta diretamente os hábitos de pessoas que não controlam o que falam, que falam sem pensar e, pior, pessoas que sempre caluniam seu próximo.
Caluniar é atribuir falsamente a outra pessoa a prática de um ato que a lei considera crime. Se Roberto diz que Mário roubou um carro, sem que Mário o tenha feito, Roberto está caluniando Mário.
Injuriar é atribuir a outra pessoa fato que pode ofender sua reputação. Se Ricardo diz que Jorge foi à igreja bêbado, sem que isso tenha ocorrido, está ofendendo sua moral e sua dignidade.
Difamar é falar mal de outra pessoa a uma terceira ou mais pessoas, dando-lhes uma notícia que fira a moral ou a honra de quem se fala.
Todas essas formas de falso testemunho são passíveis de condenação penal e são igualmente condenadas por Deus.
O décimo mandamento
Não cobiçarás a casa do teu próximo; não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. (Ex 20.17)
A cobiça é uma das formas mais tristes de tratarmos aquilo que os outros têm. O cobiçoso sempre vai desejar aquilo que não possui e será consumido por esse tipo de sentimento, pois vai se achar sempre inferior aos outros. Nunca estará contente com o que já possui.
Este mandamento geralmente é citado em nossos dias como “não cobiçarás a mulher do teu próximo”, mas Deus também condena:
● Cobiçar a casa — a habitação da pessoa que me é próxima.
● Cobiçar o servo e a serva — pessoas que trabalham para o meu próximo.
● Cobiçar o boi e o jumento — instrumentos de trabalho ou posse do meu próximo.
● Cobiçar coisa alguma — qualquer outra coisa que meu próximo possua.
O que Deus ordena abrange todas as coisas que o próximo possui. Não é meu dever cobiçar o que meu próximo tem, pois isso nos induz a querer retirar dele o que ele tem. A cobiça é o princípio de uma vida insatisfeita, que esquece o que já recebeu de Deus e fixa seu olhar naquilo que ainda não se tem.

Esses mandamentos foram dados para serem seguidos. Ressalvando- se as particularidades da cultura judaica, os princípios dos Dez Mandamentos não foram revogados. Portanto, tenhamos cuidado em dar testemunho nesses quesitos.

                                               Alexandre Coelho

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